<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427</id><updated>2012-01-27T16:03:47.947-02:00</updated><category term='Obras da Carne e o Fruto do Espírito'/><title type='text'>Alan Brizotti</title><subtitle type='html'>Um lugar para refletir</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-2836134631751037714</id><published>2012-01-23T18:09:00.002-02:00</published><updated>2012-01-23T18:09:28.926-02:00</updated><title type='text'>Para você, que ninguém nota</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Pag9MIGpBtA/Tx2-N5Z7WwI/AAAAAAAAAdg/Xl1NJaGsZVc/s1600/anonymous2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Pag9MIGpBtA/Tx2-N5Z7WwI/AAAAAAAAAdg/Xl1NJaGsZVc/s1600/anonymous2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse post é para você, meu irmão, amigo, companheiro. Homem ou mulher, não importa. É para&amp;nbsp;quem não tem voz na igreja. Oprimidos pela política da mordaça. Gente que nunca esteve no púlpito (não por falta de vontade). Você que está sempre aprisionado na configuração de "povo", essa entidade que se alimenta dos anônimos. Você, estrofe da canção de Zé Ramalho:&lt;em&gt; "povo marcado..."&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que só existem pastores, cantores e pregadores porque&amp;nbsp;você existe. Seu valor excede - e muito - os que gritam suas "qualidades", mas só sobrevivem sob as luzes do palco.&amp;nbsp;São Infectados pela doença da "holofotite". Você é maior do que os reféns de aplausos, aliás, os aplausos são&amp;nbsp;o resultado direto da generosidade de milhares de mãos dos anônimos "do povo". Como diz um ditado na África&lt;em&gt;: "uma mão só não bate palmas".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, sim, merece todos os aplausos. Vejamos: alguém que nunca é visto, não&amp;nbsp;tem aquelas grandes celebrações de aniversário (a não&amp;nbsp;ser a simples e fria menção do nome no aglomerado do mês), não participa dos almoços e jantares (salvo quando algum "figurão" resolve levá-lo a um restaurante para mostrar poder). Você que de tanto "dar o seu Isaque" já deve ter dado até as estrelas do céu e o pó da terra... Você é um herói!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus deve te amar&amp;nbsp;muito! Você não mercadeja a fé. Não força os filhos pequenos a serem mini astros para que sua conta bancária seja "abençoada". Você presta culto naquelas segundas da vida nas quais nenhum astro vai. Você que, às vezes envergonhado, toma coragem, vai à frente e pega na mão do semideus que visitou sua congregação, não sabendo&amp;nbsp;que a honra&amp;nbsp;é toda dele por ter o privilégio de tocar em suas mãos. Tenho a sensação de que&amp;nbsp;quando você volta para casa o céu vai cantando até você chegar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia é repleta de gente como você. Gente como aquela siro-fenícia (Mc. 7.24-30). Como Jabez, nome entre outros nomes, carregando uma história de dor (I Cr. 4.9, 10). Gente como Jesus, de quem um dia se perguntou&lt;em&gt;: "pode vir alguma coisa boa de Nazaré&lt;/em&gt;"? (Jo. 1.46). De cima dos púlpitos de mármore, alguns ainda olham para o meio "da massa" e pensam&lt;em&gt;: "pode vir alguma coisa boa dali&lt;/em&gt;"? Pode!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado por existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-2836134631751037714?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/2836134631751037714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/para-voce-que-ninguem-nota.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2836134631751037714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2836134631751037714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/para-voce-que-ninguem-nota.html' title='Para você, que ninguém nota'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Pag9MIGpBtA/Tx2-N5Z7WwI/AAAAAAAAAdg/Xl1NJaGsZVc/s72-c/anonymous2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1919086546341066689</id><published>2012-01-16T19:42:00.003-02:00</published><updated>2012-01-16T19:54:11.087-02:00</updated><title type='text'>Um manifesto em favor da arte!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IwXGYb1XT0E/TxScZvs3h-I/AAAAAAAAAdY/VxsPRX3MrTo/s1600/arte-com-folha-4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 262px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698351394645837794" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-IwXGYb1XT0E/TxScZvs3h-I/AAAAAAAAAdY/VxsPRX3MrTo/s320/arte-com-folha-4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O mundo está carente de arte. A igreja ainda mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Onde estão os artistas? Por que a igreja sufoca talentos? Quero fazer um manifesto a todos que amam a arte: façamos o melhor! Façamos arte. Abramos as janelas da alma para que o sol da beleza tenha liberdade para ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos músicos:&lt;/strong&gt; deixem vazar a sinfonia mais furiosa que habita em suas almas. Toquem o céu com a melodia mais livre. Façam o melhor. Exijam de si mesmos nada mais que o excelente. Sejam a extensão viva do instrumento que tocarem. Sejam musicais. Destruam a síndrome do tocador (aquele ser medíocre que nunca evolui, tocando sempre as mesmas notas e errando no mesmo lugar!). Não escutem os chatos de plantão. Eles não sabem dançar!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos bailarinos:&lt;/strong&gt; dancem com arte, sem a triste decoração de passos vazios de coreografias sem inspiração. Dancem com a alma. Façam o melhor. Dancem com anjos. Sonhem a cada movimento. Inspirem, respirem e virem do avesso o mundo estático. Ao dançar, esqueça os olhos farisaicos que, consumindo-se de inveja, sofrem por não terem o mesmo talento. Dancem para que o corpo também possa louvar. A dança, às vezes, é a forma do desafinado cantar. Dancem, e o resto...&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos pintores:&lt;/strong&gt; onde vocês estão pelo amor de Deus? Choro pelo divórcio entre a arte das telas e a igreja. Ainda confunde-se a arte dos pincéis com a idolatria das pinturas. Preferem-se quadros medíocres com versículos sem contexto a quadros com arte e o belo como contexto da vida! Pintem o melhor que puderem. Exorcizem os fantasmas das telas em branco. Mostrem-nos o mundo lindo que só os seus olhos conseguem ver. Brinquem com as cores. Libertem-nos desse mundo cinza. Reconciliem-se com seus pincéis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos artistas plásticos:&lt;/strong&gt; vocês possuem o dom de transformar realidades. Não há limites: no vidro, na pedra, na água, na areia, no mármore. Façam surgir das pedras brutas as formas aprisionadas. Encham a igreja de arte. Não, não é pecado, não é idolatria – isso está nas mentes maldosas e pobres de arte – façam o mundo conhecer o talento que habita em vocês. Quanta madeira esperando por suas mãos! Quanta gente precisando tirar os olhos da banalidade empoeirada do cotidiano. Há olhos carentes do novo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos poetas:&lt;/strong&gt; por favor, voltem! Vocês fotografam nossas essências. Trazem à tona tesouros ocultos na confusão das palavras. Não sabemos como lidar com elas, vivem em fúria. Somente os poetas conseguem lidar com a letra, pois diferente de nós, que brigamos com elas, os poetas fazem amor. Libertam-nas das garras da exegese, da hermenêutica e suas Apolo-géticas! Poetas amados e amantes do verbo, onde vocês estão? A igreja não precisa de mágicos e seus truques que entorpecem a alma. A igreja chora pela veia do poeta, pelo vislumbre que só ele tem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A todos que amam a arte: uni-vos! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por favor, não se esqueça desse singelo manifesto. Como disse a Adélia Prado: “o que a memória amou fica eterno”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1919086546341066689?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1919086546341066689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/um-manifesto-em-favor-da-arte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1919086546341066689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1919086546341066689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/um-manifesto-em-favor-da-arte.html' title='Um manifesto em favor da arte!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IwXGYb1XT0E/TxScZvs3h-I/AAAAAAAAAdY/VxsPRX3MrTo/s72-c/arte-com-folha-4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-9131193668852785009</id><published>2012-01-14T10:09:00.003-02:00</published><updated>2012-01-14T10:31:49.846-02:00</updated><title type='text'>O efeito Sodoma: sobre uma tragédia familiar (Ez. 16.49, 50 e Gn. 18.16-20)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8o6lgVqLo98/TxF1k_ACmgI/AAAAAAAAAdM/90M5PcUHv-U/s1600/mulher%2Bde%2Bl%25C3%25B3"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5697464281847732738" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-8o6lgVqLo98/TxF1k_ACmgI/AAAAAAAAAdM/90M5PcUHv-U/s320/mulher%2Bde%2Bl%25C3%25B3" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sodoma é aqui! Nem toda prosperidade é sinal de bênção. Sodoma é considerada pelos mestres judeus como “a mais pecaminosa das cidades”. Ela tem sido eleita ao longo dos séculos como cidade da sexualidade desvairada. Isso é apenas &lt;em&gt;parte&lt;/em&gt; da verdade – ela tornou-se a capital mundial do egoísmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A expressão "Sodoma e Gomorra" se aplica, por extensão, às cinco cidades-estado do Vale de Sidim, no Mar Morto. Eram elas: Sodoma, Gomorra, Admá, Zebolim e Bela (também é chamada de Zoar).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Vale de Sidim ("Vale dos Campos") era descrito como um lugar paradisíaco. Ocupava uma área aproximadamente circular no vale inferior do Mar Morto. A região é chamada em hebraico de Kikkár que significa "bacia". A pequena península na margem oriental do Mar Morto, é chamada em árabe de El-Lisan que significa "a língua". Desde a península de El-Lisan ao extremo sul, se estenderia o Vale de Sidim. O seu fundo registra uma profundidade de 15 a 20 metros, enquanto para norte da península, o fundo desce rapidamente para uma profundidade de 400 metros.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Vamos observar alguns aspectos terríveis da vida em Sodoma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Midrash (um dos "ramos" da exegese judaica) está repleto de ilustrações da depravação moral reinante na cidade que se tornou a capital mundial – e cósmica – do crime.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promiscuidade:&lt;/strong&gt; Diz o Midrash que, uma vez por ano, eles se reuniam em determinado lugar para celebrar seu direito ao prazer desenfreado. Até os hedonistas mais ferrenhos considerariam exageradas as orgias: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pais dormiam com as próprias filhas. Maridos – com o consentimento das eposas – tomavam emprestado, por uma hora ou uma noite, as mulheres dos amigos, e tudo isso ocorria publicamente!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ódio:&lt;/strong&gt; Eles odiavam estrangeiros. Quem entrasse em Sodoma podia facilmente morrer de fome: os habitantes locais lhe vendiam ou até davam qualquer coisa, menos alimento. Havia também uma tortura ao estilo de Procusto – era a “Cama de Sodoma” – Midat Sdom.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Pior de tudo: diziam agir em conformidade com a lei local. Seus atos eram aprovados por seus tribunais. O Midrash diz que havia quatro ou cinco juízes, seus nomes: Homem do Engano, Homem da Falsidade, Cabeça dos Mentirosos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Uma lei aprovada em Sodoma: “Todo aquele que alimentar o pobre e faminto com um pedaço de pão, será queimado no fogo” (Pirkê De Rabi Eleizer 2:5) Uma lei de contenção da imigração.&lt;br /&gt; Intrigante é que não foi a desobediência às leis que transformou Sodoma em um símbolo; pelo contrário, foi exatamente a obediência cega! Não por acaso, a obediência cega ainda é desculpa para crimes hediondos como o Holocausto. A obediência à lei foi o argumento utilizado por cada um dos criminosos nazistas processados: “só estava cumprindo ordens”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sodoma aniquilava forasteiros: toda viagem até Sodoma era só de ida. Podia-se entrar, mas não sair!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em Sodoma, qualquer sombra de solidariedade era condenada à morte. Cada um se fortificou por trás da muralha das leis e tornou o bem-estar material seu objetivo supremo. A lei – ao lado de seus cidadãos – os protegia do incômodo despertar das consciências.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Tratado San’hedrin 109 fala sobre a punição a Plotit, filha de Ló, casada com um dos poderosos da cidade. Segundo o Tratado, ela apiedou-se de um moribundo e, escondendo alimentos em seu cântaro, o ajudou. Quando as autoridades viram que o homem, ao invés de morrer, engordava, investigaram e descobriram os atos de Plotit. Sua punição: lambuzaram seu corpo com mel e lançaram-na às abelhas, e elas a picaram até à morte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, o texto que trata de Sodoma está ao lado do que expõe a extraordinária hospitalidade desinteressada de Abraão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Riquezas:&lt;/strong&gt; A teoria principal gerada pela economia sodomita era a de que o outro, pela sua própria existência, atinge meu espaço vital – é um risco!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No Tratado de San’hedrin 109, está escrito: “Pois assim começou sua decadência: os homens de Sodoma não se orgulhavam de outra coisa senão da fartura e da riqueza que possuíam por influência divina. E eles diziam: ‘se de nossa terra tiramos pão e minério de ouro, para quê precisamos dos forasteiros? Não necessitamos que venha a nós qualquer pessoa, pois vem apenas para tomar o que é nosso. Apaguemos, pois, de nossa terra as leis e costumes de ir e vir’”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sodoma sacrificou o coração em nome da prosperidade! Nas casas suntuosas soprava o vento gélido do egoísmo. Nas camas aconchegantes dormia o monstro da indiferença. Sua maldade não nascia das carências, mas da vontade doentia de preservar suas riquezas a todo custo – inclusive ao custo de vidas! Segundo o Midrash, eles alagavam as entradas da cidade, pois como seu solo era rico em ouro, dificultavam ao máximo a entrada de exploradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quais lições podemos tirar dessa cidade e sua tragédia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. De que adianta a riqueza e a prosperidade quando Deus está ausente?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Deus, para falar com Abraão, basta chamá-lo fora da tenda. Quando Deus vai visita-lo, é recebido com o melhor da comida e das ofertas: estava em casa! Já em Sodoma, Deus é qualificado como o “forasteiro repugnante” – o outro terrível. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ló, em flagrante contraste com os homens da cidade, é bondoso e hospitaleiro, e ainda defende seus visitantes da fúria dos cidadãos. Deus nunca fica sem testemunho na história. Sempre há alguém para defender os propósitos divinos. Sua família é assim?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não é o ouro, a casa, o carro que testemunham de nossa prosperidade – mas a Presença de Deus gerando a alegria do ter e do ser. É o princípio de Jó: Deus também toma! (“Deus deu, Deus tomou” Jó 1. 21)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pegue todas as suas posses e consagre a Deus. Tire seu coração das coisas, e ame ao Senhor de toda tua alma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. É na família que a ação de Deus na história acontece&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma história trágica cujo núcleo principal onde se desenrolam os fatos é uma família: a família de Ló.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ele um pai controverso: oferece as próprias filhas a homens devassos e maus. Costumamos ficar escandalizados com essa atitude, contudo, pais ainda fazem a mesma violência hoje, quando não dão limites aos filhos, deixando-os livres no perigoso território da sexualidade distorcida de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A mulher de Ló é um capítulo à parte nessa tragédia: ela faz parte da destruição da cidade, fora da cidade, no caminho! É destruída na fuga, por causa da desobediência à lei de Deus. Obedecia às leis de Sodoma, mas não à voz de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ela representa a igreja que parou no tempo, cujo coração mora no passado (estátua de sal) – em suas posses! Olhar para trás era algo que a Antiguidade julgava com rigor! O Midrash diz que foi por causa dela que os habitantes locais ficaram sabendo da presença de estrangeiros em seu meio. Segundo o Midrash, ela foi pedir sal na vizinhança para preparar alimento para os visitantes, o que despertou a curiosidade dos sodomitas. Despreparada, revelou o segredo divino. Como na época, a punição se adequeva ao crime – por falta de sal ela atiçou a ira dos sodomitas, em sal transformou-se pela eternidade!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como estão as relações na sua casa? Como está o coração de sua mãe?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Da tragédia Deus pode trazer a esperança&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Na continuação do texto (Gn. 19. 30-38), as filhas de Ló embebedam seu pai e deitam-se com ele para engravidarem. As duas concebem. Seus filhos são chamados Moabe, uma expressão hebraica cujo sentido é “do pai” e Ben-Ami que significa “filho do meu povo”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Quanto mais nos aprofundamos nessa história, mais parece que as tragédias acontecem.&lt;br /&gt; Entretanto, é daqui que começa a surgir a Redenção. Da linhagem de Moabe vai surgir Rute – a moabita (Rt. 1. 4). Da linhagem de Rute vai surgir ninguém menos do que o rei Davi (Mt. 1. 5, 6). Da linhagem de Davi virá o Messias – o restaurador das famílias!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não há tragédia familiar ou histórica para a qual Deus não tenha a esperança, o milagre, a redenção. Se Deus ainda não está em sua casa, é tempo de convite e aceitação. A graça da Presença pode revolucionar a história das tragédias familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus em casa é a redenção da história familiar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-9131193668852785009?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/9131193668852785009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/o-efeito-sodoma-sobre-uma-tragedia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9131193668852785009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9131193668852785009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/o-efeito-sodoma-sobre-uma-tragedia.html' title='O efeito Sodoma: sobre uma tragédia familiar (Ez. 16.49, 50 e Gn. 18.16-20)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8o6lgVqLo98/TxF1k_ACmgI/AAAAAAAAAdM/90M5PcUHv-U/s72-c/mulher%2Bde%2Bl%25C3%25B3' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1996722771398839108</id><published>2012-01-05T18:44:00.003-02:00</published><updated>2012-01-05T18:57:58.572-02:00</updated><title type='text'>Resoluções para um ano melhor (Eclesiastes 3. 15)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BslMIbxhMXg/TwYOuIOpHjI/AAAAAAAAAdA/Qf8xlzr4lhE/s1600/alegria1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 308px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694254964502240818" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-BslMIbxhMXg/TwYOuIOpHjI/AAAAAAAAAdA/Qf8xlzr4lhE/s320/alegria1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Resolução é a decisão firme de mudar. A decisão de sair do lugar da acomodação e tomar as rédeas da própria história.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Carlos Moreira, num artigo sobre o ano novo escreveu: "Coisa extremamente perversa é a rotina, o tédio, a mesmice, a acomodação. Não há nada mais destrutivo ao espírito humano do que alguém que virou coadjuvante da história, e não seu ator principal, passou a seguir mapas, e não a fazer mapas, satisfez-se em atingir a média, tornar-se igual, massificado, não-singular, cópia da cópia, rosto na multidão, clone de outros, holograma de carne e sangue. Esquecemos as lições do filósofo Eurípedes, quando afirmou 'tudo é mudança; tudo cede o seu lugar e desaparece'."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Érico Veríssimo disse: “Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento”. Mudanças exigem determinação, garra, vontade, movimento!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não é a “virada” do ano que tem o “toque de Midas” capaz de transformar a poeira do ano passado no ouro do ano novo. Nenhum ano é velho ou novo, é apenas a sucessão das estações – quem envelhece, ou não, somos nós! Como um rapaz escreveu num cartaz em New York, “seja a mudança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quero refletir sobre algumas resoluções para um ano melhor:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Transforme o passado em memória, não em cárcere&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O texto de Eclesiastes, em suas inúmeras versões, preserva a seguinte frase: “Deus pede conta do que passou”; ou “Deus investigará o passado”. Deus também é o Deus do ontem!&lt;br /&gt; Mário Quintana disse algo muito sério: “O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente”. Não há como fugir do passado. Muitos gostariam de encontrar uma espécie de “lata de lixo existencial na história” onde pudessem jogar o passado – o problema é que teriam de ir junto!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O mesmo Mário Quintana foi ainda mais longe: “O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro”. O que somos é a mistura do que fomos com o que tentamos ser!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Precisamos aprender a curar as memórias para que o passado não se transforme em prisão. Só se cura o passado mergulhando na Palavra, pois nela encontramos os remédios da alma (Sl. 90. 12).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Faça a matemática da vida: &lt;em&gt;menos &lt;/em&gt;reclamação &lt;em&gt;mais&lt;/em&gt; reflexão &lt;em&gt;é igual a &lt;/em&gt;crescimento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Uma frase escrita no pára-choque de um caminhão serve bem para ilustrar o que quero dizer: “Se chiar resolvesse, sal de frutas não morria afogado”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; A reclamação é uma enfermidade da alma. Causa dor na vida. Gera ranço na estrutura dos afetos. Enruga a face do amor. Reclamação é semelhante a regar um jardim com soda cáustica – vai gerar morte ao invés de vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Carecemos de equilíbrio: reclamar de tudo é adoecedor. “Há tempo para tudo”: essa frase deveria estar anexada em todos os quartos da nossa alma. O povo de Israel é marcado, nas páginas do AT por uma palavra: “Murmuração”. O termo hebraico utilizado tem o sentido de uma memória teimosa que insiste em reviver os fatos que machucaram a alma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Faça a matemática da vida: nesse caso, menos vai ser sempre mais!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Viva para a glória de Deus&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Irineu dizia que “a glória de Deus é um homem cheio de vida”. Deus é Deus de vivos!&lt;br /&gt; Acredite no Deus que nos ajuda a viver. Chame Deus para dentro do seu quarto de mudanças e acredite, Ele o ajudará no processo doloroso das transformações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Charles Chaplin dizia que a coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina: na morte. Deveria ser ao contrário. Ele disse que “nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Stanislaw Jerzy Lec disse algo muito provocante: "tantas pessoas vivem numa rotina tão exata, que é difícil de acreditar que elas vivem pela primeira vez." A rotina é a mãe do tédio e a sogra do cansaço. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Viva para a glória de Deus. Viva para marcar a história. Viva para que as memórias sejam testemunhos do que realmente valeu à pena. Viva para que o mundo veja que em Cristo a vida é uma história de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles Chaplin:  escreveu um texto sobre a vida que gostaria muito que você guardasse em sua alma:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.&lt;br /&gt; Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, Já fiz amigos eternos, já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, Já fui amado e não soube amar.&lt;br /&gt; Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos, Já liguei só pra escutar uma voz, Já me apaixonei por um sorriso, Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... Tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!&lt;br /&gt; Mas sobrevivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... E você também não deveria passar. Viva!!! Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e A VIDA É MUITO para ser insignificante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1996722771398839108?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1996722771398839108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/resolucoes-para-um-ano-melhor.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1996722771398839108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1996722771398839108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2012/01/resolucoes-para-um-ano-melhor.html' title='Resoluções para um ano melhor (Eclesiastes 3. 15)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BslMIbxhMXg/TwYOuIOpHjI/AAAAAAAAAdA/Qf8xlzr4lhE/s72-c/alegria1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3419636499978803473</id><published>2011-12-27T23:17:00.003-02:00</published><updated>2011-12-27T23:28:29.476-02:00</updated><title type='text'>Uma reflexão sobre a alegria (Salmo 126)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-w_mOpTY4ZaA/TvpwsKmoqfI/AAAAAAAAAc0/-X2VNmY8z60/s1600/alegria.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 240px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690984983199001074" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-w_mOpTY4ZaA/TvpwsKmoqfI/AAAAAAAAAc0/-X2VNmY8z60/s320/alegria.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cristianismo sem alegria é contradição. Poucas pessoas são tão tristes quanto às religiosas. Luiz Sayão diz que “Se o Islamismo tem xiita, o cristianismo tem chaato”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Phyllis McGinley disse algo provocativo: “Já li que durante o processo de Canonização, a Igreja Católica exige prova de alegria no candidato, e embora não tenha ainda conseguido descobrir capítulo e versículo, gosto da sugestão de que cara macambúzia não é atributo sagrado”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Sei que nem sempre a gente consegue sorrir. Aliás, sorrir não é sinônimo da verdadeira alegria. Contudo, a Bíblia tem um padrão: (Sl. 30.5) – o choro é a possibilidade, mas a alegria é a certeza!&lt;br /&gt; Ainda há crentes que vivem sob a ditadura da cara fechada. Qualquer alegria que experimente vem tatuada de suspeita. Ellen Glasgow, em sua autobiografia, disse sobre seu pai, que era um presbítero muito rígido: “Em toda a sua longa vida, ele nunca cometeu um prazer”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ser cristão é ser alegre: do paraíso de Adão ao domingo da ressurreição, a alegria tem sido como pinceladas de Deus preenchendo de cores as telas vazias da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vamos refletir sobre alguns aspectos da alegria à luz desse magnífico Salmo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. A alegria é característica fundamental da peregrinação do povo de Deus&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Salmo diz: “nós rimos, nós cantamos”: apesar das esquinas tristes e das tardes cinza, a igreja caminha no chão da alegria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A enorme indústria do entretenimento é um sinal do esvaziamento da alegria em nossa cultura – bem que o Ultraje a rigor detectou em 1983: “a gente somos inúteo”.  A vida cristã precisa testificar da alegria – mostrar ao mundo os conteúdos que nos preenchem. Foi dito sobre Hasid Levi Yitzhak de Berditchev que “seus sorrisos eram cheios de maior significado que seus sermões”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, a sentença central do Salmo é: “nós somos um povo feliz”. Somos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. A alegria do povo de Deus tem base na história&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No texto, as palavras dos versos 1 e 2 estão no passado; as palavras dos versos 4 a 6 estão no futuro: isso sinaliza para a extraordinária verdade de que a nossa alegria tem passado, presente e futuro. Não é uma emoção efêmera (do grego, reméra: dia. O efêmero é aquele êxtase que dura pouco, dura um dia apenas...). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O texto trata a alegria como testemunha da história: “Quando Deus fez voltar os cativos...” Essa frase repleta de alegria faz acordar vastas memórias – a alegria tem uma história, e geralmente é uma história de vitória sobre o pranto. Essa certeza do futuro é magistral, pois nos convoca à reflexão: se no passado Deus agiu – e Deus não muda – Ele certamente continuará comigo. A certeza do Salmo – e a nossa – é que o que conhecemos de Deus, conheceremos de Deus!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O texto registra o clamor: “Traga chuva!” O Neguebe, ao sul de Israel, é um vasto deserto. Os cursos de água do Neguebe são uma rede de valas cortadas no solo por erosão do vento e da chuva. Durante a maioria do ano ficam ressecados sob o sol, mas uma chuva repentina faz o deserto brilhante de flores. Nossas vidas são assim, ressequidas, de repente, os longos anos de espera e esterilidade são graciosamente interrompidos pela invasão do amor de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O nome disso é alegria na história das nossas vidas! Tempo de cantar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. A alegria do povo de Deus desafia as crises, e triunfa!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ela não é produto da ilusão midiática que finge não ver as rugas na face da alma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Fica claro no Salmo 126 que tanto quem escreveu quanto aqueles que o cantaram não desconheciam o lado sombrio das coisas. Levavam a memória dolorida do exílio em seus ossos e as cicatrizes da opressão em suas costas. Conheciam os desertos do coração e as noites de choro. Sabiam muito bem o que significava “semear em lágrimas”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O riso não exclui o choro. Ambos dão seu espetáculo no mesmo palco – meu rosto! Ambos habitam o mesmo camarim – meu coração! A alegria não é um escape da tristeza. A dor e o sofrimento não conseguem expulsar a alegria, pois ela vem junto com a minha história de redenção! (Não por acaso as máscaras no teatro antigo já apontavam para isso – a tragédia e a comédia coexistem).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Uma estratégia comum, mas fútil para se conseguir alegria, segundo a mentalidade banalizada de hoje, é eliminar coisas que machucam: livrar-se da dor anestesiando as extremidades do nervo; livrar-se da insegurança eliminando os riscos – e com isso, fazer as malas e ir morar na região apertada da mediocridade, onde a vida é insossa e a mira é baixa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Uns preferem acabar com os desapontamentos despersonalizando as relações (controle, ciúme). Outros tentam suavizar a monotonia de suas vidas comprando pequenas doses de alegria na forma de férias ou entretenimento. O Salmo 126, nem de longe, menciona isso – é alegria que desafia as crises e triunfa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa alegria tem passado: seu solo é fortalecido pelas memórias dos atos de Deus.&lt;br /&gt; Nossa alegria tem futuro: seus olhos estão focados para além do palco, na bendita esperança das promessas de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Feliz Ano Novo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3419636499978803473?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3419636499978803473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/12/uma-reflexao-sobre-alegria-salmo-126.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3419636499978803473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3419636499978803473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/12/uma-reflexao-sobre-alegria-salmo-126.html' title='Uma reflexão sobre a alegria (Salmo 126)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-w_mOpTY4ZaA/TvpwsKmoqfI/AAAAAAAAAc0/-X2VNmY8z60/s72-c/alegria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3081632133036696809</id><published>2011-12-19T22:43:00.003-02:00</published><updated>2011-12-19T22:59:00.765-02:00</updated><title type='text'>Como está a nossa luz? (Mt. 5. 13-16)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-XNiZWSsao94/Tu_djm3A9gI/AAAAAAAAAco/mU3qAeCB4uE/s1600/luz.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 240px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688008458188682754" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-XNiZWSsao94/Tu_djm3A9gI/AAAAAAAAAco/mU3qAeCB4uE/s320/luz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Vocês são a luz do mundo e o sal da terra”: estamos diante de uma declaração notável que define a natureza do cristão. Sal e luz são elementos que existem para gastar-se. Elementos básicos à vida humana. Inconfundíveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Jesus disse para um grupo de homens simples, insignificantes do ponto de vista da sociedade da época: “vocês são a luz do mundo”: isso sinaliza para uma abençoada verdade: não há insignificantes nos planos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Martin Lloyd-Jones refletindo sobre esse texto disse que &lt;em&gt;“o perigo constante é que leiamos uma declaração como essa e fiquemos pensando em alguma outra pessoa, como os cristãos primitivos, ou o povo evangélico em geral. Porém, se realmente nos consideramos cristãos, é a nós que as palavras do texto se referem”&lt;/em&gt;.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O chamado de Jesus ainda nos atinge: somos ou fingimos ser? Esse texto é um convite à ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vamos refletir sobre algumas lições que aprendemos nesse texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. Precisa existir diferença entre o cristão e o mundo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sal e luz são elementos óbvios, nem precisam de ilustração. É evidente que façamos diferença. O mundo espera de nós que sejamos tão diferentes quanto a luz e as trevas! Nesse texto há uma séria advertência: quando agimos de forma contrária à nossa natureza nos tornamos ridículos: sal sem sabor e luz sem brilho. Comunidade do absurdo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando ocultamos nossa natureza regenerada nos tornamos completamente inúteis. O verdadeiro crente não se oculta, nem pode deixar de ser notado. É de sua natureza destacar-se, pois é como “uma cidade edificada sobre um monte”. Esse texto desmonta o chamado “cristianismo nominal”, o formalismo dogmático sem razão de ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Dietrich Bonhoeffer disse que “refugiar-se no invisível é uma negação do chamado, uma comunidade de Jesus que procura esconder-se deixou de segui-lo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. Não podemos nos esquecer que existem responsabilidades nessa diferença&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Jesus afirmou categoricamente: “vocês são”: não podemos falhar! Há outra advertência implícita no texto: assim como acontece com o sal, também é com a luz: se o sal pode perder a salinidade, a luz pode transformar-se em trevas (Mt. 6. 23: “se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas!”).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Próximo de onde Jesus ministrou esse sermão havia a comunidade dos essênios, que se intitulava “os filhos da luz”, mas não tomava providência alguma para que sua luz brilhasse. Ocultos em seu gueto, seu sal era tão inútil quanto os depósitos de sal no Mar Morto ali bem perto. W D Davies diz que Jesus pensava neles quando ministrava essa palavra!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nossa responsabilidade é dupla: denúncia e proclamação: o sal arde e a luz pode cegar e queimar! Helmut Thielicke escreveu: “Jesus não disse ‘vocês são o mel do mundo’, mas o sal”. Como está a nossa missão? Note que Jesus primeiro fala sobre o sal, depois sobre a luz: é um exemplo da atividade da igreja: primeiro arde, depois ilumina!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A luz não somente dissipa as trevas, também revela suas causas. João 3. 19 é brutal: “os homens amaram mais as trevas do que a luz”. A nova natureza em Cristo precisa fazer o homem amar mais a luz do que as trevas. Helmut Thielicke disse que “o sal e a luz têm uma coisa em comum: eles se dão e se gastam, e isto é o oposto do que acontece com qualquer tipo de religião egocentralizada”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É preciso ser como João Batista que, segundo João 5. 35: “ardia e iluminava”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;III. Cuidado com o perigo da inversão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Inversão é quando adoramos a lâmpada e não a luz. Jesus disse em João 8. 12 e 9. 5: “Eu sou a luz do mundo”. Por derivação nós também somos, pois brilhamos com a luz de Cristo no mundo, como astros à noite, como disse Paulo aos Filipenses 2. 15: “para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O mundo sempre esteve nas trevas do auto-engano. O mundo nunca se cansou de enfatizar sua própria luz: a Renascença (séc. 15 e 16) ou o Iluminismo (séc. 18), o chamado “século das luzes”, são exemplos de impulsos culturais auto-intitulados de “luz”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Curioso é que à medida que cresce o conhecimento tecnológico, o existencial definha. Ainda carecemos – e muito – de conselhos amorosos e cursos para casais, porque não sabemos viver!&lt;br /&gt; A luz de Jesus vai além do saber – vai até o âmago do ser. Ela mescla perfeitamente o ser, o saber e o fazer, para desembocar no viver (João 10. 10: “vida em abundância”).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para não cairmos no labirinto das inversões precisamos de duas coisas: humildade e consciência do limite: numa lâmpada antiga, somente duas coisas eram necessárias: azeite e pavio!&lt;br /&gt; Azeite é unção. Pavio é humanidade! Limite! O pavio necessitava de cuidados, reparos. Era preciso aparar sua ponta para que não fizesse fumaça demais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aparar o pavio é cultivar a memória e a ação sobre as bem-aventuranças que abrem o Sermão do Monte: humildade, mansidão, misericórdia, paz, pureza de coração! É preciso humildade para atuar como luz sem ostentação nem exibicionismo. Por isso Jesus acrescenta: “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai”: a glória da luz não é nossa! É preciso compaixão: gastar o pavio por amor aos que estão em trevas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Somos chamados a sermos “cópias de Cristo”: assim como ele iluminou a história, assim também devemos brilhar: Mt. 5. 16: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3081632133036696809?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3081632133036696809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/12/como-esta-nossa-luz-mt-5-13-16.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3081632133036696809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3081632133036696809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/12/como-esta-nossa-luz-mt-5-13-16.html' title='Como está a nossa luz? (Mt. 5. 13-16)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-XNiZWSsao94/Tu_djm3A9gI/AAAAAAAAAco/mU3qAeCB4uE/s72-c/luz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7787591384733479703</id><published>2011-11-17T18:20:00.003-02:00</published><updated>2011-11-17T18:35:38.872-02:00</updated><title type='text'>É preciso clamar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Mag2WNahQoE/TsVwEW7BWwI/AAAAAAAAAcc/Bx6Z-eOnw3w/s1600/clamor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 240px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676066125545298690" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Mag2WNahQoE/TsVwEW7BWwI/AAAAAAAAAcc/Bx6Z-eOnw3w/s320/clamor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O texto de Joel 2.1 diz: "Toquem a trombeta em Sião..." Em outras palavras: "Clamem!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O clamor é uma expressão da alma. Sempre há alguém clamando. O mundo é um imenso eco de clamores. Até Deus clama – a Bíblia é repleta dos clamores de Deus: “A quem enviarei?” (Isaías 6.8). O nome Joel significa “o Senhor é Deus”. É provável que Joel tenha vivido e profetizado em Jerusalém. É um livro baseado todo em Deus! Há uma sede de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Joel tem sido chamado de “o profeta do avivamento”. Ele compreendeu que o arrependimento sincero é a base da verdadeira espiritualidade e era para que isto acontecesse com seu povo que ele se esforçava.  O conteúdo básico de seu livro é o apelo ao arrependimento. O livro todo é um clamor. A grande verdade que precisamos resgatar aqui é que ainda precisamos de um clamor que suba até os céus e chegue aos ouvidos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vamos observar três clamores que nós, como igreja, não podemos desprezar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Precisamos clamar por novas lágrimas&lt;/strong&gt; (Joel 1. 13, 14 – 2. 17)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;George Whitefield em um de seus sermões disse que “precisamos nos arrepender do nosso arrependimento e lavar as nossas lágrimas no sangue do cordeiro”. A igreja de hoje até chora, mas não mais movida pelo quebrantamento. É um choro cínico. Um choro muito parecido com birras infantilizadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Precisamos chorar! Lágrimas de conteúdo. Lágrimas com um propósito definido. Lágrimas que apontem para a cruz! Lágrimas que nos levem à ação (Ne. 4. 4: “assentei-me e chorei” -  ruínas que incomodam e levam à ação!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Esse cristianismo da festa, do oba-oba, do sorriso pálido não sabe o perigo que está correndo. Deus clama por uma igreja banhada por lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2. Precisamos clamar por um retorno à santidade&lt;/strong&gt; (Joel 2. 1, 2)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Thomas Watson disse que “a santificação é gradual; se ela não aumentar, é porque não está viva”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Vivemos numa igreja que comete o terrível pecado do esquecimento da santidade. Uma igreja que enfatiza o amor e as bênçãos de Deus, mas que não vive para honrá-lo em santidade e justiça. Uma igreja muito parecida com o cenário que Asafe denuncia no Salmo 74. 9: “Já não vemos os sinais miraculosos, não há mais profeta; nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará”. O que vemos hoje, em muitos lugares, não são sinais miraculosos, mas mágica, ilusionismo, sugestionamentos e psiquismos que tiram a Glória de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Joel coloca uma expressão muito forte: “tremam todos os habitantes do país, pois o Dia do Senhor está chegando!” Isso é um chamado à consciência da grandeza da Presença de Deus – “Tremam!” Deus não é somente amor e maravilhas – Ele também é o Sagrado Terrível – o Deus que não aceita suborno, que não pode ser tratado com negligência – O Deus que não aceita fogo estranho em seu altar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Precisamos clamar por um legítimo arrependimento&lt;/strong&gt; (Joel 2. 13)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Moody deu uma das definições mais lindas do que é o arrependimento: “Arrependimento é a lágrima nos olhos da fé”. É a mistura perfeita entre o rosto molhado com o coração quebrantado!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Choremos por um retorno a Deus! Não precisamos dos mágicos e seus showzinhos baratos, precisamos de Deus!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Choremos por um retorno à Palavra! Chega dessa cantarolagem vazia e pouco edificante!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Choremos por uma verdadeira comunhão uns com os outros! Chega das teologias da vingança. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nosso inimigo está lá fora e derrotado!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Arrependimento não é uma coreografia montada. Não é um ato político numa festa sem Deus – é retorno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles Wesley: irmão de John Wesley escreveu muitos hinos, dentre eles, um que é extraordinário:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Ó Jesus, cheio de graça e de verdade,&lt;br /&gt;Mais cheio de graça do que eu de maldade,&lt;br /&gt;Mais uma vez eu busco tua face gloriosa;&lt;br /&gt;Abre teus braços, recebe-me com ternura amorosa,&lt;br /&gt;Cura gratuitamente meu pecado cruel&lt;br /&gt;E, a despeito disso, ama este pecador infiel.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Somos pecadores, é isso que precisamos entender para sermos salvos! É preciso clamar!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7787591384733479703?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7787591384733479703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/11/e-preciso-clamar.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7787591384733479703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7787591384733479703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/11/e-preciso-clamar.html' title='É preciso clamar'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Mag2WNahQoE/TsVwEW7BWwI/AAAAAAAAAcc/Bx6Z-eOnw3w/s72-c/clamor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1433675405619686503</id><published>2011-11-01T18:13:00.003-02:00</published><updated>2011-11-01T18:24:42.768-02:00</updated><title type='text'>Ressurgiu! (Mateus 28. 1-10)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-yhWIHPy08Tk/TrBVRmcWL4I/AAAAAAAAAcQ/3ZdhzgySINk/s1600/tumulo_vazio2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 242px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670125691725033346" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-yhWIHPy08Tk/TrBVRmcWL4I/AAAAAAAAAcQ/3ZdhzgySINk/s320/tumulo_vazio2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um escritor antigo registrou uma poderosa verdade: a maior notícia que o mundo já ouviu veio de um túmulo vazio!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ressurreição! O texto de Mateus 28. 1-10 traz a mais extraordinária de todas as notícias: “Ele vive!” A ressurreição de Cristo é o ponto focal da esperança cristã. O apóstolo Paulo, por exemplo, faz referência a esse fato marcante cerca de 53 vezes em seus escritos.&lt;br /&gt; Um dos grandes perigos da atualidade é a sutil desconstrução da ressurreição – num mundo sem encantos, uma ressurreição sem fascínio, sem perplexidade, uma teologia sem prática. É a tentativa satânica de ridicularizar o magistral. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que mais me encanta na ressurreição de Cristo é que, mesmo sendo extraordinária, operou no comum. Não foi um evento sufocante. Jesus se recusou a usá-la como mecanismo de intimidação ou emocionalismo. Ele poderia dizer, no ápice da cruz: “aguardem! Em três dias vou aparecer retumbante e vocês verão com quem estão lidando!” Não! A ressurreição foi o evento do amor, não do medo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Eugene Peterson frisa que a ressurreição se dá na companhia de amigos que se conhecem pelo nome. O verso 10 enfatiza a frase: “avise aos meus irmãos”. Não foi uma exibição impessoal feita diante de multidões ávidas pelo êxtase barato do místico. Foi vivenciada numa abençoada rede de contatos pessoais. Privilégio dos íntimos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Há alguns detalhes na narrativa bíblica que ainda me emocionam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Mulheres lutando contra a realidade inflexível da morte&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Marcos e Lucas citam as mulheres comprando perfume para levarem ao túmulo. Elas foram prestar um culto perfumado no ambiente dos cheiros detestáveis. Parece até que recebem por compensação a maravilha da anunciação: porque tiveram amor suficiente para adorá-lo enquanto ainda estava morto, agora terão a honra de anunciar ao mundo que “Ele vive!”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A ressurreição lhes reservava uma reviravolta: elas foram ao túmulo cuidar dos assuntos que envolviam a morte, mas foram surpreendidas e passaram a espalhar a notícia da vida! Foram ao lugar das lágrimas e receberam o maior de todos os sorrisos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Elas estavam preocupadas com a pedra e o trabalho que teriam para removê-la. Esqueceram do que o próprio Jesus revelou sobre o Pai: “meu Pai trabalha!” Deus é o único Deus trabalhador da história! Chegaram ao túmulo e o trabalho já tinha sido feito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, muitos culpam Eva, no Éden, pelos rumos que a humanidade tomou, como se ela fosse a única responsável por abrir a porta da última solidão. Agora, na ressurreição, começa a acontecer o que chamo de “restauração de Eva”. O feminino marca presença. O primeiro olhar para o Cristo Vivo é feminino. Em João 20.15 entra o grande detalhe: “Ela pensou que ele fosse o jardineiro” – ela acertou! O jardineiro voltou. A ressurreição trouxe o paraíso de volta aos olhos. É a redenção de Eva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Jesus apresentou à morte a reversão da irreversibilidade (I Co. 15. 52-57)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A morte é marcada por uma palavra dura: &lt;strong&gt;Irreversível!&lt;/strong&gt; Se alguém morre, uma certeza temos: nunca mais o veremos. Esse alguém não voltará a bater na porta de nossa casa. É irreversível. A morte costuma causar em nós sensações terríveis. Não conheço nenhuma pessoa que goste de dar ou receber notícias de morte. A fala demora a sair, as lágrimas descem. A morte nos tira do chão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Agora, o que me dá um canto de vitória é saber que o que a morte causa em nós, &lt;strong&gt;Jesus causou na morte!&lt;/strong&gt; Imagine o susto que o Império da Morte levou ao ver Jesus vivo novamente depois de três dias! Jesus apresentou-lhe  a reversão da irreversibilidade  e colocou esse cântico magnífico na boca de Paulo: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;John Donne (1573-1631) escreveu um poema chamado “Morte, não te orgulhes”:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;Morte, não te orgulhes, embora alguns te tenham chamado&lt;br /&gt;De poderosa e espantosa, pois não és tal;&lt;br /&gt;Pois aqueles que pensas teres vencido,&lt;br /&gt;Não morrem, pobre morte; e nem podes matar-me.&lt;br /&gt;Do descanso e do sono, que são apenas tuas figuras,&lt;br /&gt;Vem muito prazer; então de ti muito mais deve vir;&lt;br /&gt;E logo nossos melhores homens contigo se vão –&lt;br /&gt;Mas isso é repouso para seus ossos, e livramento da alma!&lt;br /&gt;És escrava da sorte, da chance, de reis e homens desesperados,&lt;br /&gt;E habitas com o veneno, a guerra e a enfermidade;&lt;br /&gt;Papoula e encantamentos podem fazer-nos dormir também,&lt;br /&gt;E são melhores que teu golpe. Por que te inchas, pois?&lt;br /&gt;Passado um breve sono, e despertamos eternamente,&lt;br /&gt;E a morte já não existirá: morte, tu morrerás!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;br /&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1433675405619686503?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1433675405619686503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/11/ressurgiu-mateus-28-1-10.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1433675405619686503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1433675405619686503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/11/ressurgiu-mateus-28-1-10.html' title='Ressurgiu! (Mateus 28. 1-10)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-yhWIHPy08Tk/TrBVRmcWL4I/AAAAAAAAAcQ/3ZdhzgySINk/s72-c/tumulo_vazio2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-5720213418885402961</id><published>2011-10-27T15:23:00.002-02:00</published><updated>2011-10-27T15:32:26.524-02:00</updated><title type='text'>Verdades sobre a Reforma que ainda precisamos resgatar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-FAL-6i-TQ9g/TqmVnVCox8I/AAAAAAAAAcE/vvda8M5mA2A/s1600/lutero.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 210px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5668226108918122434" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FAL-6i-TQ9g/TqmVnVCox8I/AAAAAAAAAcE/vvda8M5mA2A/s320/lutero.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estamos na Semana da Reforma. 31 de outubro de 1517, Wittenberg, Alemanha. Um novo tempo começava, das ânsias guardadas no cerne de corações inflamados, surge uma nova forma, Reforma. Como um abençoado eco de Wycliffe (1328-1384), cujos ossos foram queimados trinta anos depois de sua morte, e de John Huss (1373-1415), o “ganso” que profetizou sobre o “cisne”, um tempo de redescobertas começava.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na porta da igreja do castelo de Wittenberg, 95 teses começavam a desmontar uma história de opressão teológica.  A vida de Lutero era marcada por um demolidor peso de culpa e senso absurdo do pecado, até o dia em que ele se depara com Rm.1.17, onde sua mente é aberta para a verdade transformadora da justificação por graça e fé. No século XIX, a frase mais conhecida da Reforma seria popularizada: “Ecclesia reformata et semper reformanda est” (“A igreja reformada está sempre se reformando”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quais são as principais verdades sobre a Reforma que ainda precisamos resgatar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – O resgate da justificação do pecador por graça e fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão central do Evangelho: Como podemos, míseros pecadores, ser alvos da graça de Deus? John Stott dizia que “ninguém entende o cristianismo, se não entende a palavra ‘justificado’".  A justificação por graça e fé começa onde há libertação dos esquemas de merecimento: indulgências, peregrinações, penitências, ativismo eclesiástico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Reafirmar esse princípio nos leva a desmascarar teologias que priorizam o ter em detrimento do ser. É o efeito Lutero destruindo a tirania do merecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – O resgate da autoridade normativa das Escrituras&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A redescoberta do evangelho tem passagem obrigatória pela oração e estudo da Palavra. Na época de Lutero, a hermenêutica estava presa aos esquemas próprios e tendenciosos de interpretação da igreja.  A reforma afirma que as Escrituras têm autoridade suprema sobre qualquer ponto de vista humano. Não somos chamados a pregar uma teologia, mas o evangelho!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Lutero dizia que “no momento em que lemos a Bíblia é quando o Diabo mais se apresenta, pois tenta nosso coração a interpretar as verdades lidas segundo nossa própria vontade, e não segundo a vontade soberana de Deus”.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É preciso redescobrir a centralidade da Palavra. Reafirmar esse princípio nos leva hoje a questionar nossa hermenêutica, a assumir uma atitude bereana (At. 17. 10, 11), uma atitude de quem pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – O resgate da igreja como comunhão dos santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lutero amava a igreja, não queria dividi-la, mas oferecer-lhe um caminho de cura. A igreja era governada pelo Papa, e não por Cristo. Somente o clero possuía a Bíblia, isso sem falar no acúmulo de riquezas e poder da igreja enquanto o povo sofria na miséria (isso lembra alguma coisa?). Para Lutero, a igreja é o “autêntico povo de Deus”, os líderes servem à igreja, e não podem se servir dela. Por isso Lutero reafirmou o sacerdócio geral de todos os crentes – todo cristão tem a responsabilidade de anunciar o evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Reafirmar esse princípio hoje, numa sociedade do egoísmo, do individualismo e da indiferença, é assumir um chamado ao arrependimento. Esse arrependimento abrange todos os “caciques denominacionais” que ainda exploravam o povo, até às mentalidades ingênuas que, por preguiça mental, nunca progridem na fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV – O resgate da liberdade do cristão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lutero redescobre o prazer de ser livre. Como somente Deus é livre, ele nos concede a liberdade por meio de Jesus Cristo (Jo. 8.31,32 e 36). Lutero perguntava: “para que serve a liberdade do cristão?”, ao que ele mesmo respondia: “o cristão é livre para amar”. Estamos dispostos a amar hoje?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Reafirmar esse princípio significa reavaliar todo e qualquer sistema de submissão opressiva, legalismos asfixiantes, estreitamentos neurotizantes, experiências carismáticas carentes de misericórdia, que destroem a liberdade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V – O resgate da centralidade da cruz de Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Através da libertação em Cristo, o cristão se torna “um Cristo para os outros”(Lutero), portanto, quem é cristão não pode dominar sobre os seus semelhantes, sob pretexto algum. Antes, solidariza-se com o sofredor, ajudando-o a carregar a cruz. Na cruz, o cristão vê crucificado o mundo. Dela vem a nossa vocação para estabelecer o reino de justiça, igualdade e paz. É o sinal supremo do amor de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Reafirmar esse princípio significa voltar à verdade de que não somos celebridades, mas servos. Como um cristão do passado dizia, “a vida oferece somente duas alternativas: autocrucificação com Cristo ou autodestruição sem ele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos chamados a discernir o espírito de cada época. Será que estamos dispostos a assumir o “efeito Lutero” em nossa prática teológica atual? Que a igreja seja sempre uma “igreja reformada, sempre se reformando”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-5720213418885402961?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/5720213418885402961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/verdades-sobre-reforma-que-ainda.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5720213418885402961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5720213418885402961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/verdades-sobre-reforma-que-ainda.html' title='Verdades sobre a Reforma que ainda precisamos resgatar'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FAL-6i-TQ9g/TqmVnVCox8I/AAAAAAAAAcE/vvda8M5mA2A/s72-c/lutero.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-2773515634276409822</id><published>2011-10-24T22:40:00.002-02:00</published><updated>2011-10-24T22:54:06.838-02:00</updated><title type='text'>Afinal, quem precisa de igreja?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-4EEBXsnrNJs/TqYIoIHyuAI/AAAAAAAAAb4/iZvGW5SVvv8/s1600/designer.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 253px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667226666560305154" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-4EEBXsnrNJs/TqYIoIHyuAI/AAAAAAAAAb4/iZvGW5SVvv8/s320/designer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse post é baseado num estudo que ministrei numa igreja aqui em Goiânia, a partir do texto de Apocalipse 1. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;J F Powers escreveu algo intrigante sobre a igreja: “Esta é uma grande e velha nave. Ela range, balança, rola, e às vezes faz com que a gente queira vomitar. Mas ela chega ao destino. Sempre chegou, sempre chegará, até o fim dos tempos. Com ou sem você”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;João da Cruz dizia que “a alma virtuosa que está só, é como a brasa que está só: ao invés de esquentar, tornar-se-á cada vez mais fria”. A igreja sempre esteve na fronteira entre a maravilha e o caos. Entre a glória e a vergonha. Entre o céu e o inferno. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é privilégio do nosso tempo uma igreja em crise. A igreja de Corinto era formada basicamente por mercadores judeus, ciganos, gregos, prostitutas, idólatras pagãos e gente de mentalidade sexual deturpada. Os primeiros capítulos mostram Paulo preocupado com uma pergunta: “exatamente, o que é isso que se chama igreja?” Paulo jamais fez essa pergunta sobre o judaísmo ou qualquer outra cultura pagã. Mas o enigma da igreja preocupou o apóstolo.&lt;br /&gt; Por isso, Paulo procura em sua primeira carta aos Coríntios, palavras certas para descrever o mistério da igreja: lavoura, edifício? Até que no capítulo 12 ele usa a metáfora que se encaixaria com perfeição: corpo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como todo corpo a igreja tem dores. É de sua natureza o conflito. Flannery O’Connor escreveu algo terrivelmente verdadeiro: “o culto era tão horrível [na minha igreja] que deveria haver algo mais nele para que o povo continuasse vindo”.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é por acaso que o Novo Testamento insiste obstinadamente em apresentar a igreja mais como família do que como instituição: você conhece alguma família perfeita? A famosa igreja primitiva é descrita em riqueza de defeitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vamos analisar um pouco mais de perto essa pergunta: “quem precisa de igreja”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Não preciso de igreja, preciso ser igreja&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O grande equívoco da geração envenenada pelo câncer da rivalidade e da crítica maldosa está no olhar errado: a postura de consumidor: “divirta-me”; “dê-me algo de que eu goste”.  Quando o centro do culto está em mim, não sou igreja – o foco precisa estar em Deus! Apocalipse é o padrão: começa com a visão extraordinária da pessoa bendita de Cristo. Quando somos cristocêntricos, somos igreja!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Deus, não a congregação, é o mais importante. Quando me proponho a focar o palco e seus atores medíocres, vou acumular decepções, mas quando enxergo a cruz e mantenho os olhos para além do que acontece no palco, vejo a graça – vejo Deus!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A igreja – principalmente as pessoas que a Bíblia expõe – sempre foi marcada por decepções. Em Lc. 10. 1-23 Jesus faz um teste: envia cerca de 70 discípulos sem sua presença entre eles para várias cidades. A igreja em teste! Voltaram e Jesus em sua leitura detecta um grave perigo: o fascínio pelo poder, pela mágica, pelo êxtase!&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Igreja sempre vai ter decepções. Você não está num filme hollywoodiano, mas na vida comum das pessoas. Somos igreja e Jesus nos ama assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A tentação da espiritualidade em série&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É o mal de Procusto. A mentalidade de gueto. A maldição do tribalismo. É o nazismo religioso. Conheceu um, conheceu todos. Se procuro uma igreja "como eu" estou destruindo todos os sinais da diversidade. É o Apocalipse e as sete igrejas, com suas idiossincrasias, seus defeitos e manias, suas virtudes e alegrias – sua celebração das diferenças.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Preciso entender que gente diferente de mim pode ser uma grande bênção no caminho da adoração. Philip Yancey escreveu: “como é fácil nos esquecermos que a igreja cristã foi a primeira instituição na história do mundo a nivelar num mesmo patamar judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A igreja unia e ainda une em torno da mesa: é a Ceia, a celebração que cura o Éden: no jardim, o homem sem Deus comeu e pecou; na Ceia, o homem com Deus, come e celebra a vida. Ceia solitária não celebra, é apenas lembrança triste de um paraíso sem comunhão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Não se pode fugir da igreja, apenas de um templo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Assim como não se consegue fugir &lt;em&gt;da&lt;/em&gt; casa, mas somente &lt;em&gt;de&lt;/em&gt; casa. Foge-se de uma geografia (paredes numa rua), mas não do estado de espírito que o lar representa. Alguns fogem da geografia do templo, apenas para tornarem-se alvos da missão da igreja: os que estão lá fora! A igreja é missionária! Se você sair, a gente vai atrás!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;William Temple disse que “a igreja é a única sociedade cooperativa no mundo que existe em benefício dos que não são membros”. A igreja verdadeira trabalha, é movida pelo servir. Sua natureza aponta para fora do templo: para os que estão à margem do caminho. Repito: se você sair, a gente vai atrás!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É o Pai do filho pródigo esperando e correndo (Lc. 15. 11-32); é o pastor indo atrás da ovelha que se perdeu (Mt. 18. 12, 13); é Jesus tratando como amigo o traidor Judas (Mt. 26. 50), indo atrás de Pedro no barco (Jo. 21); é o recado à igreja de Éfeso, (Ap. 2. 5): “lembra-te de onde caíste”. As portas da igreja estão sempre abertas para quem saiu do templo pensando ter saído da igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. É impossível fazer parte da história de Deus no mundo sem passar pela igreja&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Apocalipse é taxativo nesse ponto: João vê Jesus Ressurreto, e ao invés de descortinar os eventos futuros e revelar logo o céu, passa pela igreja – uma não, sete!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Antes mesmo de falar ao mundo, Jesus fala à igreja. Em João 15. 16, o mesmo apóstolo declara o que Jesus vaticinou: “Não foram vocês que me escolheram, eu escolhi vocês”. A igreja é o risco que Deus quis correr. Dorothy Sayers lista três humilhações que Deus enfrentou na história: a encarnação, a cruz e a igreja.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A igreja é o elogio de Deus à raça humana: é Deus resolvendo habitar em nós através do Espírito. O mesmo Deus que esteve acima de nós (Antigo Testamento), e ao nosso lado (Novo Testamento), agora está dentro!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Eugene Peterson escreveu algo sobre esse aspecto do Apocalipse em relação à igreja que preciso reproduzir aqui:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho nos leva à vida comunitária. Uma das principais mudanças que o Evangelho opera é gramatical: “nós” ao invés de “eu” e “nosso” em vez de “meu”. Quando se voltou na direção da voz de trombeta que chamava sua atenção, a primeira coisa que o apóstolo João viu foram os sete candelabros de ouro, que são as “sete igrejas”. Então, no meio deles, viu “alguém semelhante ao filho do homem”, Jesus, o Cristo. É impossível ter Cristo sem a igreja. Nós tentamos. Gostaríamos muito de evitar o envolvimento nas contradições e distrações das outras pessoas que acreditam nele, ou afirmam que creem. Desejamos o Cristo que é apenas bondade, beleza e verdade. Preferimos adorá-lo diante de um magnífico pôr-do-sol, das notas inspiradoras de uma sinfonia que nos eleva, ou de uma poesia tocante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Gostaríamos de colocar a maior distância possível entre nossa adoração e a indiferença e o moralismo exagerado que sempre conseguimos, de uma forma ou de outra, encontrar na igreja. Somos ardentes para com Deus, mas frios para com a igreja. Não é a falta de religião ou indiferença que faz muitos se afastarem; é exatamente o oposto: eles entendem e experimentam a igreja como um poluente cancerígeno no ar puro de sua religião. Muitos, desejando alimentar a fé em Deus, em lugar de se integrar a uma companhia de santos que continuam a parecer e agir como pecadores, fazem uma longa caminhada por uma praia, escalam uma montanha, ou se dedicam a ler Dostoiévski, Stravinsky ou outro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas o Evangelho diz não a todo esse esteticismo pretensioso: “Escreva às sete igrejas”. Seria mais de nosso agrado ir diretamente da visão maravilhosa de Cristo (Ap. 1) para o êxtase glorioso do céu (ap. 4 e 5), ou então para as grandes vitoriosas e batalhas contra a perversidade do dragão (Ap. 12 a 14). Mas é impossível. É necessário lidar antes com a igreja. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A ação de Deus na história passa pela igreja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos voltar a ser igreja! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-2773515634276409822?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/2773515634276409822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/afinal-quem-precisa-de-igreja.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2773515634276409822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2773515634276409822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/afinal-quem-precisa-de-igreja.html' title='Afinal, quem precisa de igreja?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4EEBXsnrNJs/TqYIoIHyuAI/AAAAAAAAAb4/iZvGW5SVvv8/s72-c/designer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6921081553550419905</id><published>2011-10-11T09:55:00.002-03:00</published><updated>2011-10-11T12:32:04.942-03:00</updated><title type='text'>Existem coisas que só o avivamento produz</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-4JVax8NmEIs/TpRhapvqBlI/AAAAAAAAAbs/1pBNvQb7zQQ/s1600/avivamento-180x180.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 180px; height: 180px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662257742021789266" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-4JVax8NmEIs/TpRhapvqBlI/AAAAAAAAAbs/1pBNvQb7zQQ/s320/avivamento-180x180.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Durante um semestre letivo, uma turma da Faculdade Teológica Batista de Brasília, caracterizada por grande variedade denominacional, trabalhou para definir "Avivamento Espiritual", tendo como recursos pesquisas, entrevistas e leituras. O resultado foi um decálogo tremendo. Como trabalho final de curso, os alunos redigiram seu texto pessoal, que ampliava cada conceito, numa síntese pessoal dos achados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Este texto-síntese veio a ser adotado pela Igreja Presbiteriana do Planalto, como pastoral à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ouso afirmar, com base nesse fantástico estudo que existem coisas que só o avivamento produz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Uma forte ênfase no conhecimento, obediência e proclamação da Palavra de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O renascimento do amor pela Palavra, leitura devocional e estudo individual, familiar, em grupos e na igreja;&lt;br /&gt;• O renascimento do amor pelo Senhor da Palavra em obediência;&lt;br /&gt;• O renascimento da certeza sobre a Palavra a fé e a proclamação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Uma forte ênfase na oração, como relacionamento íntimo e amoroso com Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O renascimento do amor pelo Senhor leva à busca de sua intimidade, sua presença, seu conselho, sua vontade;&lt;br /&gt;• A oração como fortalecimento da alma: o pulmão da alma;&lt;br /&gt;• A oração como a invasão do invisível: exercício de fé;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Desabrochar dos dons espirituais, sem que isso provoque competições, comparações nem orgulho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A busca explícita, coletiva e individual das habilitações, carismas e manifestações do Espírito de Deus, que nos equipa para sua obra;&lt;br /&gt;• O desabrochar dos ministérios, consequências daqueles dons, quando oferecidos em humildade, obediência e anonimato;&lt;br /&gt;• O desabrochar da felicidade de estar fazendo, por menor que seja o vaso, transbordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Eleição de Deus como centro de devoção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma progressiva descentralização de si mesmo, para concentração em Deus&lt;br /&gt;• Uma descentralização da igreja e das coisas da igreja, para o Deus da igreja;&lt;br /&gt;• Uma centralização de Deus, nas decisões, nos negócios, no ministério, no cotidiano, no fervor, no comer, no andar: paixão por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Grande sensibilidade ética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma capacidade de distinguir o certo do errado proveniente do amor, e não do estudo de ética (esse pode até vir), mas o ideal é que nasça do amor!&lt;br /&gt;• Uma capacidade sobrenatural de responder a essa sensibilidade, com ações, reações e coragem;&lt;br /&gt;• Uma capacidade de perceber injustiças acidentais, pessoais, estruturais e mesmo históricas e lutar por repará-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Transbordamento da comunhão e do compromisso comunitário com a Aliança e suas implicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma crescente disponibilidade para as necessidades dos irmãos&lt;br /&gt;• Uma crescente busca dos irmãos, numa manifestação de dependência e humildade;&lt;br /&gt;• Um crescente amadurecimento de compromissos tácitos, de motivação individual e anônima, que se materializam em presença, constância, fidelidade, fidedignidade, permanência, paciência, benignidade, bondade, altruísmo e serviço humilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Forte impulso evangelístico e amor pelas almas desvalidas (órfão, viúva e estrangeiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Um desabrochar do fervor evangelístico, movido pelo amor, e não apenas por um "ide"; fervor esse que rompe fronteiras, que fala, que exorta, que sofre, que chama, que explicita, que abre a Bíblia (como já não temos mais coragem de fazer), que passa por bobo, mas que testemunha;&lt;br /&gt;• A redescoberta de meios e estratégias adequadas para o evangelismo institucional, coletivo, eclesiástico, contextualizado, que dá complemento ao trabalho individual (cultos ao ar-livre, acampamentos, seminários, palestras, cruzadas, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Crescente impulso à adoração e fervor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma nova alegria, um novo cântico, uma nova adoração, um novo compromisso, um novo espírito, uma nova exultação, uma nova sensibilidade para o mover do Espírito de Deus;&lt;br /&gt;• Uma inusitada e crescente vontade de adorar, cantar, louvar (reconhecer Deus nas coisas do dia) orar; de submeter às coisas, os fatos e acontecimentos do cotidiano a Deus, nas conversas, no compartilhar, na comunhão, no culto e fora dele. Evoluir de uma igreja de orações para uma igreja de oração. Uma nova exultação pelo reconhecimento dos feitos de Deus;&lt;br /&gt;• Um novo fôlego de afeição e confiança em Deus, que leva à adoração, à ousadia espiritual, ao dispender de tempo na presença de Deus, à fé bíblica, aos dons, à misericórdia, ao perdão, à superação de limitações pessoais, relacionais; à superação do impossível, do impensável, do imponderável seja pela interveniência do milagre, seja pelo milagre da compreensão, discernimento, submissão e aceitação dos desígnios de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Forte ênfase na definição, ampliação e focalização da dimensão missionária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O rápido amadurecimento da identidade da igreja e do crente, individualmente, quanto ao seu papel no meio em que está; o amor acha seu próximo, acha meios, acha caminhos;&lt;br /&gt;• O reavivamento de seu fervor e compromisso em relação a missões, sejam transculturais, sejam urbanas;&lt;br /&gt;• Uma crescente compreensão do caráter da encarnação como símbolo do amor sacrificial que vai buscar o perdido onde ele está, para trazê-lo para o Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Manifestação do fruto do Espírito, com ardente fervor, num misto de ardor e humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Uma urgente "desestrelização" dos servos de Deus, desaparecimento da necessidade de aprovação para o exercício da piedade, da busca de aprovação institucional para o uso de dons e exercício de ministérios;&lt;br /&gt;• A manifestação anônima, humilde e construtiva de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio;&lt;br /&gt;• Uma crescente capacidade de aceitar a provação, a dor e o sofrimento, com humildade e resignação, como quem confia que não cai um fio de cabelo da cabeça sem que Deus consinta. E mais: a capacidade de exultar nas tribulações, sabendo que ela produz perseverança, onde há o Espírito de Deus; e a perseverança experiência; e a experiência, esperança.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que Deus envie um VERDADEIRO avivamento ao Brasil!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6921081553550419905?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6921081553550419905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/existem-coisas-que-so-o-avivamento.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6921081553550419905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6921081553550419905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/existem-coisas-que-so-o-avivamento.html' title='Existem coisas que só o avivamento produz'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4JVax8NmEIs/TpRhapvqBlI/AAAAAAAAAbs/1pBNvQb7zQQ/s72-c/avivamento-180x180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-8698687936262142226</id><published>2011-10-06T09:51:00.002-03:00</published><updated>2011-10-06T09:58:50.350-03:00</updated><title type='text'>Steve Jobs: e o mundo perde mais um gênio...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-9SDYMyHM6c4/To2l7czkm9I/AAAAAAAAAbk/h1aunnX6ZLU/s1600/steve%2Bjobs%2B-%2Bthe%2Bking.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 184px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660362747437947858" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-9SDYMyHM6c4/To2l7czkm9I/AAAAAAAAAbk/h1aunnX6ZLU/s320/steve%2Bjobs%2B-%2Bthe%2Bking.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse foi o famoso discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira história é sobre ligar os pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha segunda história é sobre amor e perda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.&lt;br /&gt;A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.&lt;br /&gt;Minha terceira história é sobre morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.&lt;br /&gt;Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:&lt;br /&gt;“Continue com fome, continue bobo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford (extraído do blog do meu amigo Hermes Fernandes: hermesfernandes.com) &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-8698687936262142226?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/8698687936262142226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/steve-jobs-e-o-mundo-perde-mais-um.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8698687936262142226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8698687936262142226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/10/steve-jobs-e-o-mundo-perde-mais-um.html' title='Steve Jobs: e o mundo perde mais um gênio...'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9SDYMyHM6c4/To2l7czkm9I/AAAAAAAAAbk/h1aunnX6ZLU/s72-c/steve%2Bjobs%2B-%2Bthe%2Bking.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1823460852250056676</id><published>2011-09-18T20:15:00.002-03:00</published><updated>2011-09-18T20:49:55.874-03:00</updated><title type='text'>E Deus escreveu no chão...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-5gNtu2OElPs/TnaDlQAaiiI/AAAAAAAAAbc/Ibr9-vCttvA/s1600/cora_o_na_areia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 220px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653851058185341474" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-5gNtu2OElPs/TnaDlQAaiiI/AAAAAAAAAbc/Ibr9-vCttvA/s320/cora_o_na_areia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo" (João 8.6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena é devastadora: uma mulher desesperada, sentindo a morte rondar-lhe por todos os lados. Um grupo radical, legalista e sua armadilha dogmática e impiedosa. Olhares mistos: curiosidade, raiva, expectativa e até um certo êxtase macabro, afinal a multidão adora espetáculos dolorosos. A mulher, no centro de todos os ódios, na convergência efervescente de todas as teologias. O ápice do caos parece iminente. Parece...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus também estava lá. Ele sempre está perto de quem sofre. É o Deus da empatia: do grego, "em" + "patos": dentro do sentimento. O Deus de todos os "ais". O Deus que se sensibiliza, que conhece os bastidores da fúria, as cavernas do medo, as raízes de amargura, as palavras que se mesclam aos gemidos, os sonhos destruídos, a dor em toda sua extensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levaram uma mulher para ser morta &lt;em&gt;dentro&lt;/em&gt; do Templo. Teologias da vingança, da fúria e do terror não respeitam geografias. Têm pressa para matar. São os caçadores de escândalos que Davi tão bem retratou no Salmo 35. 21: "Com a sua boca dizem: nós vimos, nós sabemos de tudo!" Gente triste que só consegue um mínimo de prazer ao destruir a alegria dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles queriam um espetáculo do terror, e Jesus lhes deu um: em suas próprias mentes: "Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra" (8.7). Em cada mente um tsunami de impurezas começa a jorrar. Somos feitos da mistura estranhamente complicada de imperfeições. Não podemos sair mirando, fulminando, julgando. Esses verbos são conjugados em nossas almas todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, curvado, escreve no chão... Deus escrevendo no pó!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a ação mais extraordinária que ele fez. E deu tão certo! Até hoje - séculos depois - ainda estamos olhando para aqueles rabiscos. Jesus tirou de cima da mulher TODOS os olhares. Ele a libertou da munição do olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio. Talvez alguns soluços daquela mulher. O texto, a narrativa de João insiste em colocar a marca que os maldosos queriam tatuar nela: adúltera! Jesus não! Ele se levanta e a chama de "mulher" - devolve a dignidade que a marca queria roubar. Mulher! Então faz a pergunta que complementa o processo de liberdade: "Onde estão os teus &lt;em&gt;acusadores&lt;/em&gt;? Ninguém te &lt;em&gt;condenou&lt;/em&gt;?" Só condena quem julga - e Jesus não a julgou, ele a curou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Deus que escreveu no chão agora escreve uma nova história: "Vá e não peques mais!" É como se o Éden fosse redimido. É Deus dizendo à sua filha: "É melhor ficar comigo!" Não peque! Mas, como o mesmo João vai escrever depois: "mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (I João 2.1).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por causa de Jesus sei que sou livre!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1823460852250056676?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1823460852250056676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/09/e-deus-escreveu-no-chao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1823460852250056676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1823460852250056676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/09/e-deus-escreveu-no-chao.html' title='E Deus escreveu no chão...'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5gNtu2OElPs/TnaDlQAaiiI/AAAAAAAAAbc/Ibr9-vCttvA/s72-c/cora_o_na_areia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6911855224148558920</id><published>2011-08-30T17:45:00.003-03:00</published><updated>2011-08-30T18:01:02.658-03:00</updated><title type='text'>O Furto do Espírito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-MaHNeArfeFA/Tl1Pdv_ZFtI/AAAAAAAAAbU/NRXcSNJoN74/s1600/assalto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 288px; height: 310px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646756880309622482" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-MaHNeArfeFA/Tl1Pdv_ZFtI/AAAAAAAAAbU/NRXcSNJoN74/s320/assalto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não, você não leu errado: é &lt;strong&gt;furto&lt;/strong&gt; mesmo! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Está ocorrendo o furto do Espírito. Caricaturas de Deus para vender ilusões. Fachadas de santidade para atrair neófitos. Etiquetas divinas à lá "apostolados, bispados e afins..." para conferir legitimidade a um povo que carece de sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O furto do Espírito acontece quando usamos Deus para encobrir nossos deslizes. É a quebra descarada do Mandamento: "não tomarás o nome do Senhor, seu Deus, em vão" (Dt. 5.11). É a aceitação sem resistência das obras da carne e sua teia de deturpações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bandidagem eclesiástica é essa que, em nome do sagrado, não mais diferencia pessoas de demônios e acaba por exorcizar gente e demonizar rituais, tirando Deus do centro, o que, por definição, centraliza-se no demo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carecemos de um urgente retorno às Escrituras, para que não venhamos sucumbir ao furto do Espírito, pois esse ato furtará de nós a salvação e a vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preguemos a Palavra, pois ela nos guia no abençoado desenvolvimento do Fruto do Espírito, e esse sim, garante-nos a alegria de caminhar nos mesmos passos de Jesus!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6911855224148558920?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6911855224148558920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/08/o-furto-do-espirito.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6911855224148558920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6911855224148558920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/08/o-furto-do-espirito.html' title='O Furto do Espírito'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MaHNeArfeFA/Tl1Pdv_ZFtI/AAAAAAAAAbU/NRXcSNJoN74/s72-c/assalto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-2692960110175541750</id><published>2011-08-15T22:04:00.003-03:00</published><updated>2011-08-15T22:13:18.783-03:00</updated><title type='text'>Santidade (um estudo básico)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Z2r7T-m6sNs/TknEJbBlgeI/AAAAAAAAAbM/Ke3m4xpjw_4/s1600/orar.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 240px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641255674410533346" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Z2r7T-m6sNs/TknEJbBlgeI/AAAAAAAAAbM/Ke3m4xpjw_4/s320/orar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agostinho, em suas Confissões, disse: “Tu nos fizeste para ti mesmo, e nossos corações ficam desassossegados enquanto não descansam em ti”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; J.C. Ryle definu a santidade assim: “A santificação não consiste na casual realização de ações corretas. Antes, é a operação habitual de um novo princípio celestial que atua no íntimo, influenciando toda a conduta diária de uma pessoa, tanto nas grandes quanto nas pequenas coisas. A sua sede é o coração, e, tal como o coração físico, exerce influência regular sobre cada aspecto do caráter de uma pessoa”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O próprio nome Espírito “Santo”, já é, em si mesmo, um indicativo do seu caráter.&lt;br /&gt;	Eclesiastes 3. 5 é o texto que nos convida a uma reflexão: “tempo de espalhar pedras...” Em que tempo estamos: o tempo do altar, ou das pedras espalhadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Pense sobre essa questão tão séria: o que é ser santo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ser santo é andar em “novidade de vida” (Rm. 6.4)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Espírito Santo, em nós, produz vida nova. Ele realiza o milagre da vida com conteúdo. Dallas Willard disse que ser cristão não é  esperar para morrer e ir para o céu, mas sim, ir para o céu antes  de morrer (Gl. 2.20: “Não vivo mais eu...”)&lt;br /&gt;	Para viver em novidade de vida é preciso romper com a velha vida de pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ser santo é alimentar-se das verdades divinas (Jo. 4.34)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Oração: todos os grandes avivamentos da história da igreja começaram quando a igreja orava, e só pararam quando a igreja deixou de orar.&lt;br /&gt;	Meditação na Palavra: Tudo sobre Deus já está na Palavra. John Stott disse que “a Bíblia é o retrato que o Pai fez do Filho, colorido pelo Espírito Santo”.&lt;br /&gt;	Testemunho pessoal: Para nós bastam quatro evangelhos, mas para o mundo são cinco: Mateus, Marcos, Lucas, João e você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ser santo é amar a presença de Deus (Sl. 84.10)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Uma frase da antiguidade diz que “Deus só se manifesta onde sua presença é desejada”.&lt;br /&gt;	A santidade passa necessariamente pela conversão das vontades. É sacrificar no altar de Deus todos os meus sonhos. E isso dói.&lt;br /&gt;É preciso ter coragem de se entregar totalmente a Deus: (At. 20.24)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	Seja santo por uma razão forte, mas simples: porque Deus é santo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-2692960110175541750?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/2692960110175541750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/08/santidade-um-estudo-basico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2692960110175541750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2692960110175541750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/08/santidade-um-estudo-basico.html' title='Santidade (um estudo básico)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Z2r7T-m6sNs/TknEJbBlgeI/AAAAAAAAAbM/Ke3m4xpjw_4/s72-c/orar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1463987916897119032</id><published>2011-07-27T16:56:00.004-03:00</published><updated>2011-07-27T17:27:05.719-03:00</updated><title type='text'>Um tributo a John Stott (1921-2011)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-zSYlUu9_Mow/TjByWZ3H2mI/AAAAAAAAAbE/ZfE6l8kx_oo/s1600/Stott.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 225px; height: 300px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634128863065266786" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-zSYlUu9_Mow/TjByWZ3H2mI/AAAAAAAAAbE/ZfE6l8kx_oo/s320/Stott.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;John Robert Walmsley Stott, um dos maiores mestres da teologia no mundo morreu hoje, em Londres, aos 90 anos. Uma perda muito grande para aqueles que se interessam pela verdadeira teologia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meses atrás, lendo uma entrevista com o velho mestre, o jornalista perguntou-lhe: "após tantos anos dedicados à igreja, como o senhor a enxerga hoje?" Stott respondeu: "vejo crescimento sem profundidade, muitos quilômetros de extensão, poucos centímetros de profundidade". Seu último livro, "O discípulo radical" (Editora Ultimato) é uma pérola para todos que buscam a piedade e a profundidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eis algumas pérolas desse fantástico livro:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Por que nossos esforços evangelísticos são ferequentemente desastrosos? Há várias razões, e não posso simplificar, mas uma das principais é que não perecemos com o Cristo que proclamamos". (p. 29)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Deus plantou o jardim, mas colocou Adão nele "para o cultivar e o guardar" (Gn. 2.15). Isso é normalmente chamado mandamento cultural. Pois o que Deus nos deu foi a natureza, e o que fazemos com ela é cultura". (p. 46)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"(Mc. 8. 34, 35) 'Tome a sua cruz': Se estamos seguindo a Jesus, só existe um lugar para onde estamos indo: para a morte. (Assim como o crucificado no Império Romano, que, carregando a cruz, estava indo para a morte). Dietrich Bonhoeffer, em 'O custo do discipulado' escreveu: 'quando Cristo chama um homem, ele o convida a vir e morrer'". (p. 98)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; John Stott foi um líder Anglicano britânico, conhecido com uma das grandes lideranças mundiais evangélicas. Serviu como Presidente da Igreja All Souls em Londres desde 1950. Estudou na Trinity College Cambrigde, onde se formou em primeiro lugar da classe tanto em francês como em teologia, e é Doutor honorário por várias universidades, na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Uma de suas maiores contribuições internacionais são os seus livros. Começou sua carreira como escritor em 1954 e escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, além de outras contribuições à literatura cristã.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Entre os seus títulos mais famosos estão:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cristianismo Básico.&lt;br /&gt; Crer é Também Pensar.&lt;br /&gt; Porque Sou Cristão.&lt;br /&gt; A Cruz de Cristo.&lt;br /&gt; Eu Creio na Pregação.&lt;br /&gt; Firmados na Fé.&lt;br /&gt; Cristianismo Equilibrado.&lt;br /&gt; Entenda a Bíblia.&lt;br /&gt; Cristianismo Autêntico.&lt;br /&gt; O Perfil do Pregador.&lt;br /&gt; Ouça o Espírito, ouça o mundo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Série "A Bíblia fala hoje" (ABU)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Discípulo Radical&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua obra mais importante, Cristianismo Básico, vendeu mais de 2 milhões de cópias e já foi traduzido para mais de 60 línguas. Billy Graham chamou John Stott de "o mais respeitável clérigo no mundo hoje". &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;John Stott partiu para encontrar-se com o seu Senhor. Esse singelo texto é uma tentativa de homenagear esse mestre fantástico, que, de tanto que li, sinto a perda em meu peito, como se meu professor amado tivesse partido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até à glória, mestre!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1463987916897119032?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1463987916897119032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/um-tributo-john-stott-1921-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1463987916897119032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1463987916897119032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/um-tributo-john-stott-1921-2011.html' title='Um tributo a John Stott (1921-2011)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zSYlUu9_Mow/TjByWZ3H2mI/AAAAAAAAAbE/ZfE6l8kx_oo/s72-c/Stott.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3268940450944620107</id><published>2011-07-05T17:34:00.002-03:00</published><updated>2011-07-05T17:39:23.191-03:00</updated><title type='text'>O verbo se fez carne... (João 1.14)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-FYGv2pTcMX0/ThN2csnfpPI/AAAAAAAAAa8/ct80t8P5T14/s1600/o%2Bsenhor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 213px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625970594901107954" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-FYGv2pTcMX0/ThN2csnfpPI/AAAAAAAAAa8/ct80t8P5T14/s320/o%2Bsenhor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Este é um dos textos mais arrebatadores das páginas da Bíblia. Ele expõe uma verdade fantástica: A espiritualidade acontece na vida! É um texto que se abre, cresce, salta aos olhos. Trabalha a graça e a verdade, mostrando que a verdade, amada pela graça, produz espiritualidade de vida, produz a beleza magnífica de um existir cristocêntrico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Soa paradoxal – espiritualidade e carne – mas é exatamente esse o propósito da espiritualidade cristã, transformar a historia, mudar vidas, quebrar antigas síndromes legalistas que insistem em criar obstáculos para a verdadeira espiritualidade – a espiritualidade que respira o mesmo ar dos humildes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; O verbo se fazendo carne é Deus vestindo a humanidade, adotando o limite, existindo sob o nosso ponto de vista, é Deus sentindo na pele os nossos dramas, vendo o que nossos olhos podem ver, ouvindo melodias e gemidos, existindo entre o caos e a ordem, entre o sorriso e a lágrima, é o coração que bate como o nosso – isso é espiritualidade! É o Cristo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; O verbo agora anda, fala, transpira, cansa, dorme, vive conosco. É a palavra que se torna prática; a prática que se torna sentimento; o sentimento que torna sacrifício – o sacrifício que traz vida! Diminuir esse feito é mais que medíocre, é desprezível. O cristianismo da atualidade não pode se contentar com ritualismo frio, com retórica vazia, com barulho sem amor, isso é anular a graça de um verbo que vem pra andar com a gente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; O desafio maior de hoje é resgatar essências. É gritar em alto e bom som que a espiritualidade não é um projeto reducionista, não pretende produzir mitos nem ídolos, mas é um projeto de vida, onde cada abraço tem as marcas da graça, onde o sol faz sentido, onde o chão que a gente pisa é um palco onde a graça dá seu espetáculo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Espiritualidade é um projeto de vida!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3268940450944620107?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3268940450944620107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/o-verbo-se-fez-carne-joao-114.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3268940450944620107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3268940450944620107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/o-verbo-se-fez-carne-joao-114.html' title='O verbo se fez carne... (João 1.14)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-FYGv2pTcMX0/ThN2csnfpPI/AAAAAAAAAa8/ct80t8P5T14/s72-c/o%2Bsenhor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-2445758113392966952</id><published>2011-07-05T13:58:00.002-03:00</published><updated>2011-07-05T14:06:01.699-03:00</updated><title type='text'>Livros poéticos: beleza, espiritualidade e cultura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-7WjngWVD3V8/ThNEbAIXkaI/AAAAAAAAAas/J7Gg0tRzFD4/s1600/livros%2Bpoeticos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 176px; height: 200px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625915590198137250" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7WjngWVD3V8/ThNEbAIXkaI/AAAAAAAAAas/J7Gg0tRzFD4/s320/livros%2Bpoeticos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando entramos em contato com a poesia bíblica, adentramos em uma dimensão espiritual absolutamente fascinante. De Jó a Cantares, a espiritualidade e o cotidiano se mesclam numa dança abençoada. Estudar os livros poéticos é mergulhar nas dimensões encantadoras do Deus que é o Pai da beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) A expressão do cotidiano&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Os livros poéticos não propõem uma fuga da normalidade. Não são devaneios literários. São livros nascidos do cotidiano. São misturas perfeitas de teologia, filosofia, história e geografia. Acontecem e pertencem a um tempo histórico definido. Não são mitologias, relatos fantasiosos, metafóricos. São circunstâncias normais vistas com o que Irineu chamava de “olhos curados pela graça”. Jó relata o enfrentamento da dor que todo homem conhece. Os Salmos são leituras da vida, falas da alma em cada momento enfrentado, seja de alegria ou de crise. Provérbios são esclarecimentos, direcionamentos de um “professor” da existência. Eclesiastes, como disse um antigo pensador, “é o livro máximo do tédio absoluto”. Cantares é amor, sexo, instinto, espiritualidade e cultura. Livros que expressam Deus na fúria da vida. Uma grande lição que devemos aprender aqui é: não há espiritualidade no isolamento da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) A expressão profética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Poesias proféticas. Desde as imagens do justo sofredor em Jó até à relação de amor entre Cristo e sua noiva (igreja) em Cantares (a visão alegórica do texto), a expectativa messiânica inunda a poesia de profecia, o amanhã de sentido. Tendo em vista o conceito judaico de que a profecia é a experiência de comungar o pathos, “sentimento” divino, cada expressão poética ganha forma. A ideia essencial é descrever poeticamente e profeticamente a pessoa do Messias, que, no livro de João, é o “verbo que se fez carne”. A poesia agora é carne e vida no chão da história. De forma suave, bela, a esperança poética é fortalecida. Uma grande verdade que flui dessa dimensão profética é a atuação do consolador. Através da verdade profética pela via da poesia, a atuação do consolador é antecipada. Os judeus têm grande apreciação pelos livros poéticos, principalmente, por seu caráter de manifestação messiânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) A expressão espiritual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A espiritualidade dos livros poéticos é perceptível em cada frase. A atmosfera desses livros é em si mesma, um convite à devoção. É uma espiritualidade do afeto, da quietude, do consolo. Contudo, há também o registro de uma espiritualidade que enfrenta as crises, os confrontos, os conflitos, a patologia normal da identidade humana. São livros que servem como auxílio aos que enfrentam as adversidades da vida. Essa característica espiritual é responsável pelo reconhecimento desses livros no âmbito secular. Em qualquer lugar, fora do contexto da igreja, é possível encontrarmos uma Bíblia aberta num Salmo, ou alguém fazendo uma citação direta do livro de Provérbios ou de Eclesiastes. Vários convites de casamento trazem algum verso de Cantares. A sociedade pós-moderna, ávida por movimentos místicos de uma “espiritualização interior”, busca nesses livros os subsídios para suas crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) A expressão teológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os livros poéticos são riquíssimos em teologia. Seu chamado à profundidade, sua crítica à superficialidade, seu apelo à sensibilidade e suas várias formas de demonstrar Deus, são verdadeiras aulas teológicas. Desde os personagens centrais (Jó, Davi e Salomão) até os lugares (Templo, jardim, montanhas e deserto), cada texto tem uma conotação teológica profundamente pertinente. Até hoje, nos círculos acadêmicos, livros como Jó, Cantares e Eclesiastes, são responsáveis pelos duelos teológicos mais cáusticos. Contudo, do ponto de vista da poesia, a teologia contida nesses livros não faz um convite ao apertar de pescoços, mas ao encantamento. Não há uma teologia do terrorismo ideológico, mas uma teologia do fascínio, da redescoberta do belo, da apreciação das profundezas do ser. Teologia e poesia não são bombas para o extermínio da alegria, mas convites ao prazer de pensar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faça um favor a si mesmo: leia os livros poéticos da Bíblia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-2445758113392966952?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/2445758113392966952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/livros-poeticos-beleza-espiritualidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2445758113392966952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/2445758113392966952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/livros-poeticos-beleza-espiritualidade.html' title='Livros poéticos: beleza, espiritualidade e cultura'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7WjngWVD3V8/ThNEbAIXkaI/AAAAAAAAAas/J7Gg0tRzFD4/s72-c/livros%2Bpoeticos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-8968338203986381963</id><published>2011-07-05T09:03:00.005-03:00</published><updated>2011-07-05T09:44:30.393-03:00</updated><title type='text'>Sobre Ricardo Gondim (outro olhar)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-4blJFyYhsjQ/ThME7Ik8q7I/AAAAAAAAAak/2CayCUan29g/s1600/pr-ricardo-gondim.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 275px; height: 314px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5625845773477129138" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-4blJFyYhsjQ/ThME7Ik8q7I/AAAAAAAAAak/2CayCUan29g/s320/pr-ricardo-gondim.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre gostei muito do Ricardo Gondim. Quando ainda estudava no seminário, Gondim era uma inspiração (e ainda é, que fique bem claro!). Suas mensagens, paixão pela leitura e o extraordinário tom poético me encantaram. Lirismo aplicado à teologia para tirar o pó das páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou, como passa para todos. Gondim cresceu ainda mais! Lendo muito, estudando de igual modo, seus horizontes teológicos se abriram de forma agigantada, o que inevitavelmente, gerou a inveja dos reféns de "teologias" de fast-food, McDonaldização da mente. Quem é fã das teologias de receita de bolo não consegue mesmo captar a profundidade de teólogos engajados com outras nuances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundinho medíocre dos "teólogos" inquisidores de plantão resolveu virar a mira de sua artilharia pra cima do Gondim. Quero propor cinco razões pelas quais os "donos de deus" tentam destruir quem pensa diferente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Ignorância teológica:&lt;br /&gt;A esmagadora maioria dos que "descem o pau" no Gondim NUNCA leu nada de profundo. Não conhece uma vírgula de Jurguem Moltmann, Juan Luis Segundo,Gustavo Gutierrez, René Padilla, Orlando Costas, Leonardo Boff, Jung Mo Sung, Andrés Torres-Queiruga, Jean Delumeau. É gente que não sabe apreciar o belo, pois fica sem defesas. Não leem Mia Couto, Dostoiévski, Fernando Pessoa. O que acho ridículo é gente que não lê querendo discutir com quem passa a vida dedicado aos livros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;2. Neofobia:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a doença que atinge os fundamentalistas. Medo do novo. Não que o que Gondim esteja dizendo é novo, mas o que existe na alma de muita gente é que é velho demais. Na igreja brasileira existe uma "síndrome de Egito", habitantes do ontem que não conseguem vislumbrar estradas do amanhã, não sabem conceber o novo, são prisioneiros da mesmice, algemados ao reino cansado da previsibilidade blindada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;3. A tentação do culpado:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O povo adora eleger o culpado da vez. No caso do Gondim, o "herege da vez". Intrigante é que, esse "título" de herege da vez é quase um elogio, pois pensar diferente dessa massa que marcha com os vendilhões do templo é sempre encorajador. É libertador não ser mera repetição dos gritos triunfalistas de uma religião de mágicos. Como disse Malcolm Muggeridge: "Somente peixes mortos nadam com a corrente".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;4. A ilusão da fé segura: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa é a mentalidade da zona de conforto, que implica na fuga dos conflitos. É a lógica de que "em time que está ganhando não se mexe". São perguntas do tipo: "pra quê mexer nessas questões?" "Isso é mistério!" Fugas de quem não pensa em termos de encarnação. Encarnar a Palavra é trazê-la para as fúrias da vida, não para os encabrestamentos de púlpito. Pensar liberta para uma fé do engajamento no reino, uma fé que NÃO vive se escondendo nos chamdos "ambientes seguros", o falso triângulo da alegria: igreja, casa, trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;5. Ódio teológico:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É triste, mas o que move muita gente na igreja de hoje é o ódio teológico. estopim das perseguições, munição das artilharias, faísca dos incêndios, combustível da discórdia, esse ódio contra quem pensa diferente é revelador de uma dolorosa verdade: nosso discurso de amor ao irmão é circunstancial, condicional e tendencioso. Basta pensar fora da caixa e o ódio se revela. A igreja, ao longo da história, enfrentou muitos inimigos, mas o farisaísmo, ela ainda não venceu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho procuração para defender o Gondim. Mas como irmão dele em Cristo, sinto-me na obrigação de usar esse espaço (que é meu!) para lembrá-lo de que o amo, o respeito e sou imensamente grato pela inspiração que ele foi e é para mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obrigado, Gondim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-8968338203986381963?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/8968338203986381963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/sobre-ricardo-gondim-outro-olhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8968338203986381963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8968338203986381963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/07/sobre-ricardo-gondim-outro-olhar.html' title='Sobre Ricardo Gondim (outro olhar)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4blJFyYhsjQ/ThME7Ik8q7I/AAAAAAAAAak/2CayCUan29g/s72-c/pr-ricardo-gondim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7150313326530899738</id><published>2011-06-27T16:03:00.004-03:00</published><updated>2011-06-27T16:32:14.478-03:00</updated><title type='text'>Igreja hoje: sob nova direção!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-jgONmN8cV3o/TgjaCITyWjI/AAAAAAAAAac/fjS8DOlSzO4/s1600/angeli.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 220px; height: 220px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622983864897133106" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-jgONmN8cV3o/TgjaCITyWjI/AAAAAAAAAac/fjS8DOlSzO4/s320/angeli.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não vai demorar muito para que alguém tenha coragem de colocar uma placa na porta do templo, em letras garrafais: "sob nova direção" - agora quem manda aqui somos nós! Essa é a mentalidade que descaradamente tomou conta da chamada "igreja de hoje".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um pensador escreveu que &lt;em&gt;"Igreja, com 'I' maiúsculo corresponde ao que Jesus e o Novo Testamento definem como 'Igreja'; ou seja, o encontro com Deus e uns com os outros em torno do nome de Jesus e em acordo de fé com o Evangelho - o que faz de todo encontro humano, em fé, um encontro-igreja, onde Jesus promete estar presente, mesmo que sejam apenas dois ou três re-unidos em seu nome! E só se re-unem em Seu Nome por se saberem a Ele unidos&lt;/em&gt;!" Isso é igreja, o resto é instituição asfixiante, neurotizante, paralizadora, castratadora e repetitiva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Igreja, com "i" minúsculo é só a mistura abjeta de hierarquia (clero), sigla (a mordaça denominacional), geografia fixa (prédios/shoppings) e seus membros (sócios do fã-clube divino). Não é por acaso que a esmagadora maioria dos chamados "desviados" não estão fugindo de Deus, mas dos descaminhos inescrupulosos da religião. São des&lt;strong&gt;-via-&lt;/strong&gt;dos, gente que saiu da via perigosa dos donos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Infelizmente, o estelionato conceitual tem destruído o significado do que é a igreja. Hoje existe a "igreja circo", aquela do entretenimento e seus palhaços de púlpito. Existe a "igreja presídio", onde a liberdade é sempre perigosa. Não preciso nem aprofundar o conceito de "igreja Estado Soberano", aquela dos mini Vaticanos e seus pseudos Papas e apóstolos. Mas, a que mais cresce é, sem dúvida, a "igreja hospício", aquela das bizarrices, trejeitos e manias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É triste ver pastores viciados em holofotes e bajulação, substituindo a adoração que era de Cristo e centralizando neles e em seus pomposos títulos. É doloroso estar em igrejas onde certas famílias mandam em tudo e em todos. Cometendo o crime de "formação de família", acham-se no direito de gerenciar esse banco da celestialidade que, a juros altíssimos, exploram os pobres. A grande divisão na igreja de hoje é uma só: os que têm e os que não têm!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou realmente decepcionado. Como o blog é meu púlpito virtual, minha "jurisdição" clandestina, resolvi soltar o verbo. Se você não gostou, simples, procure outro blog. Esse ainda é meu, e portanto, falo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7150313326530899738?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7150313326530899738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/igreja-hoje-sob-nova-direcao.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7150313326530899738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7150313326530899738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/igreja-hoje-sob-nova-direcao.html' title='Igreja hoje: sob nova direção!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jgONmN8cV3o/TgjaCITyWjI/AAAAAAAAAac/fjS8DOlSzO4/s72-c/angeli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-9026582401428821307</id><published>2011-06-25T19:56:00.005-03:00</published><updated>2011-06-25T20:11:46.611-03:00</updated><title type='text'>O que dizem os mestres sobre o cristianismo sem Cristo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-eTUgHQJ7M6s/TgZqrYleO5I/AAAAAAAAAaU/2Lbt7S3YCfU/s1600/biblia%2Be%2Bdinheiro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 243px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622298478385183634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-eTUgHQJ7M6s/TgZqrYleO5I/AAAAAAAAAaU/2Lbt7S3YCfU/s320/biblia%2Be%2Bdinheiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mais séria crise vivida pela igreja dessa era é o cristianismo sem Cristo. Olhando pelo ângulo dos mestres da história, pude notar o quanto eles levavam a sério o cristianismo autêntico. Separei algumas joias desses mestres:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Samuel Rutherford disse: “Todos os dias podemos ver algumas coisas novas em Cristo. O rio de seu amor não tem margem nem fundo”. Jesus não é escravo da mesmice religiosa! W. Dyer disse: “Cristo despojou-se da coroa para coroar-nos, pôs de lado suas vestes para com elas cobrir nossos farrapos e desceu do céu para conservar-nos fora do inferno. Jejuou quarenta dias para poder banquetear-se conosco por toda a eternidade; desceu do céu à terra para poder enviar-nos da terra ao céu”. Um cristianismo sem Cristo não consegue enxergar o céu!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Vivemos numa época de distâncias. Apesar de o mundo ter se transformado numa aldeia global (alguns preferem dizer banalidade universal), as distâncias cresceram. A indiferença infectou o homem pós-moderno. A grande tragédia da atualidade (preciso continuar a dizer) é a insistência em se viver um cristianismo sem Cristo. Com isso, cria-se uma igreja sem vida, uma liturgia sem alma e uma promessa sem esperança. Se Cristo não estiver no centro de nossa vida, tudo perde a essência. A grande urgência da atualidade é o resgate da centralidade de Cristo em nossa devoção e vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vejamos o que pensavam alguns mestres sobre o cristianismo que perde a presença de Cristo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem Cristo o cristianismo é apenas religião&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Um pensador antigo dizia: “A vida oferece apenas duas alternativas: crucificação com Cristo ou autodestruição sem ele”. O mundo está cheio de expressões religiosas. Está cansado de um Cristo morto. Se Cristo não estiver na essência, nossos cultos serão apenas mantras religiosos asfixiantes e carentes de graça. Sem Cristo, como dizia Karl Marx, “a religião é o ópio do povo”. Entorpecente que amortece os sentidos e aumenta o engano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sem Cristo a cruz perde o significado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; John Owen disse: “Ele não sofreu como Deus, mas sofreu sendo Deus”. Sem Cristo, a cruz é apenas tortura! J. Blanchard disse: “Jesus não é um substituto para os sintomas - é a cura para a causa”. Essa é a mensagem da cruz: existe cura para o que machuca a alma! Thomas Brooks disse: “O sangue de Cristo é a chave do céu”. Ninguém entra no céu sem passar pela porta – e o sangue, é a chave! J H Vincent disse: “Ele mesmo foi abandonado para que nenhum de seus filhos jamais precisasse dar um grito de solidão”. Cristo preenche a cruz de significado! Octavius Winslow disse: “Quem entregou Jesus à morte? Não foi Judas, por dinheiro; não foi Pilatos, por medo; não foram os judeus, por inveja; mas foi o Pai, por amor!” O evangelho de Cristo – o evangelho da cruz – é o evangelho do amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem Cristo nos cercamos de deuses mortos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Alguém disse que “Assim como Cristo é a raiz pela qual o santo cresce, ele é a regra pela qual o santo anda”. Ser santo é parecer com Cristo, não com os mendigos da espiritualidade. Agostinho disse: “Não dá nenhum valor a Cristo quem não lhe dá valor acima de tudo”. Deuses mortos são aqueles que trocam as alparcas de Cristo pela liteira de Herodes. Deuses mortos são aqueles que trocam a vida abundante de Jesus pelas migalhas sedutoras dessa sociedade do sucesso. São os que tentam vender a fé e a Palavra, provocando um angustiante estelionato emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem Cristo somos condenados ao vazio&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; W. Gadsby disse: “Aprouve ao Pai que toda plenitude habitasse em Cristo; portanto, não há outra coisa senão o vazio em qualquer outra parte”. Sem Cristo, nada tem razão de ser! J. C. Ryle disse: “Jesus Cristo não é apenas o Filho de Deus poderoso para Salvar, mas o Filho do homem capaz de sentir”. Ele é o Cristo que chora Lázaro morto e Marta sem vida! Thomas Brooks disse: “Perca Cristo e você terá perdido tudo”. O vazio religioso da atualidade é monstruoso porque a banalização da espiritualidade tem nos afastado do professor andante da Galileia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Voltemos a Cristo! É tempo de regressarmos ao abraço que nos alcançou perdidos pela história.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-9026582401428821307?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/9026582401428821307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/o-que-dizem-os-mestres-sobre-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9026582401428821307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9026582401428821307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/o-que-dizem-os-mestres-sobre-o.html' title='O que dizem os mestres sobre o cristianismo sem Cristo?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eTUgHQJ7M6s/TgZqrYleO5I/AAAAAAAAAaU/2Lbt7S3YCfU/s72-c/biblia%2Be%2Bdinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3365370970129720371</id><published>2011-06-18T09:22:00.002-03:00</published><updated>2011-06-18T09:36:49.252-03:00</updated><title type='text'>Cuidado com a sedução da facilidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-AKYqtAhYHzs/Tfyb0NSKvqI/AAAAAAAAAaM/oG9xh5tCYvk/s1600/chave_para_o_sucesso-300x273.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 300px; height: 273px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619537756272901794" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-AKYqtAhYHzs/Tfyb0NSKvqI/AAAAAAAAAaM/oG9xh5tCYvk/s320/chave_para_o_sucesso-300x273.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É preciso ter cuidado com os atalhos. O caminho da espiritualidade é um caminho difícil. Toda a complexidade do existir e da experiência espiritual não pode ser simplificada, tatuada de superficialidade, arranjada com recursos técnicos, no caminho árduo da espiritualidade e maturidade não existem atalhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O cristianismo da atualidade vive de uma superficialidade dos que lidam com a Bíblia, o chamado analfabetismo bíblico, vive também de um aglomerado cada vez maior de pessoas prometendo soluções mágicas, num verdadeiro desastre da velocidade. O tempo hoje é a neurose da humanidade.Essa geração é fascinada pelos caminhos mais curtos. Poucos querem trilhar os caminhos árduos da obediência, dignidade, trabalho, honra, respeito, formação sólida de caráter. Não existe espiritualidade a controle remoto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na busca por facilidade, muitos correm ao encontro dos “especialistas” da fé. Homens que prometem "dez passos, sete dias, cinco ondas, guerras espirituais fantásticas e mirabolantes, retiros místicos". Pessoas que buscam satisfação imediata, deixam de ser cristãos e passam a ser consumidores impacientes e narcisistas. Gente que prefere o imediatismo fantasioso ao crescimento natural e maduro; relações superficiais ao invés de amizades verdadeiras. É o império do sintético. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Creio no poder de Deus, creio que podemos até fazer congressos, campanhas e retiros, só não podemos é criar atalhos para a vida e para a fé. Poucos querem enfrentar os desertos e vales da vida. Poucos querem ter paciência na tribulação ou suportar a dor e o sofrimento (II Co. 4.8-11). O escritor T. L. Cuyler, disse: “Algumas vezes Deus lava os olhos de seus filhos com lágrimas, para que eles possam ler corretamente sua providência e seus mandamentos”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Muitos procuram por intimidade com Deus, porém, a falsa sensação de intimidade produzida pela facilidade, pode produzir também um falso sentimento de liberdade. Não existem atalhos para o amadurecimento. Uma das metáforas usadas por Jesus para falar de espiritualidade é a da semeadura e colheita (Lc. 8.4-15), que mostra perfeitamente a dura realidade da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Carecemos de uma vivência que obedeça as Escrituras, que desenvolva a prática da oração sincera e honesta, que cresça numa íntima e verdadeira comunhão, o convívio amoroso com os irmãos, que restaure a relação pastoral madura e confiável. Somente assim, poderemos vencer os dramas da vida. Jesus nunca simplificou, Ele encarou a cruz e toda a sua crueldade, H. C. Trumbull, disse que “o Calvário mostra como os homens podem ir longe no pecado, e como Deus pode ir longe para salvá-los”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É hora de resgatarmos a genuína espiritualidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3365370970129720371?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3365370970129720371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/cuidado-com-seducao-da-facilidade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3365370970129720371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3365370970129720371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/cuidado-com-seducao-da-facilidade.html' title='Cuidado com a sedução da facilidade'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AKYqtAhYHzs/Tfyb0NSKvqI/AAAAAAAAAaM/oG9xh5tCYvk/s72-c/chave_para_o_sucesso-300x273.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4624177077438749816</id><published>2011-06-17T09:04:00.002-03:00</published><updated>2011-06-17T09:13:47.671-03:00</updated><title type='text'>Meu livro sobre a família já está à venda!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-ivavSavAHkk/TftE6ylXjqI/AAAAAAAAAaE/WPFn-o59ObE/s1600/Cp%2BDeus%2Besta%2Bna%2Bsua%2Bcasa%2B01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 214px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619160736876433058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ivavSavAHkk/TftE6ylXjqI/AAAAAAAAAaE/WPFn-o59ObE/s320/Cp%2BDeus%2Besta%2Bna%2Bsua%2Bcasa%2B01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deus está na sua casa? Esse é o tema do meu novo livro. Conto com a honra de ter o prefácio do Pr. Josué Gonçalves. Veja, a seguir, um trecho do prefácio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O leitor tem em mãos um livro que vem complementar e enriquecer a igreja entre tantos livros que abordam a questão do casamento, da família, dos filhos e dos relacionamentos sociais. O pastor e escritor Alan Brizotti conseguiu captar várias questões bíblicas e sociais em relação ao casamento e a vida a dois e visualizar certos comportamentos com uma ótica rara, mas própria de um escritor com visão social e profética".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O livro aborda questões do casamento, sexo, espiritualidade e cultura. Baseado amplamente na Palavra, contribuirá para o fortalecimento dos laços familiares. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O livro já está à venda em todas as Livrarias Primícias do Estado de Goiás e através do site da Primícias: &lt;a href="http://www.livrariaprimicias.com.br"&gt;www.livrariaprimicias.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4624177077438749816?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4624177077438749816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/meu-livro-sobre-familia-ja-esta-venda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4624177077438749816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4624177077438749816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/meu-livro-sobre-familia-ja-esta-venda.html' title='Meu livro sobre a família já está à venda!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ivavSavAHkk/TftE6ylXjqI/AAAAAAAAAaE/WPFn-o59ObE/s72-c/Cp%2BDeus%2Besta%2Bna%2Bsua%2Bcasa%2B01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-8175424022210754668</id><published>2011-06-10T09:02:00.002-03:00</published><updated>2011-06-10T09:08:23.343-03:00</updated><title type='text'>Uma reflexão sobre a essência do Ministério</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-wdWSs0YNA0M/TfIJKjIdvhI/AAAAAAAAAZ8/xqSP8rtsvko/s1600/Semeador.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 286px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616561762118516242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wdWSs0YNA0M/TfIJKjIdvhI/AAAAAAAAAZ8/xqSP8rtsvko/s320/Semeador.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ministério é serviço. A palavra “ministro” vem do termo latino “minister”, que por sua vez, deriva de “minus”, ou seja, “menos”. O “minister” era o servo, o homem do serviço. Na antiguidade, havia o “minister cubiculi”, que era o servo encarregado de arrumar os quartos da casa; havia também o “minister vini”, que era o servo encarregado de manter as taças cheias de vinho nos banquetes. O ministro é chamado para servir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Em João 13, Jesus dá o grande exemplo: deixa a mesa principal e parte para o serviço. Esse ato nos dá a dimensão maior do ministério: somos chamados para servir. O apóstolo Paulo mostra no texto de I Tm.6.11, uma lista de qualidades que o ministro deve ter: justiça, piedade, fé, amor, paciência, mansidão. Todas são qualificações para a prestação de um serviço digno. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ministério não é vitrine para um desfile de uma personalidade doentia, marcada pela vaidade; não é para os viciados em bajulação. Ministério é para trabalhadores da seara, servos. Um pastor muito sábio dizia: “O símbolo do ministério é o avental sujo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vejamos algumas dimensões do ministério verdadeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Caráter: o fundamento do ministério (Fp.2.14-16)&lt;br /&gt;2. Serviço: a natureza do ministério (II Tm.2.3, 4)&lt;br /&gt;3. Amor: o motivo do ministério (Rm.12.9-11)&lt;br /&gt;4. Sacrifício: a medida do ministério (Sl.40.5-9)&lt;br /&gt;5. Submissão: a autoridade do ministério (Fp.2.5-8)&lt;br /&gt;6. Glória de Deus: o propósito do ministério (I Co.10.30-32)&lt;br /&gt;7. Palavra e oração: as ferramentas do ministério (Hb.4.11-13)&lt;br /&gt;8. Crescimento da obra: O privilégio do ministério (Mt.13.31, 32)&lt;br /&gt;9. Espírito Santo: o poder do ministério (Ef.5.18-20)&lt;br /&gt;10. Cristo: o modelo do ministério (Hb.7.22-27)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles, filósofo grego, costumava dizer: “Onde as necessidades do mundo e suas habilidades se cruzam, aí está sua vocação”. Vocação é aquilo que somos, não apenas o que fazemos. Aquele que não sabe ao certo quem é, não sabe ao certo o que deve fazer nem como fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Vocação e chamado são duas faces da mesma moeda. Que moeda é essa? Propósito! O propósito de Deus para nós é o que nos chama, nos vocaciona para que nossas vidas sejam plenas de significado. Para que aquilo que somos seja a verdade maior, e assim, não nos tornemos uma contradição. Assim, não somos destruídos pelo vazio da atualidade e nem fazemos uma série de coisas para abafar o grito de socorro da alma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; Deus chama homens e mulheres marcados pela graça. Vocacionados pelo amor, chamados para a “boa obra”, o “bom combate”, que tenham desprendimento das “coisas desta vida”, e que saibam viver para a glória de Deus. Deus chama homens e mulheres que possam ser seguidos, que tenham as marcas da cruz. Uma frase muito sábia diz: “Liderar não é dar ordens, é ser seguido”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ministério é coisa séria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-8175424022210754668?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/8175424022210754668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/uma-reflexao-sobre-essencia-do.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8175424022210754668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8175424022210754668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/06/uma-reflexao-sobre-essencia-do.html' title='Uma reflexão sobre a essência do Ministério'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wdWSs0YNA0M/TfIJKjIdvhI/AAAAAAAAAZ8/xqSP8rtsvko/s72-c/Semeador.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-925149013348780804</id><published>2011-05-21T11:53:00.003-03:00</published><updated>2011-05-21T11:58:33.040-03:00</updated><title type='text'>Meu livro já está disponível!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-jrpA22kO1a4/TdfStQriJfI/AAAAAAAAAZw/hH9Y2Vguin0/s1600/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 214px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5609183535926748658" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-jrpA22kO1a4/TdfStQriJfI/AAAAAAAAAZw/hH9Y2Vguin0/s320/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se você quiser adquirir meu novo livro &lt;strong&gt;"Os desafios da liderança no século 21"&lt;/strong&gt; é só clicar no link:&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.livrariaprimicias.com.br/desafios-da-lideranca-no-seculo-21-para-n-o-nos-tornarmos-tragedias-eclesiasticas.html"&gt;Livraria Primícias&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vai ser uma bênção para você e seu ministério.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abraço&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-925149013348780804?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/925149013348780804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/meu-livro-ja-esta-disponivel.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/925149013348780804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/925149013348780804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/meu-livro-ja-esta-disponivel.html' title='Meu livro já está disponível!!!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jrpA22kO1a4/TdfStQriJfI/AAAAAAAAAZw/hH9Y2Vguin0/s72-c/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-9120448124076773158</id><published>2011-05-16T16:09:00.003-03:00</published><updated>2011-05-16T16:32:11.043-03:00</updated><title type='text'>Cadê o pecado que estava aqui?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-db2t3huWJvo/TdF7JRLtJKI/AAAAAAAAAZo/KrllKFjYrkM/s1600/morre%2Bdiabo.JPG"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 293px; height: 268px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607398410214515874" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-db2t3huWJvo/TdF7JRLtJKI/AAAAAAAAAZo/KrllKFjYrkM/s320/morre%2Bdiabo.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nos últimos dias uma pergunta irritante tem me perseguido: o que aconteceu com o pecado?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou o povo anda muito santo... ou foi o pecado que fez as malas e foi embora! Também, com tanto apóstolo, bispo, herói, mulher maravilha, campeão, vitorioso, vice-Deus... O pecado deve estar com vergonha dos crentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra pergunta igualmente irritante insiste em me atormentar: se ninguém mais peca, o que fazemos com Cristo? E a cruz? A quem ela confronta? Pra quê, afinal, olhar para o sacrifício da cruz?Aliás, se ninguém mais peca, o que a gente anda fazendo na igreja com aquelas orações todas, aqueles cânticos e aquele livro... a Bíblia (lembra?)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Está se fortalecendo na mentalidade gospel um novo pecado: menos nocivo, menos fedido, menos feio, menos agressivo. Mais light, mais flex, mais clean. Mais dissimulado, mais perigoso, mais nojento, mais anti-Deus. É o ateísmo do coração: "Diz o tolo em seu coração: não há Deus" (Sl. 14). Esse novo pecado é a marca do velho homem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa nova igreja - sem pecado - mas com muito dinheiro, acha que pode comprar o céu, atingir a Majestade nas alturas com seus gritinhos frenéticos de "tome posse!" Uma igreja cheia de gente, mas vazia de Deus. Uma igreja, como disse John Stott numa entrevista recente, "com 5 mil quilômetros de extensão, por 5 centímetros de profundidade". Igreja da facilidade, casa da neurose, ambiente de paixões efêmeras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu amigo leitor desse espaço perigoso: pecado ainda é pecado e só sai pela boca! É confessando - e deixando - que a gente alcança misericórdia (Pv. 28. 13). O pecado ainda fere, arrasa, adultera, desconfigura, bestializa, violenta a pureza. Ainda machuca o coração de Deus. Mas, como o apóstolo Paulo mesmo bradou: "... Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça" (Rm. 5. 20). &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como dizia Lutero: "Não tenho nenhum outro nome: Pecador é meu nome, Pecador é meu sobrenome".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais... pecador&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti, o principal&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-9120448124076773158?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/9120448124076773158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/cade-o-pecado-que-estava-aqui.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9120448124076773158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9120448124076773158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/cade-o-pecado-que-estava-aqui.html' title='Cadê o pecado que estava aqui?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-db2t3huWJvo/TdF7JRLtJKI/AAAAAAAAAZo/KrllKFjYrkM/s72-c/morre%2Bdiabo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3615721117581425118</id><published>2011-05-10T13:33:00.003-03:00</published><updated>2011-05-10T13:53:32.845-03:00</updated><title type='text'>Parabéns filhão!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-TuaNO2vfSps/Tcls6N86X8I/AAAAAAAAAZg/CVKB0zDUz1M/s1600/fotos%2Bacampamento%2Bcasa%2Bverde%2B006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 238px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605130958672650178" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-TuaNO2vfSps/Tcls6N86X8I/AAAAAAAAAZg/CVKB0zDUz1M/s320/fotos%2Bacampamento%2Bcasa%2Bverde%2B006.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje meu filho, Eduardo, completa 6 aninhos de vida. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Eduardo é uma das formas que Deus criou para me ensinar o que é o amor. Através dele, aprendi o que é ser pai. Fui criado sem pai. Tinha medo de não saber sê-lo. Mas aí veio o Dudu, e fui aprendendo, junto com ele, essa coisa linda de ser pai. Meu filho é minha aula de amor todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É difícil encontrar palavras para homenageá-lo. Hoje, com 6 anos, ele aprecia muito mais os brinquedos que ganha dos que as palavras elaboradas de um pai-filósofo (coisa que ele nem sabe direito o que é). Foi magistral vê-lo acordar essa manhã: um brilho diferente nos olhinhos, misturado ao êxtase de fazer aniversário junto com a expectativa do que iria ganhar. A inocência bailando no humano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os anos vão cumprindo seu papel, passando... Fico impotente vendo meu menino crescer. Já não dá para contar seus aninhos numa só mão. São seis. Já não é aquele bebê que dormia no berço: já tem seu quarto, suas coisas. Já não chora para vir ao meu colo, agora colo só quando já dormiu e nem percebeu... Como passarinho, está batendo asas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha oração hoje é a mesma que fiz assim que ele acabou de nascer, há seis anos, em Itapecerica da Serra, São Paulo, às seis e meia da manhã. Utilizando a oração de Henry Blackaby, disse: &lt;em&gt;"Senhor, que eu possa viver a tua Palavra a tal ponto, que esse menino faça a escolha de amar o Deus de seu pai"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parabéns meu amor, em te realizar, também me realizo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3615721117581425118?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3615721117581425118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/parabens-filhao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3615721117581425118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3615721117581425118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/parabens-filhao.html' title='Parabéns filhão!!!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-TuaNO2vfSps/Tcls6N86X8I/AAAAAAAAAZg/CVKB0zDUz1M/s72-c/fotos%2Bacampamento%2Bcasa%2Bverde%2B006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6863244293526852357</id><published>2011-05-07T10:14:00.002-03:00</published><updated>2011-05-07T10:35:18.474-03:00</updated><title type='text'>Geração FDP</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-UiLxQoqZCGc/TcVKihXtqeI/AAAAAAAAAZY/cyo3vQxM22c/s1600/silhueta.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 222px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603967268266289634" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-UiLxQoqZCGc/TcVKihXtqeI/AAAAAAAAAZY/cyo3vQxM22c/s320/silhueta.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Calma! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei que muita gente vai ficar escandalizada, "de cabelo em pé" por causa da sigla utilizada no tema desse post. A mente dos evangélicos não costuma ser tão santa... Apresso-me a dizer que não se trata daquela expressão medíocre, do palavrão, ou mesmo do famigerado trocadilho com as "profissionais do sexo", mas sim da constatação do absurdo que invadiu grande parte das igrejas de hoje: &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhotes &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;úlpito. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em sua vasta maioria são &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhos &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;astores. Sei que existem filhos de pastores reconhecidos em suas igrejas como homens de Deus (eu até conheço alguns, poucos), contudo, o percentual de &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhos &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;astores descompromissados com o reino e "amantes de si mesmos" (II Tm. 3.2) é avassaladoramente maior do que o número daqueles que ainda são crentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa epidemia dos clãs denominacionalistas tem poluído os púlpitos. É o crime de "formação de família". Essas "&lt;em&gt;famiglias&lt;/em&gt;" (como na máfia) adoram mandar. Confundem autoridade com autoritarismo. Vivem nababescamente. São pavões de púlpito. &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhinhos &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;apai. Tenho verdadeira aversão a esse tipo de filhote.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso sem falar na &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;alta &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;reparo. No máximo possuem um daqueles "diplomas" de "Doutor em Divindad&lt;em&gt;es&lt;/em&gt;" (no plural: Baal, Astarote, Baco, Diana, Moloque, Hitler, Maquiavel ou o "Rei do Crime") divindades que eles copiam descaradamente. Isso é um &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;lagrante &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;esrespeito ao &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;astorado. A figura simples do pastor (na Bíblia e nas páginas da história) está dando lugar aos &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhotes &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;alco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha oração é para que Deus nos guarde dessa &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ascínio &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;oentio &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;ersonalista. Desses &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ariseus &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;isfarçados de &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;astor. Oro para que Deus nos ajude a &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;icar &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;ebaixo da &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;alavra. Guardados sob as "asas do Altíssimo" (Sl. 91), &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ilhos &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;o &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;ai. Não precisamos da bajulação, dos holofotes, dos apalusos e dos flashes dessa mídia interesseira alimentada pelos &lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;ã-clubes &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;os &lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;oderosos. Carecemos é da constante humildade e do retorno à estrada da Fé, da Dedicação à Palavra e da Piedade.&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que Deus nos guarde em &lt;strong&gt;Fidelidade, Domínio-próprio e Paz!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6863244293526852357?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6863244293526852357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/geracao-fdp.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6863244293526852357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6863244293526852357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/05/geracao-fdp.html' title='Geração FDP'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-UiLxQoqZCGc/TcVKihXtqeI/AAAAAAAAAZY/cyo3vQxM22c/s72-c/silhueta.png' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7931546963379964891</id><published>2011-04-29T19:59:00.002-03:00</published><updated>2011-04-29T20:04:15.520-03:00</updated><title type='text'>Eu quero uma teologia que sorri</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-Knm4TA7WBg0/TbtD44un93I/AAAAAAAAAZQ/qZ0-BH4q104/s1600/para-viver-bem-caio-melo-ser-eu-mesmo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 240px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601145206145021810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Knm4TA7WBg0/TbtD44un93I/AAAAAAAAAZQ/qZ0-BH4q104/s320/para-viver-bem-caio-melo-ser-eu-mesmo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Perguntaram a um professor de teologia na Alemanha: &lt;em&gt;“Jesus alguma vez sorriu?”&lt;/em&gt;, e ele respondeu: &lt;em&gt;“Se ele sorriu não sei, mas sei que mudou a minha vida e, hoje, eu posso sorrir”&lt;/em&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine a vida sem o barulho irresponsavelmente maravilhoso de uma gargalhada. Imagine o desenrolar humano sem a magia de uma tarde onde a gente ri de qualquer coisa. Sem a correria tresloucada das crianças, invadindo o “espaço sagrado” da sala onde os adultos conversam as mesmas chatices de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que podemos sorrir. Não somos escravos de uma existência cinza. Quem não gosta de uma história engraçada? Que atire a primeira pedra quem nunca tirou um sarro de alguém. Você já riu de si mesmo após uma queda? Já rolou de rir? Por que será que o cristianismo alimenta uma espiritualidade sisuda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer teologia também pode ser sinônimo de algo prazeroso. Não preciso trancar meu coração para falar do Deus que me ama. Não preciso fechar as janelas da alma para que a luz que há em mim fique aprisionada. Não posso ver a teologia como carcereira de uma intelectualidade doída. É libertador encontrar alegria no ato mágico de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria imagem que se tem do teólogo sugere um indivíduo estranho: barbudo, velho, sisudo, óculos espessos e, ao falar, uma irritante mania de dificultar o entendimento com palavras estranhas, chatas e cansativas. Não é assim que se define um teólogo? Existe alguma imagem da alegria numa reunião teológica? Onde está o humor no exercício teológico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse artigo, quero provocar sorrisos. Que você leia sem expectativas extremas, apenas como quem lê uma história engraçada ao lado de uma criança. Já fez isso? Esse artigo não é um tratado teológico (Deus me livre!), é uma travessura de um coração inquieto. Não quero meu nome como sinônimo de cansaço, mas como símbolo de sorrisos. Como disse um pastor amigo (e engraçado): “Eu sei que não sou imortal, mas faço o possível para ser inesquecível” . Uma das melhores maneiras para ser inesquecível é gerar a alegria genuína em cada encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De antemão, agradeço sua paciência e generosidade. Não deve ser fácil olhar para o universo da teologia – que tanto andou de mãos dadas com a rigidez – e propor o baile alucinante da alegria, mas (eu amo o “mas”) é magistral ter a opção de mudar. Se você me oferecer a chance de tentar, posso mostrar-lhe um outro caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse Northcote Deck: “Um cristão sem alegria é um difamador de seu Senhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorria! Teologia não é só para os “cara fechada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta-se que um teólogo perdeu-se na selva africana. De repente, um grupo de canibais o aprisiona. O chefe da tribo, preparando-se para o “almoço” diz: “Finalmente, vou provar essa famosa sopa de abobrinhas!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é teólogo, por favor, não fique com raiva de mim. Aliás, lembre do perdão! O legal de conversar com teólogos é que dá para apelar para as Escrituras! Comecei esse capítulo com a anedota acima, pois ela traduz muito bem o que se pensa sobre o discurso teológico sem alma. Aquele amordaçado pelas palavras vazias. Aquele que os mais simples costumam atacar: “a letra mata!”. Mata mesmo, de tédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada mais chato do que ficar ao lado daqueles indivíduos que passam o tempo todo falando de si mesmos, suas conquistas acadêmicas, seus títulos, suas “descobertas”. Gabriel Perissé chama esse tipo de “PhDeus”, como o professor que falava, falava, referindo-se às conferências que ministrara, aos artigos que publicara, às premiações que recebera, às inúmeras viagens que fizera... Depois de meia hora monologando, suspirou, e disse ao amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas vamos falar agora um pouco de você, meu caro... O que achou do meu último livro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tribo dos “cara fechada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui criado numa igreja de caras fechadas! Tudo era pecado! Tudo era aterrorizante. Lembro de, ainda criança, perceber a ausência de sorrisos. Era estranho ouvir falar de um Deus da alegria, mas observar a fúria que habitava os discursos e a tristeza que morava nos olhos. Alguém disse que “virtude sem alegria é contradição”. Aquela era uma igreja bastante contraditória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tribo dos sem-sorriso ainda é grande. É a espiritualidade azeda. Uma espécie de teologia do rancor. Quanto mais pálido, mais santo. Quanto mais enjoado, mais poderoso. Quanto mais rude, mais crente. Esse “mais” é sempre menos. A maior alegria de um “cara fechada” é matar a alegria dos outros. Essa é a espiritualidade da guerra, onde o que interessa é amontoar destroços. Onde está a alma nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma radiografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tribo possui algumas características sui generis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca brincam com os filhos: gente “santa” demais para brincar. Não perdem tempo com a família. Não sabem do que seus filhos gostam, a cor preferida deles, o que fazem aos sábados. São pais ausentes, a igreja consome todo seu tempo e energia. São mães oprimidas, que vivem numa tensão absurda entre os dogmas pesados de suas tradições e a leveza criança de seus filhos. Uma família sem alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamam de tudo: Existe algo pior do que um indivíduo que reclama o dia todo? Quando está sol, é um suplício. Quando está frio, só a graça! Quando chove, é perseguição divina. Quando não chove, é maldição! Essa tribo não tem o dom da gratidão, pois é escrava da frustração. Reclama porque não encontra sentido para ser e viver, sua dor é não conferir significado à sua angustiante existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrem da síndrome do imã: Tudo gruda neles! Maldição pega. Olho gordo pega! Macumba pega! Por isso, vivem de campanha em campanha. Vigília em vigília. Fazem votos, bebem água ungida, tomam banho de óleo da unção. Andam no corredor do sal grosso. Só falta colocar um galho de arruda atrás da orelha. São imãs existenciais de coisas ruins. E para piorar: eles acreditam piamente que isso é contagiante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São profetas do caos: Só profetizam tragédias. Basta um olhar e pronto! Lá vem desgraça! Dependendo dos trejeitos, caras e bocas, a coisa é bem ruim. Se você tiver em casa alguma boneca de sua filha, ou boneco de herói do seu menino, vai ser a ilustração perfeita para a mensagem subliminar (música de suspense). Eles nunca profetizam bênçãos, pois partem de um raciocínio: você não está santo, portanto, sem chance, não há bênção para você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivem em guerra com a beleza: Não suportam pessoas bonitas. Os “santos” de caras fechadas só usam roupas “simples” (leia-se “horríveis”), alguns chegam a usar, numa única noite, todas as cores que possuem em seu famigerado “depósito” de roupas. É a síndrome da caixa de lápis de cor existencial. Eles não conseguem perceber Deus no belo, apenas encaram qualquer tipo de beleza como “o começo do terrível”, portanto, um monstrinho que deve ser destruído!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detestam a palavra sexo: A simples menção da palavra já é suficiente para causar calafrios e deixar seus rostos avermelhados (de raiva e vergonha). Mesmo inconscientemente, jogam toda a “culpa” do sexo em Adão e Eva safadinhos no Éden. Para eles, sexo é somente para a procriação (de preferência com todas as luzes apagadas e nenhum gemido!). Fogem do prazer como Elias de Jezabel (para ficar bíblico), não suportam o fato de que Deus criou o sexo, aliás, tentam todos os malabarismos “teológicos” para abafar essa gostosa verdade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teresa de Ávila orou: “Das devoções tolas e dos santos de cara fechada, ó Senhor, livra-nos” . Tenho feito essa oração ultimamente. Não precisamos alimentar essa teologia azeda, essa espiritualidade da feiura, esse evangelicalismo retorcido. O que nos torna evangelho é o que é bom e novo, “boas novas!” Eu quero uma teologia que sorri!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vícios de uma religiosidade da fúria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito do cristianismo, para não assumirmos que temos vícios, utilizamos uma gama gigantesca de eufemismos: manias, herança do tempo de pecado, “velho homem”, “Adão que insiste em não sossegar”, “espinho na carne”, e por aí vai... O problema é que sim, temos vícios! E não são poucos. Quanto mais legalista um “cara fechada” for, mais vício ele terá. É uma lógica quase inquebrável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos observar alguns dos vícios dessa religiosidade da raiva:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vício da investigação: Esses investigadores divinos sabem tudo da vida alheia. Conhecem todos os “podres” de todo mundo, menos os deles! São especialistas em detectar deslizes. Se você tiver próximo de um erro, meu caro, eles já sabem! É o dom de re-velar (já que eles vão matar mesmo...). Essa espiritualidade à lá Sherlock Holmes, é responsável pela irritabilidade que muitos possuem quando o assunto é igreja. São especialistas na vida alheia, 007 da espiritualidade do oculto (hoje, antenada, transforma-se em “orkulto”, a “revelação” que usa o Orkut).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vício da miséria: É a síndrome do coitadinho! Uma falsa humildade que chega a beirar o absurdo. Alguns chegam ao cúmulo de descuidar da higiene pessoal (aí não há demônio que resista mesmo). Certa vez ouvi uma senhora orando: “Senhor, eu sou pior que o verme que se arrasta pelo chão, eu sou pior que os piores”. Fiquei pensando: e a transformação? E a mudança de vida? E a vida abundante (Jo. 10.10)? Eu posso até ter sido horrível, mas Cristo mudou minha vida, de modo que agora sou nova criatura (II Co. 5.17), filho amado do Pai. Essa espiritualidade mendiga é, no mínimo, esquisita. Sinto muito, mas não tenho vocação para ser indigente da teologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vício do extremismo: Esse tipo de gente é altamente extremista. Não suporta o fato bíblico de que precisamos ser pastoreados. Eles sentem-se donos absolutos de sua conduta. Não respeitam ninguém, pois, segundo suas convicções ninguém está acima deles. São tão santos que não precisam de rédeas. Seu extremismo flui para outras áreas: denominacionalismo ferrenho, teologias de alfaiate e cabeleireiro, rodas de capoeira eclesiástica (mais conhecidas como “vigílias de poder”), jejuns que beiram o suicídio (a tentativa de “quebrar o recorde” de Jesus, o objetivo é ficar uns quarenta e dois dias em jejum). Essa é a anorexia da espiritualidade. Quanto mais pálido, mais santo. Quanto mais amarelinho, mais angelical!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantos vícios que vicia só em escrever! Essa teologia do vício é fruto de uma espiritualidade drogada. Uma sensação de que só o pico me confere significado. Leonardo Boff escreveu que “o problema da droga, não é a viagem, mas o retorno, quando não se suporta mais a realidade, e precisa viajar novamente” . Esse evangelicalismo furioso (espiritualidade Al Qaeda) gera indivíduos cada vez mais perturbados, infelizes e chatos. Vou tomar um café (será que é vício?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero uma teologia que sorri. Uma teologia que não precise fazer caras e bocas, mas somente deleitar-se na reflexão que encontra a graça – e sorri. Quero apontar para uma intelectualidade da leveza, do abraço, do afeto. Uma cara de criança esperta que contagia e conquista, um convite para o encontro com o belo, o perfeito o santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega dessa teologia amarga. Nem sabor de mel, nem de fel, mas sim o abençoado caminhar do equilíbrio. Sorria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7931546963379964891?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7931546963379964891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/eu-quero-uma-teologia-que-sorri.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7931546963379964891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7931546963379964891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/eu-quero-uma-teologia-que-sorri.html' title='Eu quero uma teologia que sorri'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Knm4TA7WBg0/TbtD44un93I/AAAAAAAAAZQ/qZ0-BH4q104/s72-c/para-viver-bem-caio-melo-ser-eu-mesmo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6599122048572167620</id><published>2011-04-22T15:06:00.003-03:00</published><updated>2011-04-22T15:44:38.955-03:00</updated><title type='text'>O túmulo está vazio!!!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-4Z_1FWxX03U/TbHLobSlZCI/AAAAAAAAAZI/otWaDBge4W4/s1600/1727_3146_01-pascoa-3-tumulo-vazio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 289px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598479707179148322" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-4Z_1FWxX03U/TbHLobSlZCI/AAAAAAAAAZI/otWaDBge4W4/s320/1727_3146_01-pascoa-3-tumulo-vazio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"A Páscoa diz que você pode pôr a verdade em uma sepultura, mas ela não ficará lá"&lt;/em&gt;. Clarence W. Hall&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um escritor do passado disse uma poderosa verdade: &lt;em&gt;"A melhor notícia que o mundo já ouviu veio de um túmulo vazio"&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;Ressurreição!&lt;/strong&gt; Esse foi (e ainda é) o evento mais espetacular de todos os tempos. A notícia mais aguardada foi ouvida: &lt;em&gt;"Ele vive!"&lt;/em&gt; Somente nas cartas de Paulo, há cerca de 53 referências à ressurreição. Ela é a grande certeza da igreja.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dos perigos da atualidade é a sutil desconstrução da ressurreição: num mundo sem encantos a tentação é a ideologia vazia de uma ressurreição sem fascínio, sem perplexidade. Cientificamente dissecada, espiritualmente negligenciada. É a tentativa satânica de ridicularizar o magistral. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que mais me encanta na história da ressurreição é que, embora sendo extraordinária, operou no comum. Ela não foi um evento sufocante. Jesus não a utilizou como mecanismo de intimidação, marketing pessoal ou emocionalismo. Ele não fez chantagem celestial. Ele poderia ter dito: "esperem na porta do túmulo e vocês vão se arrepender por terem zombado de mim", mas não, ele não sujou o momento com sentimentos mesquinhos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A ressurreição se deu na companhia de amigos que se conhecem pelo nome: "avise aos meus irmãos" (Mt. 28. 10). Não foi uma exibição impessoal feita diante de multidões extasiadas pelo miraculoso, foi vivenciada intensamente numa rede de contatos pessoais. Foi privilégio dos íntimos. O que me espanta ao ler os textos dos evangelhos tratando da ressurreição, é a coragem de algumas mulheres para irem ao túmulo adorar um Cristo morto! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história da ressurreição não tem a predominância do masculino. Como numa tentativa de redimir Eva, essa história tem o charme e a sensibilidade feminina. Marcos e Lucas citam as mulheres comprando perfume para levar ao túmulo. Uma tentativa de lutar contra a realidade inflexível da morte. Sabiam elas que a morte apodrece... resolveram perfumar o caos. A ressurreição é a história de uma revolução do belo na cara feia da morte. Elas, que adoraram um Cristo morto, foram as primeiras a testemunharem de sua vida!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elas foram ao túmulo cuidar de assuntos que envolviam a morte, mas foram surpreendidas e passaram a espalhar a noticia da vida! O texto revela nuances da natureza de Deus. Elas estavam preocupadas com a pedra e o trabalho que teriam para removê-la. Esqueceram-se de que Jesus revelou que "O Pai trabalha", que Deus é o único Deus trabalhador da história. Chegaram lá e o trabalho já estava feito! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em João 20.15 vem a grande revelação: Maria chora, desesperada, ao ver o túmulo vazio. Seus pensamentos estão em confusão, lágrimas rolam abundantemente. Ela vê um homem andando pelo jardim do túmulo. O texto coloca o detalhe: "Ela pensou que ele fosse o jardineiro". Como é lindo isso! Ela estava certa! Ele era o jardineiro! Deus voltou para o jardim. Saiu do deserto: "voz do que clama no deserto" (Mc. 1.3). A ordem foi restaurada. O Éden tem sua cor. A redenção de Eva. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O túmulo está vazio! A igreja não chora a morte de Cristo como quem perdeu o horizonte da esperança, mas como quem sabe que aquela morte era nossa, mas Ele morreu por nós, portanto, agora temos o que celebrar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6599122048572167620?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6599122048572167620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/o-tumulo-esta-vazio.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6599122048572167620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6599122048572167620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/o-tumulo-esta-vazio.html' title='O túmulo está vazio!!!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4Z_1FWxX03U/TbHLobSlZCI/AAAAAAAAAZI/otWaDBge4W4/s72-c/1727_3146_01-pascoa-3-tumulo-vazio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-9087465058176002290</id><published>2011-04-17T12:20:00.006-03:00</published><updated>2011-04-17T12:55:21.317-03:00</updated><title type='text'>"Feliz aniversário para mim"</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-wJYqfBUdpio/TasLE17wVmI/AAAAAAAAAZA/9OYCIgkJeUg/s1600/aniversario.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 250px; height: 234px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596579139763066466" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-wJYqfBUdpio/TasLE17wVmI/AAAAAAAAAZA/9OYCIgkJeUg/s320/aniversario.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje (17/04) é meu aniversário. Mês passado esse blog completou dois anos. O blog fez dois, e eu, trinta e dois. Não sei bem se eu completo esses anos, ou se eles é que completam a mim. No latim, o termo &lt;em&gt;"anniversarius"&lt;/em&gt; é um vocábulo feito da junção da palavra &lt;em&gt;"annus"&lt;/em&gt; (ano) e o verbo &lt;em&gt;"versum"&lt;/em&gt;, oriundo do verbo &lt;em&gt;"vertere"&lt;/em&gt; (voltar, vir de novo, virar). Esse verbo era presente no ato de virar as folhas dos calendários, mês a mês, semana após semana, dia após dia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No magistral&lt;em&gt; "Alice no país das maravilhas"&lt;/em&gt;, de Lewis Carrol, Alice encontra-se, num momento, com o Chapeleiro Maluco e a Lebre Maluca tomando chá para celebrar seus &lt;em&gt;desaniversários&lt;/em&gt;. O Chapeleiro Maluco faz uma observação curiosa: &lt;em&gt;"As estatísticas provam que você tem apenas um aniversário. Mas há 364 desaniversários!"&lt;/em&gt; Hoje é o meu?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um ano inteiro se passou. Um ano onde cresci. Li alguns livros. Celebrei, chorei, vivi. Esse ano foi particularmente intenso. Mudei de Estado (São Paulo para Goiás). Terra, povo, costumes, cultura diferentes. Uma gente que me recebeu com muita honra. Nessa terra tenho falado a multidões, expressado minhas ideias perigosas, por vezes contraditórias, mas sempre com a atenção e a generosidade desse povo que me acolheu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou grato a Deus por esse novo tempo em minha vida. Deixei o chão onde nasci para nascer de novo no cerrado. Aqui meu filhinho tem outro sotaque. Outros sabores conquistaram meu paladar (que o digam as pamonhas e o Tucunaré, ah!!!). Aqui conheci homens de Deus que me ajudaram a resgatar o respeito pelos pastores. Aqui, hoje, é meu chão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só Deus sabe o que me aguarda nos próximos anos. Uma certeza tenho: esse aniversário, esse "virar de página" da agenda da minha vida, ao lado da minha amada esposa e do meu amado filhinho, está sendo o melhor aniversário da minha história!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou seguir o conselho de Horácio: "Carpe Diem": "Aproveita o dia!" &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um abraço a todos!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-9087465058176002290?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/9087465058176002290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/feliz-aniversario-para-mim.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9087465058176002290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/9087465058176002290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/04/feliz-aniversario-para-mim.html' title='&quot;Feliz aniversário para mim&quot;'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wJYqfBUdpio/TasLE17wVmI/AAAAAAAAAZA/9OYCIgkJeUg/s72-c/aniversario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3382541023094560352</id><published>2011-03-08T09:48:00.003-03:00</published><updated>2011-03-08T10:06:12.894-03:00</updated><title type='text'>ATENÇÃO! Meu novo livro está quase pronto!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aznmIBU9v5Q/TXYl_GTsCCI/AAAAAAAAAY4/-UKFzPXzDtY/s1600/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581690554127484962" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-aznmIBU9v5Q/TXYl_GTsCCI/AAAAAAAAAY4/-UKFzPXzDtY/s320/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desafios da liderança no século 21&lt;/strong&gt;, esse é o tema do meu novo livro. Um livro que aborda de modo bíblico, atual e sincero os grandes desafios que a liderança precisa enfrentar nesse século das turbulências: o desafio da integridade à luz de Daniel; o desafio da obediência em Jonas; o desafio do coração em Davi e o desafio do legado em Moisés. Há também um capítulo que aborda as dez crises que assolam a liderança no século 21, crises como: familiar, caráter, sexual, espiritual, motivacional...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a honra de contar com o &lt;strong&gt;prefácio do Rev. Hernandes Dias Lopes&lt;/strong&gt;, que contribuiu de forma fantástica com o texto. Abaixo segue uma parte do magistral prefácio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Prefaciar um livro é abrir a porta e convidar os leitores a entrar na mente e no coração do escritor e conhecer o que pulsa em seu interior. É dizer para os leitores que a leitura da obra em apreço é uma aventura que vale a pena ser iniciada. É recomendar a obra e a vida do autor àqueles que ainda não o conhecem. Pelas razões supracitadas, sinto-me assaz honrado com a distinção do brilhante escritor &lt;strong&gt;Alan Brizotti&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Li o seu livro com a convicção de que seu autor é um homem erudito e ao mesmo tempo piedoso. Íntegro na interpretação das Escrituras e ao mesmo tempo relevante. Profundamente arraigado nas tradições mais ricas dos antepassados, mas solidamente atualizado. Li esta obra de uma só sentada. Li-o com entusiasmo e alegria. Ao mesmo tempo, senti noutras horas o peito sendo acicatado pelo aguilhão da verdade. O autor não escreveu este livro para agradar os leitores, mas para levá-los à reflexão. Não o escreveu para arrancar aplausos dos homens, mas para levá-los ao arrependimento; não o escreveu para bajular os líderes com encômios delirantes, mas para chamá-los de volta à integridade".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Meu amigo, &lt;strong&gt;Dr. Jorge Henrique Barro, diretor da FTSA - Faculdade Teológica Sula Americana&lt;/strong&gt;, de Londrina-PR, também deu seu aval: &lt;em&gt;"&lt;strong&gt;Desafios da liderança no século 21&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Alan Brizotti,&lt;/strong&gt; é um livro contemporâneo, com ideias frescas, que certamente será uma contribuição enorme para todos os homens e mulheres que querem ser contextualmente relevantes no mundo de hoje. O tema da liderança não é novo, mas o olhar lançado por &lt;strong&gt;Alan Brizotti &lt;/strong&gt;sim, e pode marcar um caminho de retorno aos pressupostos da Palavra".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O livro será lançado pela &lt;strong&gt;Editora Primícias&lt;/strong&gt;, que tem sido um canal de bênçãos em minha vida e ministério, a quem, desde já, sou muito grato, na pessoa de seu diretor - e meu amigo - &lt;strong&gt;Pr. José Marques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Primícias, através de sua loja virtual: &lt;a href="http://livrariaprimicias.com.br/"&gt;Livraria Primicias &lt;/a&gt;está fazendo uma lista de espera. O livro será lançado muito em breve (está no prelo). Aos interessados, por favor, no campo &lt;strong&gt;"comentários",&lt;/strong&gt; deixe seu &lt;strong&gt;nome, e-mail e endereço&lt;/strong&gt;, pois quando o livro estiver pronto, entraremos em contato para enviar-lhe seu exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aproveite!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Abraço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3382541023094560352?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3382541023094560352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/atencao-meu-novo-livro-esta-quase.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3382541023094560352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3382541023094560352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/atencao-meu-novo-livro-esta-quase.html' title='ATENÇÃO! Meu novo livro está quase pronto!!!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-aznmIBU9v5Q/TXYl_GTsCCI/AAAAAAAAAY4/-UKFzPXzDtY/s72-c/Cp%2BDesafios%2Bda%2Blideranca%2B02_aprov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6290028524391164545</id><published>2011-03-05T11:08:00.005-03:00</published><updated>2011-03-05T11:31:19.873-03:00</updated><title type='text'>Mulher, uma homenagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NRwMnZD6i8E/TXJG1JWZQsI/AAAAAAAAAYw/r3P_cit2fJk/s1600/mulher-rascunho-783251.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 237px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580600767122326210" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-NRwMnZD6i8E/TXJG1JWZQsI/AAAAAAAAAYw/r3P_cit2fJk/s320/mulher-rascunho-783251.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dizem que quando Deus criou Adão, fez um esboço de humano, mas ao fazer Eva, a arte final.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mulher, apesar do que o senso comum insiste em dizer, ainda sofre. Contudo, existindo entre a estabilidade e o caos, ignorada ou reduzida a clichês maldosos, ela insiste em vencer, em afirmar sua veia triunfante. Em muitos lugares, a mulher, ainda, consegue qualificação social apenas pela via da maternidade, enfrenta desde o preconceito da sociedade aos desmandos de seus maridos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sofre uma opressão tão prolongada ao longo da história como a mulher. Segundo Robinson Cavalcanti, no Brasil da escravidão, a mulher só tinha permissão para falar alto para usar duas expressões: &lt;em&gt;“Ai, meu Deus!”&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;“cala a boca, menino”.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mutiladas em países da África; censuradas em países islâmicos; subjugadas como escravas e prostitutas em regiões da Ásia; deploradas como filha única por famílias chinesas; elas carregam o maior peso da pobreza que atinge, hoje, 4 dos 6 bilhões de habitantes da terra. Metade da humanidade é mulher; A outra metade, filhos de mulheres. Elas escrevem a história com ternura, lágrimas e alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos refletir sobre alguns aspectos do feminino face ao processo histórico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A presença feminina no social – a beleza que desafia o caos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Elas começaram sua marcha na história lutando por direitos políticos básicos, como o direito de votar. Participaram ativamente da resistência à ditadura militar no Brasil, e contra outros regimes totalitários na América Latina e no resto do mundo. A história é o reflexo de mulheres que gastaram suas vidas para melhorar outras: de Joana D’arc a Teresa de Ávila; da Princesa Isabel a Chiquinha Gonzaga; de Madre Teresa a Cecília Meireles – mulheres que deixaram suas marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O apóstolo Paulo citou várias delas em suas cartas – mulheres que emergiram das sombras do anonimato e se afirmaram como provedoras de beleza no caos! Beleza não como objeto do erotismo desvairado de hoje, mas como a força que envergonha a aparente fragilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os desafios para a mulher no século XXI – tempo de conquistas e reflexão &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Na era da decepção e da decadência moral, a mulher tem uma guerra violenta contra o conceito de mulher/objeto. Atacadas em sua dignidade, elas são despidas em outdoors e capas de revistas; reduzidas a iscas de consumo na propaganda televisiva, onde nos programas humorísticos é relegada ao papel de notória imbecil; condenadas à anorexia e à beleza compulsória pela ditadura da moda que alarga cada vez mais a distância entre ética e estética. Sem falar no Carnaval, onde a mulher é só um ítem do consumismo masculino erotizado.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As belas e burras têm mais “valor de mercado” dos que as ditas “feias e inteligentes”. É a subcultura dos dinossauros: &lt;em&gt;“corpo grande, cabeça pequena”&lt;/em&gt;. Ela precisa encarar com garra o desafio da afirmação: Não apenas uma espécie de constante lembrete de sua existência, mas a certeza de que é digna de ser vista, amada e ouvida. Também enfrenta o desafio do afeto: Na luta, não perder a feminilidade. Não perder seu encanto, não se embrutecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mulheres de Deus escrevendo a história – compromisso com novos tempos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deus está à procura de mulheres que o revelem em cada abraço, em cada afeto. Mulheres que transformem sua coragem em ato e seus atos em marcas. Mulheres que assumam seu lugar e seus momentos – sem medo de ousar e de quebrar limites. Mulheres que amem como Raquel, vivam os espetáculos da graça como Ana, e aprendam o servir com Maria, a serva por excelência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tempo de fazer história para a glória de Deus e para quebrar os paradigmas da ignorância que ainda resistem em nossos quintais evangélicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como escreveu Frei Betto: &lt;em&gt;"O vermelho é a cor do batom, mas também das bandeiras libertárias e do sangue derramado injustamente pela opressão"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Coragem, teu nome é mulher!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti, &lt;span style="font-size:85%;"&gt;em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6290028524391164545?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6290028524391164545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/mulher-uma-homenagem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6290028524391164545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6290028524391164545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/mulher-uma-homenagem.html' title='Mulher, uma homenagem'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NRwMnZD6i8E/TXJG1JWZQsI/AAAAAAAAAYw/r3P_cit2fJk/s72-c/mulher-rascunho-783251.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6389141180674815235</id><published>2011-03-03T19:20:00.003-03:00</published><updated>2011-03-03T20:04:05.038-03:00</updated><title type='text'>Não creio no deus da religião</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9Au4OOKJx2I/TXAeS6HqarI/AAAAAAAAAYo/rfVg2BKFNsI/s1600/esqueleto.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 198px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579993248499919538" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-9Au4OOKJx2I/TXAeS6HqarI/AAAAAAAAAYo/rfVg2BKFNsI/s320/esqueleto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rubem Alves diz que &lt;em&gt;"Deus criou o Universo inteiro só para nele plantar um jardim"&lt;/em&gt;. Deus sempre gostou de jardim. Sempre gostou de frutas. Observe demoradamente uma maçã, uma banana, um cacho de uvas, o vermelho delicado de um caqui, ou mesmo a complexidade majestosa de um abacaxi. Deus criou a arte das frutas. Você já parou para observar uma cebola? Plablo Neruda chegou a escrever um poema sobre ela: &lt;em&gt;"rosa de água com escamas de cristal..."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gosto de imaginar Deus sem as roupagens da religião. Deus apenas Deus. Sem cetros e coroas. Sem os relatórios tristes das divindades carrancudas. Deus menino. Como Alberto Caeiro, no "Guardador de rebanhos": &lt;em&gt;"Num meio-dia de fim de primavera/Tive um sonho como uma fotografia/Vi Jesus Cristo descer à terra/Veio pela encosta de um monte/Tornado outra vez menino/A correr e a rolar-se pela erva/E a arrancar flores para as deitar fora/E a rir de modo a ouvir-se de longe"&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gosto de pensar no Deus que se alegra em minha alegria, não apenas no que dói em mim. Um Deus que ama ver minha paz. Não quero oferecer-lhe apenas sacrifícios, mas também meu sacro-ofício. Não somente lágrimas, como se em seu ambiente só existisse o cinza da tempestade, mas sim a minha gargalhada, para que em sua celestialidade feliz, eu também contribua um pouco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cada vez mais acredito menos no deus mesquinho das religiões. Esse "deus" que ama o sangue inocente das guerras. Que ama o martírio dos pobres nas filas injustas do país do jeitinho, um país onde poucos possuem milhões, mas milhares vivem de migalhas. Esse não é o Deus que conheço. O Deus do qual escrevo nessas linhas é aquele que passou seis dias criando e, resolveu parar, admirar e descansar - criança/artista que depois de brincar, deita e dorme o sono dos livres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A religião tem um deus tão monstruoso que essas imagens que uso: criança, poeta, artista, acabam por suscitar a ira dos talibãs. Seu deus nada tem de alegre. É um monstro, feio, desagradável, tirano, vingativo, mediocre, lento para o bem. Esse não pode ser o Deus que as Escrituras fotografaram: o Deus andarilho que desceu só para que eu pudesse subir - e não apenas para essa coisa/outra chamada céu, mas para tudo que envolve a liberdade. Subo sempre que desço como ele fez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero amar o Deus que é. Ele é livre dos complexos de ditador. Ele não tem poder sem amor - isso é possessão - tem poder e amor, muito mais amor que o poder que usa. Por isso tem também meu coração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Ele... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6389141180674815235?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6389141180674815235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/nao-creio-no-deus-da-religiao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6389141180674815235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6389141180674815235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/03/nao-creio-no-deus-da-religiao.html' title='Não creio no deus da religião'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9Au4OOKJx2I/TXAeS6HqarI/AAAAAAAAAYo/rfVg2BKFNsI/s72-c/esqueleto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1524177356048128235</id><published>2011-02-17T12:44:00.003-02:00</published><updated>2011-02-17T16:44:26.428-02:00</updated><title type='text'>Ronaldo e o Eclesiastes</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-s9a2OFjegXA/TV05P9bTwhI/AAAAAAAAAYg/Sw5P_C1qViM/s1600/ronaldo-o-fenomeno.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 181px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574674860104466962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-s9a2OFjegXA/TV05P9bTwhI/AAAAAAAAAYg/Sw5P_C1qViM/s320/ronaldo-o-fenomeno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade"&lt;/em&gt; (Eclesiastes 1. 2)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A melhor tradução para esse desabafo do Pregador seria: &lt;em&gt;"tudo é ilusão; névoa de nada"&lt;/em&gt;. Eclesiastes é a expressão clássica do tédio profundo, a anatomia do absurdo, a fotografia do vazio. É o olhar que enxerga na vida o que fica oculto sob pesada maquiagem. É o gosto amargo que se disfarça no açúcar desvairado da poesia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Jean-Paul Sartre, em seu livro "A Náusea" define bem esse sentimento na fala de um personagem: &lt;em&gt;"O domingo que passou deixou um gosto de cinzas. (...) O vento traz de longe o barulho de uma sirene. (...) Eu, vago sozinho pela cidade vazia, como uma tropa de um homem só"&lt;/em&gt;. Névoa, nada, ilusório, transitório, inútil... Isso é a vida sem disfarces.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Perdi para o meu corpo".&lt;/em&gt; Essa foi a frase de Ronaldo. Gênio da bola que aposentou-se em meio a um turbilhão de sensações. Fotógrafos, jornalistas, emissoras de tv do mundo inteiro acotovelando-se em busca de registrar o inevitável: a gente perde para o corpo! O nome disso é: tempo! Eclesiastes capítulo três disseca bem essa quimera. O tempo é implacável. Ele joga mais do que qualquer Ronaldo...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando assisti a entrevista do "Fenômeno", observei cuidadosamente a mistura de sensações: lágrimas, sorrisos, flashes, silêncio, explicações... Tentativas pífias de driblar o óbvio: perdemos para o tempo. Apelidamos essa batalha perdida com vários eufemismos: &lt;em&gt;aposentadoria, tempo para refletir, descanso merecido, férias... &lt;/em&gt;Dói saber que o tempo rasga a página da história em que nossos nomes envelhecem. Pálidos, tomamos a frente em arrogância infantil:&lt;em&gt; "resolvi parar".&lt;/em&gt; Será?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma certeza tenho: o Eclesiastes é meu. Fala pra mim. Abala minhas bases. Perco para o meu corpo. Perco para o Tempo. Perco porque perdas fazem parte essencial da pedagogia da vida. O fim de uns é o começo de outros. O ciclo da existência passa pela estação do renascimento. Não tenho a ilusão de durar para sempre. As cortinas que se abrem, também se fecham.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma chave é virada na fechadura da história: durmo "fenômeno" num dia, acordo "ex" no outro. Às vezes, domingos ganham o sabor nervoso da segunda-feira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Vaidade de vaidades, tudo é vã-idade".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1524177356048128235?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1524177356048128235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/02/ronaldo-e-o-eclesiastes.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1524177356048128235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1524177356048128235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/02/ronaldo-e-o-eclesiastes.html' title='Ronaldo e o Eclesiastes'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-s9a2OFjegXA/TV05P9bTwhI/AAAAAAAAAYg/Sw5P_C1qViM/s72-c/ronaldo-o-fenomeno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4782366699110136778</id><published>2011-02-04T18:57:00.003-02:00</published><updated>2011-02-04T19:22:37.114-02:00</updated><title type='text'>Assembleia de Deus, 100 anos: caminhos e descaminhos para o pós-centenário (um estudo)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TUxsRgJnSdI/AAAAAAAAAYY/egQkPd7u93g/s1600/velhice11.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569945887094294994" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TUxsRgJnSdI/AAAAAAAAAYY/egQkPd7u93g/s320/velhice11.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No jargão do futebol, quando um time completa cem anos, comemora-se o chamado &lt;em&gt;“centenário”&lt;/em&gt;. Contudo, o que as torcidas rivais mais gostam é quando o time em questão, em pleno ano do centenário, não consegue nenhum título. Esses torcedores rivais passam então a usar um neologismo: &lt;em&gt;“cente-nada!”&lt;/em&gt; A Assembleia de Deus está numa encruzilhada histórica: sua escolha definirá sua sobrevivência: centenário ou &lt;em&gt;“cente-nada”? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;Os descaminhos estão cada vez mais perigosos: &lt;div&gt;&lt;br /&gt;Descaminhos são atalhos da fé. A ideia perigosa de que caminhos mais curtos são sinais das bênçãos de um facilitador divino.&lt;br /&gt;Descaminhos são espécies de tendências do mal: opções pelas rotas da facilidade, que permitem o &lt;em&gt;“abraço de&lt;/em&gt; &lt;em&gt;urso”&lt;/em&gt; na antiética duvidosa do &lt;em&gt;“jeitinho”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Descaminhos são opções dos que perderam o senso de que sem raízes profundas os frutos (se vierem) serão condenados à irrelevância.&lt;br /&gt;Descaminhos são síndromes de Geazi: gente que, em nome das riquezas, engana e mente, esquecendo-se que Deus julga motivações do coração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quais são os principais descaminhos que a Assembleia de Deus deve evitar no perigoso pós-centenário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. A perda da identidade: o descaminho da demonização&lt;/strong&gt; (Lc. 8. 30, 38, 39)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma coisa tem me preocupado sobremaneira como assembleiano: a Assembleia de Deus tem se transformado numa assembleia de deuses.&lt;br /&gt;A enfermidade dos títulos, a paranoia das honras, tem assaltado corações. A ditadura da hereditariedade tem engessado alguns campos eclesiásticos, e a tendência é essa quimera crescer... &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No texto de Lucas 8, há duas poderosas lições:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; No versículo 30, Jesus pergunta o nome dos demônios que possuíam o Gadareno, contudo, não respondem com um nome, mas com &lt;strong&gt;uma função:&lt;/strong&gt; legião, um destacamento do exército romano. Uma vocação militar. Um serviço. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rubem Alves desenvolve uma ideia muito interessante: o diabo odeia o próprio nome. Na cultura judaica, o nome evoca as essências, os começos. Para o diabo, pensar em seu próprio nome é relembrar suas origens e consequente queda, portanto, ele odeia o nome. Por isso não responde com um nome, mas com uma função! Esconde-se atrás dos títulos. Na Bíblia, seu nome é sempre dito por terceiros, nunca por ele mesmo. Essa lição sinaliza um grave perigo: o de nos escondermos atrás de vocações. Se minha credencial valer mais do que minha identidade, abro um processo de demonização às vezes irreversível! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Nos versículos 38 e 39, o Gadareno, já liberto, implora a Jesus que o deixe segui-lo. Jesus recusa-se terminantemente. Jesus estava libertando-o completamente. É como se Jesus dissesse: &lt;em&gt;“Não vou possuí-lo. Não vou trocar de lugar com os demônios. Vou libertá-lo para a intimidade dos seus”&lt;/em&gt;. A grande lição aqui é a que precisa ser redescoberta com urgência: não possuímos ninguém. O pastor não possui as ovelhas, ele as protege!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A tentação da mistura: o descaminho das contradições&lt;/strong&gt; (Mc. 10. 17-23)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A Assembleia de Deus – aos cem anos – resolveu imitar o adolescente movimento neopentecostal. Estamos abraçando mediocridades: atos &lt;em&gt;“proféticos”&lt;/em&gt;, quando deveríamos abraçar &lt;strong&gt;Atos dos apóstolos&lt;/strong&gt;! Cantando mantrazinhos gospel de quinta categoria, quando temos em nossa história &lt;em&gt;“os mais belos hinos e poesias”&lt;/em&gt; escritos na senda da &lt;em&gt;“rude cruz”. &lt;/em&gt;Percebo uma Assembleia de Deus semelhante a um velho cansado encantado com o brinquedo tecnológico do neto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto de Marcos 10, o &lt;em&gt;“jovem rico",&lt;/em&gt; aponta para o perigoso descaminho da mistura: ele vai até Jesus com uma teologia pronta. Costumo brincar dizendo que o jovem rico era neopentecostal: religião demais, piedade de menos! &lt;em&gt;“Bom Mestre”:&lt;/em&gt; a opção enganosa de seguir a Jesus pelos motivos errados: mestre ao invés de Senhor!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse jovem chegou até Jesus carregado de teologia pronta, e saiu de perto de Jesus com o peso de suas riquezas. A palavra aramaica para &lt;em&gt;“riquezas”&lt;/em&gt; é Mamóm, que vem da mesma raiz da palavra amém! O dinheiro tem dito o &lt;em&gt;“amém”&lt;/em&gt; na vida de muita gente nessa centenária igreja. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. A doença do sucesso: o descaminho da falsa glória&lt;/strong&gt; (Dn. 4. 29-34) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O sucesso é a droga mais consumida do século XXI. É o elixir dos delírios que faz brilhar os olhos dos pregadores adeptos da homilética do bombardeio. Sua composição básica é feita com as toxinas que inflam o ego. A Assembleia de Deus, que antes era a igreja do povo simples, está cada dia que passa, transformando-se numa igreja do sucesso, numa vitrine eclesiástica das celebridades instantâneas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É a síndrome de Nabucodonosor, do texto de Daniel 4: a falsa glória. O excelso que desrespeita o efêmero. Quando a criação passa a ser adorada ao invés do Criador alimenta-se de doses monstruosas de falsa glória, entrando no caminho sem volta da overdose de glamour, caindo na tentação de viver num mundo sem Deus e numa igreja sem dono. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Assembleia de Deus tem muito o que celebrar, mas tem muito mais a refletir. Afinal, os próximos cem anos, se o Senhor assim permitir, estão só começando. Como diz o slogan das comemorações: &lt;em&gt;“pelos séculos dos séculos”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto baseado na mensagem que preguei no simpósio de dirigentes da Assembleia de Deus, campo de Campinas.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Até mais...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4782366699110136778?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4782366699110136778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/02/assembleia-de-deus-100-anos-caminhos-e.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4782366699110136778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4782366699110136778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/02/assembleia-de-deus-100-anos-caminhos-e.html' title='Assembleia de Deus, 100 anos: caminhos e descaminhos para o pós-centenário (um estudo)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TUxsRgJnSdI/AAAAAAAAAYY/egQkPd7u93g/s72-c/velhice11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-5860460317978137662</id><published>2011-01-20T14:55:00.007-02:00</published><updated>2011-01-20T15:24:22.597-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obras da Carne e o Fruto do Espírito'/><title type='text'>Obras da carne: prostituição, a deturpação do respeito</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TThtvNkjnYI/AAAAAAAAAYI/yhQrYL4hT2Q/s1600/porno.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564317997480516994" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TThtvNkjnYI/AAAAAAAAAYI/yhQrYL4hT2Q/s320/porno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando Paulo lista as &lt;strong&gt;"obras da carne"&lt;/strong&gt;, começa logo pelo vocábulo &lt;em&gt;"prostituição"&lt;/em&gt;, palavra hoje muito ouvida por todos. O apóstolo utiliza o vocábulo grego &lt;strong&gt;"porneia"&lt;/strong&gt;. Palavra bem geral para as relações e relacionamentos sexuais ilícitos e imorais. &lt;em&gt;Porneia&lt;/em&gt; é a prostituição, e &lt;em&gt;pornê&lt;/em&gt;, equivale a uma prostituta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há grande probabilidade de que estas palavras tenham ligação com o verbo &lt;strong&gt;pernumi&lt;/strong&gt;, que significa &lt;em&gt;“vender”&lt;/em&gt;. Portanto, essencialmente, &lt;em&gt;Porneia&lt;/em&gt; é o sexo comprado e vendido – o que não pode ser chamado de amor, visto ser uma relação absolutamente monetária. Não pode ser amor porque a pessoa que se submete a esse tipo de relação não é realmente considerada pessoa, mas objeto. A palavra descreve o relacionamento em que uma das partes pode ser comprada e descartada como um verdadeiro objeto, e onde não há união de personalidade e afeto, muito menos respeito. É uma palavra extremamente furiosa com sentimentos e emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante o fato de que Paulo comece a lista das obras da carne com esse tipo de conduta pecaminosa. A vida sexual do mundo greco-romano nos tempos do Novo Testamento era absurdamente libertina. J. J. Chapman, descrevendo os tempos em que vivia Luciano, na primeira metade do século II, escreve: &lt;em&gt;“Luciano vivia numa época em que a vergonha parecia ter sumido da terra”.&lt;/em&gt; Esse mundo greco-romano era regido por uma atmosfera de sexualidade deturpada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos escritos de Demóstenes, por exemplo, há uma passagem que trata a conduta sexual leviana de forma assustadoramente normal: &lt;em&gt;“Mantemos amantes para nosso prazer, concubinas para as necessidades diárias do corpo, mas temos esposas a fim de produzir filhos de modo legítimo e de ter uma guardiã fidedigna dos nossos lares”&lt;/em&gt;. Nesse contexto de libertinagem, essa palavra ganha imensa proporção. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sólon foi o primeiro a legalizar a prostituição e a abrir prostíbulos do Estado, e os lucros destes eram usados para erigir templos aos deuses da Grécia libertina. Roma, que foi contaminada pelos pecados sexuais dos gregos, também não ficava atrás. Sêneca chegou a escrever: &lt;em&gt;“A inocência não é rara; simplesmente não existe”&lt;/em&gt;. A classe alta da sociedade romana se tornou grandemente promíscua, Messalina, a imperatriz esposa de Cláudio, saía às escondidas do palácio real à noite a fim de servir num prostíbulo público. Juvenal conta que ela era a última a sair e, &lt;em&gt;“voltava ao travesseiro imperial com todos os odores dos seus próprios pecados”&lt;/em&gt;. Uma sociedade contaminada por uma sexualidade desvairada em todos os seus níveis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez ninguém seja mais conhecido em questões de sexualidade deturpada do que Calígula, que vivia em incesto com sua irmã Drúsila, isso sem mencionar as diversas formas de perversão que ele praticava. Nero, outro imperador renomado e devasso, não poupou nem mesmo sua própria mãe, Agripina. Ele também era&lt;em&gt; “casado” &lt;/em&gt;com um jovem castrado, com o nome de Esporo, e ainda passeou com ele por todas as ruas de Roma, em cortejo nupcial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Paulo coloca-se absolutamente contra toda essa imoralidade sexual que apodrecia seu tempo. Para o apóstolo, o cristão autêntico não pode aceitar passivamente uma conduta sexual distorcida. Ele se espanta com a atitude dos Coríntios de não se sentirem horrorizados diante do caso do homem que estava coabitando com a esposa do próprio pai (I Co. 5. 1,2). Paulo expressa não somente uma teologia, mas um sentimento que ele mesmo estava vivenciando. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Paulo, mostra em suas cartas uma série de ordenanças aos cristãos autênticos sobre a maneira ideal de se comportar diante desse tipo de pecado. O cristão deve se arrepender (II Co. 12. 21); deve abster-se totalmente de tal coisa (I Ts. 4. 3); deve fugir dela (I Co. 6. 18), inclusive, esse foi o meio mais decisivo e determinante na vitória de José sobre sua tentação sexual pela esposa de Potifar (Gn. 39. 11,12); deve mortificar estas atividades (Cl. 3. 5). Esse pecado é onde o homem profana claramente seu próprio corpo, e isso fere o propósito de Deus para o corpo do homem (I Co. 6. 13).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Muitos estudiosos chegam a afirmar que a castidade foi a única virtude completamente nova que o cristianismo introduziu no mundo pagão. Isso não foi tarefa fácil, pois para a mentalidade pagã, a imoralidade era normal e o gnosticismo também influenciava, uma vez que, se o corpo é mau como pregava essa doutrina, não importa o que se faz com ele. Somente os gnósticos que seguiam um ascetismo rígido acreditavam que precisavam negar os desejos do corpo. Mas o que não compreendiam é que, quando se trata de uma obra da carne, somente pelo poder do Espírito é que estaremos aptos a batalhar e vencê-la. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outro grave problema enfrentado pelo cristianismo foi o de que em muitos casos a prostituição era largamente associada à religião. Havia a chamada &lt;em&gt;“prostituição sagrada”&lt;/em&gt; (hierodulismo, termo derivado de &lt;em&gt;hiero&lt;/em&gt;, templo). Em Corinto, por exemplo, havia o Templo de Afrodite, onde havia milhares de prostitutas. Muitas delas, desciam para as ruas da cidade ao cair da tarde para exercerem sua &lt;em&gt;“profissão”.&lt;/em&gt; Por incrível que pareça, religião e imoralidade andavam juntas. Sempre que a religião for somente um emaranhado de tradições e formulações humanas, estará sujeita a esses constantes pecados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por isso Paulo começa a lista com essa palavra, pois o que mais acontecia em seu mundo, em seu tempo histórico, era exatamente esse tipo de conduta. Assim, &lt;strong&gt;ser cristão era experimentar o milagre da pureza numa sociedade da podridão moral&lt;/strong&gt;. A prostituição é a deturpação máxima do respeito, é a violência onde a honra e os sentimentos mais puros são corrompidos. Assim como Paulo somos chamados a bradar contra toda essa corrupção sexual que impera em nossos dias. Não podemos - e não devemos - ser cristãos anacrônicos, distantes de nosso tempo histórico, carecemos urgentemente de um retorno ao ministério profético da igreja, denunciando esses males, provendo um lugar de pureza moral e defendendo a genuína fé e vida cristã. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse é o primeiro post de uma série que estou escrevendo sobre "as obras da carne e o Fruto do Espírito". Aguardem!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-5860460317978137662?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/5860460317978137662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/obras-da-carne-prostituicao-deturpacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5860460317978137662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5860460317978137662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/obras-da-carne-prostituicao-deturpacao.html' title='Obras da carne: prostituição, a deturpação do respeito'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TThtvNkjnYI/AAAAAAAAAYI/yhQrYL4hT2Q/s72-c/porno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4912903524766748544</id><published>2011-01-15T22:02:00.002-02:00</published><updated>2011-01-15T22:07:38.725-02:00</updated><title type='text'>Uma lição na igreja de Éfeso (Ap. 2. 2-4)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTI2rKenjyI/AAAAAAAAAYA/0Unuw14jPCM/s1600/m%25C3%25A3os.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 212px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5562568604931034914" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTI2rKenjyI/AAAAAAAAAYA/0Unuw14jPCM/s320/m%25C3%25A3os.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre que lemos sobre a Igreja de Éfeso, estamos em contato com a atmosfera abençoada do Primeiro Amor. Aqui há uma forte lição: a Igreja não é lugar para os “profissionais da fé”, é lugar para quem quer desenvolver o Primeiro Amor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Igreja de Éfeso era uma Igreja que trabalhava. Uma Igreja que vivia a ética, sabia distinguir entre o certo e o errado. Com habilidade teológica e doutrinária para reconhecer os falsos apóstolos. Era uma Igreja perseverante, fiel, constante, uma boa Igreja... Entretanto, esqueceu o Primeiro Amor. Ela não tinha abandonado o amor a Cristo, mas tinha abandonado o Primeiro Amor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Era uma comunidade cristã vivendo como alguns casamentos que já duram vinte, trinta anos. O casal ainda se ama, mas não mais com a mesma intensidade. A Igreja de Éfeso amava a Deus, mas não mais como o amou um dia. O Primeiro Amor é sensível, espontâneo, apaixonado e apaixonante. Corre mais riscos. Preocupa-se mais com o outro. Lança-se completamente ao outro. É menos cínico mais companheiro. Está sempre dando sem pedir nada em troca. É belo, encanta-se com o que é simples. Guarda num corpo pequeno um coração gigante, capaz de abraçar o universo. É generoso e leal. É uma chamada à vida plena. Tudo que esse amor faz é em nome do bem-estar do ser amado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A Igreja de Éfeso tinha se tornado mais vigorosa; menos espontânea; mais eficiente; menos natural; mais crítica menos generosa, fazia tudo direito, mas não mais movida pelo amor. Precisamos compreender que o ativismo não substitui o amor. Martin Lloyd-Jones disse que &lt;em&gt;“o ativismo é um homem girando em torno de si próprio”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A grande lição da Igreja de Éfeso é de que precisamos resgatar o Primeiro Amor. Sem ele, nos tornamos frios, idealistas rígidos, matemáticos calculistas, perfeccionistas rasos. Permanecemos cristãos, mas o que nos motiva não é mais o amor, mas os deveres. É preciso resgatar o amor a Deus, ao próximo e a si mesmo. Sem amor não há espiritualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Enquanto a obediência é a justiça em relação a Deus, o amor é a justiça em relação aos outros”.&lt;/em&gt; A. Plummer &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4912903524766748544?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4912903524766748544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/uma-licao-na-igreja-de-efeso-ap-2-2-4.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4912903524766748544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4912903524766748544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/uma-licao-na-igreja-de-efeso-ap-2-2-4.html' title='Uma lição na igreja de Éfeso (Ap. 2. 2-4)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTI2rKenjyI/AAAAAAAAAYA/0Unuw14jPCM/s72-c/m%25C3%25A3os.png' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1810183271828248602</id><published>2011-01-14T12:28:00.002-02:00</published><updated>2011-01-14T12:58:07.770-02:00</updated><title type='text'>O Fruto do Espírito: o perfeito retrato de Cristo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTBkZcfn9YI/AAAAAAAAAX4/d0FeOgU8ZkY/s1600/cristo-cruzg.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 293px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5562055928110904706" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTBkZcfn9YI/AAAAAAAAAX4/d0FeOgU8ZkY/s320/cristo-cruzg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jesus conseguiu possuir a terra e a história sem ter onde reclinar a cabeça. O que ele realizou foi de imensa ressonância em nossa moral e ética, direcionando sua vida sob a conduta das virtudes listadas em Gálatas 5. 22, 23 de tal modo, que se entronizou nos corações aflitos, fez do amor sua lei e da graça sua teologia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Jesus chegou ao ápice de cada virtude da lista de Paulo. Ele viveu o &lt;strong&gt;amor&lt;/strong&gt; a tal ponto que abriu mão de sua própria vida para que outros pudessem viver. Seu amor rompeu limites e faces rancorosas. Um teólogo antigo escreveu que &lt;em&gt;“só não conseguimos amar como Jesus amou porque não temos coragem de estabelecer para o nosso amor as mesmas barreiras que ele estabeleceu para o dele”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus viveu a &lt;strong&gt;alegria&lt;/strong&gt; de forma tão intensa e deliciosa que conseguiu a façanha de libertar-se de geografias da opressão. Mesmo vivendo na Palestina da miséria e da opressão, sob o regime de um império pagão, existindo numa época de turbulências absurdas, conseguiu ser alegre. Após sua ressurreição, mesmo glorioso, vencedor da morte, ele suporta o caos que é para um ser santo viver entre pecadores só para propiciar a seus amados a glória de sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém na história da humanidade viveu de forma tão magnífica e desafiadora a realidade da &lt;strong&gt;paz.&lt;/strong&gt; Cerca de setecentos anos antes de Jesus, o profeta Isaías já tinha avisado que ele seria &lt;em&gt;“Príncipe da paz”&lt;/em&gt;. Sua capacidade de encarnar a paz era tão excelente que até a natureza, as coisas criadas absorviam essa paz. Ele &lt;em&gt;acalmou&lt;/em&gt; vento e mar, a palavra &lt;em&gt;acalmar&lt;/em&gt; é a melhor palavra. A calma é produto da paz, em Jesus essa paz era tão intensa que nem a forte tempestade nem o bravo mar ousaram quebrar essa harmonia sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa época de constantes guerras, tensões, efervescência política, tumultos sociais, nervosas disputas teológicas e todas as formas de opressão e violência, Jesus deu um espetáculo de &lt;strong&gt;paciência&lt;/strong&gt;. Ele conseguia desarmar os mais furiosos argumentos com uma simples moeda! No auge da dor, na cruz, abriu as portas da intimidade e da graça e irradiou a história com a frase: &lt;em&gt;“Perdoa-lhes!”&lt;/em&gt; Sua paciência não era passividade preguiçosa. Ele baniu os vendedores do templo e, mesmo assim, as crianças cantaram: &lt;em&gt;“Bendito, filho de Davi!”&lt;/em&gt; Sua vida destilava essa paciência divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus levou a &lt;strong&gt;ternura &lt;/strong&gt;ao máximo que essa virtude é capaz de dar. Ele não era apenas um jovem que não desejava o mal a ninguém, ele se fez bem a todos. Toda sua trajetória histórica foi marcada por uma doçura invencível, uma incrível gentileza e delicadeza capaz de transformar publicanos, prostitutas, leprosos, líderes religiosos – qualquer pessoa – em alvo da graça. Em Jesus, cada gesto é coberto de ternura, cada palavra é cheia de vida, cada dia é marcado por uma incansável capacidade de abraçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra virtude levada ao extremo por Jesus foi a &lt;strong&gt;bondade&lt;/strong&gt;. Ninguém viveu essa qualidade com tal desenvoltura e humildade. Ele era bom com seus discípulos, mas também com um gadareno marcado pela rejeição e pelo medo. Ele sabia demonstrar sua bondade não somente pelo que dava, mas principalmente pelo que era. O profeta Isaías, também afirmou que seu nome seria “maravilhoso”. Não foi por acaso que ele mesmo afirmou ser &lt;em&gt;“O Bom Pastor”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus viveu sua &lt;strong&gt;fidelidade&lt;/strong&gt; de forma tão singular que, a fé em seu sacrifício é hoje nossa salvação. Ele foi o homem mais digno de confiança que a história humana já conheceu. Ninguém teve um nível de fidelidade e dignidade tão excelente como ele. Sua base de fé estava em seu conhecimento do Pai. Quando ele disse ser &lt;em&gt;“o caminho, a verdade e a vida”&lt;/em&gt;, estava afirmando com todas as letras que só ele era a construção mais perfeita da espiritualidade (caminho), a base da fidelidade (verdade), e a melhor proposta de existência (vida). Jesus marcou a história da suspeita com a abertura da fidelidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ninguém era tão forte quanto Jesus. Mesmo em sua imensa força, jamais se impôs sobre alguém, assim, ele apresentou ao mundo e à humanidade a perfeita &lt;strong&gt;mansidão&lt;/strong&gt;. Tinha a perfeita mistura entre a força e a suavidade. Ele temperou perfeitamente carisma com caráter, energia com graça, cruz com coroa. A mansidão em Jesus se transformou na qualidade essencial dos grandes, na esperança inigualável dos pequenos e na vitória magnífica dos que o compreendem como &lt;em&gt;“Deus forte”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, Jesus tinha um perfeito equilíbrio, fruto de seu &lt;strong&gt;domínio próprio&lt;/strong&gt;, sua tremenda capacidade de subjugar apetites e paixões. Como humano, o escritor aos Hebreus nos mostra que ele em tudo foi tentado, mas sem pecado (Hb. 4. 15). Ele trilhou as estradas da tentação, enfrentou os altos e baixos da condição humana, foi humilhado, desprezado, ferido, mas em tudo isso foi perfeitamente equilibrado. Nunca se entregou aos caprichos da mentalidade beligerante de seu tempo, não se aprisionou às neuroses, não perdeu seu domínio. Ele aprendeu o que é a vida humana do ponto de vista de um humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseados em Jesus podemos afirmar como Paulo: &lt;em&gt;“Contra estas coisas não há lei”&lt;/em&gt;. Jesus viveu sua vida baseado nessas virtudes, provando que elas são as mais excelentes “leis” que um ser humano pode seguir. São Leis de Deus, leis que geram vida, que não aprisionam, mas libertam. São leis que não ferem, mas curam. Há um ditado latino que diz: &lt;em&gt;“A lei sempre acusa!”&lt;/em&gt; Mas no espírito dessas virtudes, nenhuma lei acusa, pois o princípio fundamental de cada uma delas é viver uma excelência de vida e espiritualidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Fruto do Espírito é o perfeito retrato de Cristo!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1810183271828248602?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1810183271828248602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/o-fruto-do-espirito-o-perfeito-retrato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1810183271828248602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1810183271828248602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/o-fruto-do-espirito-o-perfeito-retrato.html' title='O Fruto do Espírito: o perfeito retrato de Cristo'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TTBkZcfn9YI/AAAAAAAAAX4/d0FeOgU8ZkY/s72-c/cristo-cruzg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7343392794556573353</id><published>2011-01-07T14:35:00.003-02:00</published><updated>2011-01-07T15:00:40.243-02:00</updated><title type='text'>O outro nome do amor</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSdGpM-NQFI/AAAAAAAAAXg/eBJPmqVK9So/s1600/Paixao_cruz.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 260px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559489938682888274" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSdGpM-NQFI/AAAAAAAAAXg/eBJPmqVK9So/s320/Paixao_cruz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gosto de enxergar Deus através da fragilidade humana de Jesus. Imaginá-lo humano e menino, bailando ao som da inocência. Sabendo que os pés vão se sujar na poeira palestina. Que não fará milagre maior do que amar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele não cedeu à tentação do poder que esmaga. Não viveu para os aplausos dos poderosos. &lt;strong&gt;Poder &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Jesus &lt;/strong&gt;são palavras contraditórias. Ele não vestiu a máscara do herói, não tripudiou sobre os que não sabem. Não beijou as mãos das elites e suas manias. Era tesouro guardado na clandestinidade divina...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nunca impôs. Sempre propôs. Não invadia sentimentos. Não brincava de Deus...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jesus é um amor que dói. Não um amor de conveniências, como troco de supermercado. Não o amor malandro da verbalização ortodoxa. Não um amor de instituição. Jesus é amor de vida. Mistura de carne e sangue no chão sujo da história. Silêncio que respeita quem não tem mais o que dizer...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jesus me amou assim. Sem excluir minhas falhas, fúrias e crises.Sem desperdiçar meus "ais". Ele não me submeteu aos testes da religião, apenas amou. Apenas ama. Esse "apenas" de Jesus é mais pleno do que os "se's" da religião. Jesus redefiniu amor...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não há nada mais belo do que o retorcido da cruz irradiando amor puro. Puro amor. Se eu pudesse dar outro nome ao amor, seria Jesus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7343392794556573353?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7343392794556573353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/o-outro-nome-do-amor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7343392794556573353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7343392794556573353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/o-outro-nome-do-amor.html' title='O outro nome do amor'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSdGpM-NQFI/AAAAAAAAAXg/eBJPmqVK9So/s72-c/Paixao_cruz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7809971258180420756</id><published>2011-01-03T14:28:00.002-02:00</published><updated>2011-01-03T14:49:34.983-02:00</updated><title type='text'>Para não voltarmos aos cárceres</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSH9_M1OrEI/AAAAAAAAAXY/YaEFJHSdzxE/s1600/carcere1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558002677369973826" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSH9_M1OrEI/AAAAAAAAAXY/YaEFJHSdzxE/s320/carcere1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando a alma é liberta, quando respira o ar abençoado que existe do lado de fora dos cárceres, enche-se de entusiasmo, de vida, alegria, de uma maravilhosa sensação de leveza. Porém, os cárceres não somem. Eles continuam sendo o que são: prisões à espera de prisioneiros. Por isso é tão necessária a vigilância, a constante autoanálise, para que essa alma livre não caia em novas/velhas servidões. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Diante disso, surge um questionamento: &lt;strong&gt;como manter a liberdade da alma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oração: mantendo a alma em diálogo com Deus (Mt. 6. 9-15)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Montgomery escreveu: &lt;em&gt;“A oração é a linguagem mais simples que lábios infantis podem experimentar; a oração é o clamor mais sublime que atinge a Majestade nas alturas”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;A oração é a respiração da alma. É uma das mais intensas formas de diálogo com Deus. Diálogo, como dizia Carlos Drummond de Andrade, &lt;em&gt;“é você falar e suportar o que o outro tem a dizer”&lt;/em&gt;. Isaque da Síria dizia: &lt;em&gt;“Não reduzas as tuas orações a meras palavras, mas antes, faz da totalidade de tua vida, uma oração a Deus”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A verdadeira oração é repleta de reverência a Deus, de um real senso de necessidade (e não de um consumismo religioso), da anulação do orgulho e da confiança de que somos ouvidos por Deus. James Houston escreveu: &lt;em&gt;“Ser dedicado à oração é, essencialmente, viver aberto para Deus”&lt;/em&gt;. Nesse clima de abertura e confiança nasce a entrega, nasce a certeza de que, livres dos cárceres, mantemos um diálogo de amor, um relacionamento sem máscaras e uma dedicação à liberdade que agora desfrutamos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Palavra: mantendo a alma em contato com o conhecimento de Deus (Sl. 119.11)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonard Ravenhill, no esplêndido &lt;em&gt;“Por que tarda o pleno avivamento”&lt;/em&gt;, escreveu: &lt;em&gt;“A Bíblia te fará deixar o pecado, ou o pecado te fará deixar a Bíblia”&lt;/em&gt;. Quando a alma mergulha nas profundas águas do conhecimento de Deus, experimenta as mais tremendas dimensões da intimidade de uma espiritualidade curada. Vivemos em estado de contradição: pela &lt;strong&gt;Palavra&lt;/strong&gt; num mundo da &lt;strong&gt;imagem&lt;/strong&gt;. Somos parte de uma sociedade educada pela televisão, onde imagens prontas abortam o exercício do pensar. Esse é um desafio gigantesco: pensar a Palavra numa geração viciada no imediatismo da vida de &lt;em&gt;“faz-de-conta”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se a Palavra não estiver enraizada na alma, outras raízes nascerão. Raízes de amargura, de egoísmo, da destruição da interioridade. Mas quando a Palavra cria raízes em nós, os frutos da graça brotam e operam o milagre máximo da santidade num mundo apodrecido.&lt;br /&gt;Como disse Donald Grey Barnhouse: &lt;em&gt;“O caminho mais curto para entender a Bíblia é aceitar o fato de que Deus está falando em cada linha”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Perdão: mantendo a alma mergulhada no amor de Deus (I Jo. 3. 18-22)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação rabínica leva o mandamento &lt;em&gt;“Não Matarás”&lt;/em&gt; a uma dimensão extremamente profunda, que vai muito além do fato óbvio de não cometer algum assassinato. Os rabinos afirmam: &lt;em&gt;“Não negarás ao outro o direito de existir em tua vida” &lt;/em&gt;– perdoe! É o mandamento do perdão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O famoso filme &lt;em&gt;“Love Story”&lt;/em&gt;, de Arthur Miller, popularizou uma frase infeliz: &lt;em&gt;“Amar é não ter de pedir perdão”&lt;/em&gt;. Mas a celebração do evangelho nas almas livres dos cárceres da culpa e da vingança, curiosamente vai na direção oposta: quanto mais amamos, mais temos a sensibilidade de pedir e dar o perdão. Ele nos liberta das amarras do ressentimento que, literalmente, significa &lt;em&gt;“sentir de novo”&lt;/em&gt;. O perdão nos liberta da compulsão da repetição. Alguém disse que &lt;em&gt;“guardar ressentimentos equivale a ingerir veneno esperando que aquele que nos ofendeu morra”&lt;/em&gt;. Philip Yancey disse &lt;em&gt;“que o próprio termo ‘perdoar’ já contém a palavra ‘doar’”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O evangelho simples da graça é todo feito com perdão – do início ao fim. No original grego, a palavra mais usada para perdão significa, literalmente, &lt;em&gt;“soltar, jogar para longe, libertar-se”&lt;/em&gt;. A alma livre, se mantém em liberdade aprendendo a jogar para fora futuras frustrações.&lt;br /&gt;Um rabino que foi morar nos Estados Unidos saindo dos campos de concentração nazistas, disse: &lt;em&gt;“Antes de vir para a América, precisei perdoar Adolf Hitler. Eu não queria trazer Hitler dentro de mim para meu novo país”&lt;/em&gt;. Como dizia o teólogo Paul Tillich: &lt;em&gt;“O perdão é o ato de lembrar o passado para que ele possa ser esquecido”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santidade: mantendo a alma na segurança do caráter de Deus (Sl. 91.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A alma livre precisa cultivar a santidade. O santo não é aquele que se isola da vida, que tenta viver com a obsessão de uma perfeição ilusória e legalista. O santo é aquele que confia no caráter de Deus, que se esforça para viver digno da vocação a qual foi chamado. Jesus viveu a santidade num altíssimo grau. Ele não se isolava da vida, não se exilava nas sinagogas nem se exaltava nos legalismos dos fariseus. Sua vida era a mais singela santidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em sua fantástica e reveladora oração (João 17), ele diz: &lt;em&gt;“Não peço que os tire do mundo”&lt;/em&gt;. Ele ora para que seus discípulos compreendam que a vida santa não é uma vida sem humanidade, sem a fúria normal do cotidiano, mas uma vida que, apesar das crises do dia-a-dia, se mantém plena de Deus. Tryon Edwards escreveu: &lt;em&gt;“Uma vida santa não é uma vida ascética, melancólica ou solitária, mas uma vida regida pela verdade divina e fiel ao dever cristão. É viver acima do mundo, embora ainda estejamos nele”&lt;/em&gt;. Thomas Watson disse: &lt;em&gt;“A santificação é gradual; se ela não aumenta, é porque não está viva”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter a alma em liberdade não é fugir da vida. É ter a coragem de enfrentar-se, de olhar no espelho da intimidade e crer que há possibilidade de renovo. É enfrentar a realidade de que somos pecadores carentes da graça. Agostinho dizia: &lt;em&gt;“O homem é mais livre quando controlado apenas por Deus”&lt;/em&gt;. A lei de Deus é o amor e, quando conhecemos, vivemos e demonstramos esse amor, aí sim, estamos absolutamente livres. &lt;em&gt;“Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”&lt;/em&gt; (João 8. 36) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7809971258180420756?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7809971258180420756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/para-nao-voltarmos-aos-carceres.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7809971258180420756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7809971258180420756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/para-nao-voltarmos-aos-carceres.html' title='Para não voltarmos aos cárceres'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TSH9_M1OrEI/AAAAAAAAAXY/YaEFJHSdzxE/s72-c/carcere1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-5153937568794257295</id><published>2011-01-01T21:44:00.004-02:00</published><updated>2011-01-01T22:03:43.460-02:00</updated><title type='text'>João 15 e a arte dolorosa de podar</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TR_AzOY0_sI/AAAAAAAAAXQ/us1uo-SjxOM/s1600/podas11.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 309px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5557372451466575554" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TR_AzOY0_sI/AAAAAAAAAXQ/us1uo-SjxOM/s320/podas11.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A linguagem de Jesus nos evangelhos é repleta de metáforas, construídas sob uma riqueza de imagens. Suas parábolas são verdadeiros convites à imaginação. Banquetes verbais que alimentam espiritualidades famintas. São mais do que simples histórias com fundo moral ou doutrinário: convidam-nos a adentrar um mundo cheio de símbolos, imagens, possibilidades, verdades, ideias e certezas do reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma particularidade bela é que Jesus nem sempre conclui suas histórias. Com isso, ele nos convida a sermos co-autores dessas histórias. Somos convidados a encontrar ressonâncias delas em nossa cotidianidade. Somos convidados a encontrar final diferente. Histórias não são como exercícios de matemática: não são exatas! Não são imutáveis, encarceradas à tirania de uma lógica (desde que aprendemos que um mais um soma dois, isso jamais mudou). As histórias são libertas dessas algemas: elas crescem conosco, amadurecem quase no mesmo ritmo que nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem da videira constitui uma das mais profundas e inspiradoras metáforas utilizadas por Jesus no trato com seus discípulos. Nessa construção espiritual, nossa vida é apresentada como sendo os galhos ligados à videira. Ele é a videira, nós, os galhos. Uma metáfora de implicações profundas. Um convite à intimidade que produz frutos. Muita gente, na atualidade, gosta do título de “íntimo”, porém, sem produzir nenhum fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um processo longo e doloroso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Poucos conseguem compreender a grande e desafiadora verdade de que para crescer e produzir frutos o galho carece do trabalho de um agricultor experiente que, com muita precisão, amor e ternura, trabalha na realização da poda. Talvez, uma das mais belas lições desse texto seja: &lt;strong&gt;Deus enxerga possibilidades no galho! &lt;/strong&gt;Jesus afirma que Deus, o Pai (questão central da espiritualidade, Deus como Pai), no início das primaveras, toma os ramos em suas mãos e começa a realizar essa delicada e incrível tarefa. O jardineiro celeste abençoa cada galho com suas mãos bondosas. Lutero dizia: &lt;em&gt;“Nosso Senhor escreveu a promessa da ressurreição não somente nos livros, mas em cada folha da primavera”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu trabalho é meticuloso: limpa, corta, tira o excesso propiciando às folhas e frutos a bênção de nascer saudáveis. Essa metáfora nos leva às mais profundas dimensões da espiritualidade, no lugar secreto onde habita a necessidade de manutenção da vida espiritual. Esse lugar íntimo é perigoso, é o lugar onde ilusões podem matar, onde parasitas da espiritualidade habitam, daí a necessidade de uma poda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescimento espiritual não é fruto de uma somatória de eventos, experiências, informações e realizações que vamos acumulando ao longo da vida. É o resultado de um longo processo de jardinagem, onde o jardineiro experiente trabalha com o único anseio de ver o fruto brotar belo e saudável. Nosso grande problema é acreditar que a espiritualidade é determinada por aquilo que fazemos para Deus, contudo, essa metáfora deixa bem claro que, &lt;strong&gt;antes de fazermos alguma coisa, de darmos algum fruto, somos submetidos à poda de Deus&lt;/strong&gt;. Portanto, o que Deus faz em nós precede o que fazemos por Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista de um leigo em jardinagem, a poda parece uma mutilação, uma violência, uma agressão. O processo é doloroso. A planta fica feia, sangra. Porém, esse é o caminho. Para que a planta possa produzir, eliminar os parasitas, ela precisa atravessar esse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que precisamos podar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Muitas coisas precisam ser podadas em nós. Carecemos muito da intervenção do jardineiro celeste. Os parasitas da atualidade são muito mais letais, muito mais nocivos. Vivemos num século da desumanidade, da deterioração da beleza. Nossos galhos agonizam numa poeira pós-moderna asfixiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que precisamos podar é a &lt;strong&gt;ambição desmedida&lt;/strong&gt;. A busca alucinada por sucesso, fama, garantias profissionais e financeiras, segurança, estabilidade. Estamos como prisioneiros de um velho pecado que surge hoje com cara nova: a ambição. Antigamente era considerada um grande mal, hoje, é aclamada, valorizada, buscada e desejada. Foi “santificada”, transformou-se virtude. O grande problema desse parasita, é que ele, sutilmente, inverte os pólos, levando-nos a deixar de ser criaturas para ser criadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que possamos viver plenamente, precisamos estar inseridos nos termos da criação. Isso implica viver debaixo de uma ordem definida na criação, ou seja: Deus ama e nós somos amados; Deus cria e nós somos criados; Deus revela-se e nós recebemos a revelação; Deus ordena e nós obedecemos. Isso nos leva a crescer como criaturas, aceitando o Criador, entendendo que não somos nós que damos sentido ao mundo, é Deus. &lt;strong&gt;Ser cristão é aceitar os termos da criação.&lt;/strong&gt; Isso nos livra da tentação de viver num mundo sem criador. Isso nos livra de carregar um peso que não é nosso. Se o jardineiro divino podar nossas ambições, seremos livres para amar, para ser conduzidos e para ser abençoados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que necessitamos ser podados é a &lt;strong&gt;ingratidão&lt;/strong&gt;. Elas nos torna pessoas insatisfeitas. Nunca temos o suficiente, sempre há alguma coisa em falta (ou alguém). Perdemos a capacidade de ver Deus agindo nas pequenas coisas, a alegria de perceber sua graça nos detalhes. Como efeito colateral disso, perdemos a capacidade de confiar. Somos aprisionados na dependência de nós mesmos, numa masmorra da autossuficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa busca por autoconfiança, encontramos apenas ansiedade e desespero. Fechamos as portas da alma para a presença alegre e libertadora do Espírito Santo. Somos engendrados numa teia agonizante de reclamações, onde perdemos a capacidade de perceber o cheiro das flores e o sabor dos frutos. Galhos marcados pela esterilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Deus poda a ingratidão, abrimos a alma para a &lt;strong&gt;generosidade&lt;/strong&gt;. Valorizamos o dar ao invés do receber. Aprendemos a ir ao encontro do outro, redescobrir o bendito movimento para-o-outro, ao invés de esperarmos que o outro nos encontre. Aprendemos a oferecer a mão, o ombro, o carinho, a compaixão, ao invés de lamentar o abandono e a solidão. Ao invés de buscar bênçãos, tornamo-nos bênção para os outros. Exalamos o perfume das flores que a poda divina fez nascer em nós novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também precisamos podar a &lt;strong&gt;apatia&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;acomodação&lt;/strong&gt;. A apatia (do grego: a + patós: sem sentimento) é a fonte da anemia espiritual. Ela nos torna descuidados, displicentes, acomodados. Aliás, não há nada mais feio do que um jardim abandonado. As roseiras que não foram podadas no tempo certo, que cresceram desordenadas, não têm mais forças para fazer as rosas brotarem, misturam-se com o mato, tornam-se semelhantes a ele. O que o jardineiro celeste faz é limpar o mato, tirar o excesso, abrir os caminhos para a circulação da vida. Podar é possibilitar novamente o fluxo da vida, o viço da beleza, o crescimento saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando descuidamos da vida devocional, da oração, quando o descaso para com a igreja cresce, o abandono da comunhão acontece, o mato vai crescendo e sufocando a vida. Outros hábitos vão sendo formados, passamos a gostar de outros lugares, a ter prazer noutras coisas. O mato começa a fazer parte da paisagem, toma conta do jardim. O que é mais triste é que só daremos conta do mal quando o fruto vier apodrecido, isto se vier algum fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podar a apatia ou acomodação é &lt;strong&gt;renovar alianças e votos&lt;/strong&gt;. É permitir que a seiva da graça de Deus volte a correr por todos os canais, trazendo de volta a vida e a paixão por Deus, pela família, pela igreja. É voltar os olhos para o futuro e, como o jardineiro – que logo após a poda, deixa a videira mutilada e feia – saber que, após alguns dias de chuva e sol, ela renascerá cheia de vida, bela, radiante e admirada pelas cores e pelo perfume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma certeza temos: &lt;strong&gt;precisamos da poda!&lt;/strong&gt; É doloroso, mas necessário. Existem muitos ramos que já não frutificam. O mato tem sufocado a espiritualidade, eliminado o perfume, apagado as cores. Jesus deixou claro que o destino de tais galhos é o fogo da destruição, uma vez que já não servem. A lição que fica aqui é muito importante: Deus anseia por nos libertar de nossa própria debilidade, ele anseia mostrar ao mundo sua beleza em nós, seu perfume em nós, sua glória. É a arte do jardineiro na pobreza do galho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos uma verdadeira alegria, pois ainda que as crises façam o mato crescer, temos um jardineiro atento e pronto a nos podar para que nossos frutos sejam dignos e belos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Você já notou a diferença existente na vida cristã entre obra e fruto? Uma máquina pode realizar sua obra; só a vida produz fruto”&lt;/em&gt;. Andrew Murray&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Feliz 2011 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-5153937568794257295?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/5153937568794257295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/joao-15-e-arte-dolorosa-de-podar.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5153937568794257295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5153937568794257295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2011/01/joao-15-e-arte-dolorosa-de-podar.html' title='João 15 e a arte dolorosa de podar'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TR_AzOY0_sI/AAAAAAAAAXQ/us1uo-SjxOM/s72-c/podas11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6969692873667687204</id><published>2010-12-21T15:40:00.004-02:00</published><updated>2010-12-21T16:05:09.776-02:00</updated><title type='text'>"Porque pela graça sois salvos..." (Efésios 2. 8)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TRDsPh_JYDI/AAAAAAAAAXE/HNsXbl-Q75k/s1600/jesus-cross-407x.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553198092113240114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TRDsPh_JYDI/AAAAAAAAAXE/HNsXbl-Q75k/s320/jesus-cross-407x.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A graça é a realidade mais fascinante de Deus. Ao longo dos tempos várias tentativas de definir a graça foram feitas, entretanto, a melhor definição que já li é: &lt;em&gt;“graça não se explica; graça se transmite”&lt;/em&gt; (Philip Yancey). Nossa sociedade tem a mania de querer explicar tudo porque explicar já é um passo para controlar, contudo, não há como colocar rédeas na fabulosa graça de Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Infelizmente, vivemos numa atmosfera de crise com a maravilha da graça. Num tempo onde imperam legalismos e promoção da culpa, fica cada vez mais difícil a assimilação da verdadeira graça de Deus. Philip Yancey, em seu fantástico “Maravilhosa graça”, afirmou: &lt;em&gt;“Como habitantes das grandes cidades que nem percebem mais o ar poluído, respiramos, inconscientes, a atmosfera letal da não-graça”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O teólogo G K Chesterton, disse: &lt;em&gt;“A graça é o amor selvagem de Deus”&lt;/em&gt;. Brennan Manning, no belíssimo “O evangelho maltrapilho”, escreveu: &lt;em&gt;“Um dos mistérios da tradição do evangelho é essa estranha atração que Jesus tinha pelos que não tinham nada de atraente; esse estranho desejo pelos que não eram em nada desejáveis; esse estranho amor pelos que não tinham nada de amável”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Verdades libertadoras da graça (Mq. 7. 18)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O simples fato de que Deus derrama sua graça sobre nós já é uma verdade libertadora, tranqüilizadora, transformadora, abençoadora e digna de confiança. Mas, há mais algumas dessas verdades esplêndidas que nos revelam ângulos magníficos do amor e do caráter de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. A graça não excepcionaliza ninguém: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;A graça não procura os excepcionais, procura os honestos. Seja qual for o seu pecado, a sua crise, seu cárcere, a graça o alcança – é para você! Mas lembre-se: a graça ama a autenticidade. Frente à ela somos confrontados para sermos libertos. É quando assumimos quem somos – pecadores – que a graça dá seu espetáculo. Um pregador puritano costumava dizer: &lt;em&gt;“Se não estás perdido, de que te serve um salvador?”.&lt;/em&gt; A graça é para todos porque ela não depende do que nós fizemos para Deus, mas sim, do que Ele já fez por nós. O mérito da graça é o mérito que não temos. A igreja, como casa da graça, não pode ter privilegiados, prediletos ou caciques e suas excentricidades – ela deve ser de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. A graça é a resposta para o dilema de Deus: Um Deus santo amando pecadores:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deus nos ama, mas nosso comportamento o enoja. Ele é santo, nós pecadores. Deus é justo e nós somos absurdamente injustos. Como é para Deus lidar com isso? Como se aproximar ao máximo de nós se o pecado e sua podridão nos afasta dele? Aqui é que entra a graça! A grande graça está no fato marcante e decisivo de que Deus não desistiu e não desiste de nós. Na cruz, ele resolve o dilema. Absorve o pecado em Cristo e nos liberta para a plenitude da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 . A graça nos liberta dos cárceres da alma: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Não há carrasco pior do que o nosso coração. A graça é capaz de eliminar as toxinas da culpa porque nos garante a assombrosa verdade de que Deus nos ama como somos, sem disfarces ou máscaras, sem as tatuagens da religião, sem as sombras do passado. A graça nos liberta para sermos nós mesmos, mas agora transformados por Deus, através do encontro com Cristo. Quando Deus nos transforma, não nos faz sermos aquilo que nunca fomos, pois isso seria admitir uma falha no processo primário da nossa criação. Quando Deus nos transforma, Ele nos devolve à forma original, a que ele pensou com amor ao nos criar.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como escreveu Brennan Manning: &lt;em&gt;“No homem Jesus, vemos a face humana de Deus”.&lt;/em&gt; Jesus é a graça encarnada no chão da história. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6969692873667687204?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6969692873667687204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/porque-pela-graca-sois-salvos-efesios-2.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6969692873667687204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6969692873667687204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/porque-pela-graca-sois-salvos-efesios-2.html' title='&quot;Porque pela graça sois salvos...&quot; (Efésios 2. 8)'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TRDsPh_JYDI/AAAAAAAAAXE/HNsXbl-Q75k/s72-c/jesus-cross-407x.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6810588101276236802</id><published>2010-12-19T14:21:00.002-02:00</published><updated>2010-12-19T14:29:10.782-02:00</updated><title type='text'>O reino de Deus e os democratas da religião</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQ4yv6e2ZYI/AAAAAAAAAW8/tLmoKl2IE3s/s1600/Democracia%2BFalida.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 274px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552431189328291202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQ4yv6e2ZYI/AAAAAAAAAW8/tLmoKl2IE3s/s320/Democracia%2BFalida.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lênin dizia que &lt;em&gt;"a democracia é o regime político onde o povo escolhe quem irá oprimí-lo pelos próximos quatro anos"&lt;/em&gt; . No âmbito da igreja, afirmamos (e gostamos de afirmar!) que somos, estamos e pregamos o reino de Deus, contudo se lançarmos um olhar ligeiramente crítico perceberemos uma contradição: somos pregadores do reino, mas democratas ferrenhos em nossas atitudes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Explico: nossa teologia é desenvolvida sob a ideia (hoje cada vez mais falsa) de que Deus é o Supremo Rei desse reino, entretanto a cada dia que passa surge um novo Primeiro-Ministro com a incrível capacidade de "influenciar" as decisões desse suposto rei celestial. Como igreja, estamos cada vez mais destituindo Deus do seu posto de autoridade suprema. Nossos vaticaninhos adoram posições de comando, amam a brincadeira suja do poder e, francamente, um Deus Rei Todo-Poderoso atrapalha muito...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Presidências vitalícias, bispados, apostolados, papados (esse a gente disfarça sob o eufemismo de "Pai", que não passa de redundância...) são tentativas infantis de afastar Deus de seu trono. Aliás, "trono" é uma palavra que sutilmente vai sumindo de nosso meio - ou sendo humanocentralizada - nossos tronos (multiplicidade e individualismo). Se a gente pudesse já tinha organizado um plebiscito para saber quem ainda quer Deus no comando (mas pense: quantos iriam querer Deus comandando do jeito dele?). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O sonho de muitas igrejas é ter autoridade suficiente para colocar na placa: sob nova direção! É o sub-céu, a mentalidade de César. Como funcionário de uma grande empresa que vai envelhecendo, demitimos Deus e assumimos a gerência de sua celestialidade. Dizemos do que ele gosta e o que ele abomina. À lá irmão do filho pródigo, questionamos sobre as pessoas que Deus resolve colocar em suas festas (Lc. 15. 25-32). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tenho um alerta aos democratas da religião: o desejo luciferiano de tirar Deus do trono não é novo, as consequências também não. Para a igreja que insiste em brincar apenas com as facetas belas do Deus-amor, é fácil esquecer que ele também é justiça - e uma justiça que nunca é cega!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como disse Thomas Brooks: &lt;em&gt;"A ambição é miséria enfeitada, veneno secreto, praga oculta, executora do engano, mãe da hipocrisia, progenitora da inveja, o primeiro dos defeitos, ofensora da santidade e aquela que cega os corações, transformando medicamentos em doenças e remédios em males. Os lugares altos nunca deixam de ser incômodos, e as coroas estão sempre repletas de espinhos"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Subversivos do reino, uni-vos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6810588101276236802?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6810588101276236802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/o-reino-de-deus-e-os-democratas-da.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6810588101276236802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6810588101276236802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/o-reino-de-deus-e-os-democratas-da.html' title='O reino de Deus e os democratas da religião'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQ4yv6e2ZYI/AAAAAAAAAW8/tLmoKl2IE3s/s72-c/Democracia%2BFalida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-221250051298476041</id><published>2010-12-10T17:37:00.002-02:00</published><updated>2010-12-10T18:06:41.341-02:00</updated><title type='text'>Mensagem aos que espancam a Noiva de Cristo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQKIPOgkO5I/AAAAAAAAAW0/5CPst0_J_XE/s1600/linguarudo.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 196px; DISPLAY: block; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549147486047976338" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQKIPOgkO5I/AAAAAAAAAW0/5CPst0_J_XE/s320/linguarudo.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vivemos na era da confusão. No que concerne à apologética não é diferente. Tenho visto - e lido - muita gente infectada com o vírus Charles Bronson da teologia: a pancadaria gospel. Um grupo que, em nome da "apologética", espanca a Noiva de Cristo. Gente que, movida por uma espécie de masoquismo evangélico, adora bater na igreja. Gente viciada em detectar erros, problemas, heresias, deslizes. Caçadores de escândalos. Algozes dos irmãos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na qualidade de apologetas precisamos identificar erros, diagnosticar crises e deformidades que possam de alguma forma destruir nossa fé, contudo, não podemos dar injeções com sorrisos de satisfação. Não colocamos o dedo nas feridas só pelo prazer de vê-las sangrando, mas para a promoção da cura. Se meu sorriso se abre quando meu irmão chora, estou morto para Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tenho visto um grupo de "prega-dores" que, sob o eufemismo da exortação, massacram a igreja. Falsos pastores que trocam a vara e o cajado pela chibata e a luva de boxe. Deus não nos chamou para transformarmos os cultos em arenas sangrentas, mas em lugares de refrigério, cidades de refúgio, oásis, En-Gedi (I Sm. 23. 29). Lugares de conserto, sim, mas jamais de destruição do outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É bom lembrar que a Bíblia tem uma regra inquebrável e dura: &lt;em&gt;"com a mesma medida com que julgares, sereis julgados"&lt;/em&gt; (Mt. 7. 2). Nossa função, como apologetas, não é vangloriar-nos por nossas grandes certezas, mas condoer-nos com nossos irmãos em suas profundas e sinceras &lt;strong&gt;in&lt;/strong&gt;certezas! Não quero ser reconhecido como teólogo amargo, angustiado, fazendo teologias de gabinete sem desdobramentos práticos no cotidiano. Deus me livre de ferir irmãos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não quero ditar normas do alto de minhas supostas torres de marfim. Não quero ser o dono da verdade, pois essa é a maior mentira! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-221250051298476041?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/221250051298476041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/mensagem-aos-que-espancam-noiva-de.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/221250051298476041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/221250051298476041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/12/mensagem-aos-que-espancam-noiva-de.html' title='Mensagem aos que espancam a Noiva de Cristo'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TQKIPOgkO5I/AAAAAAAAAW0/5CPst0_J_XE/s72-c/linguarudo.png' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1897418511981665430</id><published>2010-11-26T14:43:00.003-02:00</published><updated>2010-11-26T15:01:06.180-02:00</updated><title type='text'>Não atire pedras!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TO_nun7uj_I/AAAAAAAAAWs/6wM30ivkLAs/s1600/atiar%2Bpedra.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543904454495866866" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TO_nun7uj_I/AAAAAAAAAWs/6wM30ivkLAs/s320/atiar%2Bpedra.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“... Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra”&lt;/em&gt;. (Jo. 8. 7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cineasta Cecil B. De Mille fez um filme sobre Jesus, onde retrata o episódio da mulher adúltera. Utilizando uma licença poética, o cineasta mostra Jesus escrevendo no chão os nomes dos diversos pecados: adultério, homicídio, orgulho, avareza, luxúria. O intrigante da cena é que cada vez que Jesus escreve uma palavra alguns fariseus se afastam e largam suas pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evangelista João, faz questão de citar o fato de que Jesus utiliza o dedo para escrever na terra. A cena é linda. Terra é indicativo de humanidade, e ali, a desumanidade se apresentava com suas pedras nas mãos e fúria na alma. Pedras nas mãos para tirar vidas, Jesus escrevendo com o dedo, utilizando sua mão para salvar uma vida. Jesus, tocando o pó, vai mostrando o Deus que se solidariza e escreve uma nova história, uma ficha limpa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história da graça passa a ser escrita. Um tempo onde não mais se pegam pedras para matar, mas para erigir memoriais. Um tempo onde os adúlteros, os pecadores, os marginalizados encontram consolo e vida. Rastros, sinais de Deus num mundo desumano. É deixar as pedras da Lei e a falsa graça de pedra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda hoje pegam-se pedras sempre que os argumentos somem. A tirania de matar em nome do sagrado (&lt;em&gt;“a lei nos manda apedrejar”&lt;/em&gt; Jo. 8. 5) ainda impera. A natureza humana parece rebelar-se contra o sorriso e o abraço para aliar-se ao desprezo e ao não. Quantos ainda vivem sob mira das pedras? Quantas pessoas estão expostas à ira dos “fariseus da atualidade?” Nossa sorte é que Cristo ainda tem o poder de escrever uma nova história. Ele ainda o faz!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Gosto de imaginar o rosto daquela mulher quando percebeu que não havia mais ninguém. Envergonhada, ainda trêmula, emoções desnorteadas pelo terror e desespero - marcas da desumanidade - ela apenas &lt;em&gt;“ouve o silêncio”&lt;/em&gt;. Silêncio salvador produzido por Deus. Em questão de minutos ela poderia estar morta, mas agora, está livre! Jesus quebra o silêncio: &lt;em&gt;“Eu não te condeno”&lt;/em&gt;. Essa, sem dúvida, foi a frase mais espetacular da vida dela. Uma mulher sem respeito, apenas marcada para morrer, estigmatizada por seu pecado, agora ouve o justo dizer: &lt;em&gt;“Eu não te condeno”&lt;/em&gt;. Frase curta e simples, mas conseguiu muito mais do que as pedras. Só condena quem julga, e Jesus não a julgou! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Soltemos as pedras. É tempo de perdão. Pedras devem servir para a construção de memoriais, altares, catedrais para a glória do Eterno. Devem servir para edificar, não para destruir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1897418511981665430?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1897418511981665430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/11/nao-atire-pedras.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1897418511981665430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1897418511981665430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/11/nao-atire-pedras.html' title='Não atire pedras!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TO_nun7uj_I/AAAAAAAAAWs/6wM30ivkLAs/s72-c/atiar%2Bpedra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-8389318822209876977</id><published>2010-11-10T16:02:00.003-02:00</published><updated>2010-11-10T16:36:28.284-02:00</updated><title type='text'>Sexo, poder e fama: a outra trindade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TNrlnT6StJI/AAAAAAAAAWk/sZoA9j_UNz4/s1600/Metralhas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537991155327874194" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TNrlnT6StJI/AAAAAAAAAWk/sZoA9j_UNz4/s320/Metralhas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A cama, o trono e o palco. Três lugares de desejos, objetos que alucinam sonhos. Na mistura altamente explosiva que esses ingredientes manipulam, os olhos e o coração padecem do mesmo deslumbramento. São vítimas e algozes da mesma perdição. Essa outra trindade assalta a alma, habita na dimensão do encantamento. É emissária de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é amor. Essa outra trindade é desejo. Seu centro é o lucro. Não importa o caminho, o meio. Para essa trindade perigosa é a satisfação imediatista de suas vontades que importa. O que determina, legitima sua atuação, é o quanto pode ganhar - seu outro nome é "vantagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu templo é o mercado. Seus sacerdotes são os marqueteiros, magos da espiritualidade de autoajuda e poder. Suas sacerdotisas são as neo-ninfas da indústria da moda, que Bernard Shaw definia como "uma epidemia induzida". Essa outra trindade e suas "princesinhas do caos" infectaram a mente moderna com o vírus do sucesso a qualquer custo, o sucesso sem dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o sexo como o poder e a fama são estradas sinuosas, rodeadas pelos mais profundos abismos. Suas trevas são tão densas que causam a ilusão da impossibilidade da luz. Quado nosso coração é assaltado por esses ladrões de essências, ficamos seriamente comprometidos com o mundo, avassaladoramente perdidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não brinque com esses monstros da alma. Não permita que seus olhos sejam iludidos pelos brilhos das vitrines que esses holofotes da fama oferecem. Guarde seu coração dos convites da cama, das facilidades do poder e das armadilhas da fama. Peça o auxílio do Espírito Santo, pois somente através dele podemos vencer a tirania dos desejos e entronizar Cristo nos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse A. Raine: &lt;em&gt;"Você pode atingir o topo da escada e então descobrir que ela não está apoiada na parede certa"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-8389318822209876977?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/8389318822209876977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/11/sexo-poder-e-fama-outra-trindade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8389318822209876977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8389318822209876977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/11/sexo-poder-e-fama-outra-trindade.html' title='Sexo, poder e fama: a outra trindade'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TNrlnT6StJI/AAAAAAAAAWk/sZoA9j_UNz4/s72-c/Metralhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4262591771643876080</id><published>2010-10-28T09:17:00.003-02:00</published><updated>2010-10-28T09:46:32.955-02:00</updated><title type='text'>Não confie na mídia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TMlh3-aeEII/AAAAAAAAAWc/3YwAr0COt1g/s1600/globo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 235px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533061231476084866" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TMlh3-aeEII/AAAAAAAAAWc/3YwAr0COt1g/s320/globo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;José Arbex Jr., lançou um livro espetacular: "Showrnalismo - a notícia como espetáculo" (Casa Amarela, editora). A ideia central desse ótimo livro é de que, na sociedade da informação, o telespectador/leitor é induzido a abandonar qualquer tipo de reflexão. Acredito piamente nessa verdade!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dias atrás, folheando uma revista semanal de grande circulação no país, notei algo intrigante: a revista vangloriava-se de ter entrevistado os candidatos à presidência: Dilma, Serra e Marina. Perguntei a mim mesmo: e os outros candidatos? Aliás, você consegue, ao menos, lembrar seus nomes? Provavelmente não. A mídia simplesmente escolhe seus queridinhos e elimina, oculta, inviabiliza, massacra ou ignora os outros. Simples assim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é de hoje que nem tudo que se vê, lê ou ouve na mídia é verdade, pois sabemos que nem toda verdade pode ser vista, lida ou ouvida. Estamos na Idade Mídia, a época da banalização dos conteúdos em detrimento dos lucros de alguns. Todo mundo sabe que a Globo manda no Brasil. A mídia, sabendo do poder que tem, assume seu complexo de Criador: "A sociedade será à minha imagem e semelhança".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando a mídia quer "fazer" alguém (o termo soa incrivelmente estranho/apropriado), em pouco tempo o país, e talvez o mundo, passa a conhecer seu novo ídolo de mercado. Com o respaldo da mídia, qualquer pessoa - independentemente do talento - torna-se ícone, ídolo, modelo, exemplo. Não é por acaso que um dos "talentos" mais celebrados da atualidade seja o de "marketing pessoal", eufemismo para criadores de confusão com o único fim de promover sua imagem, uma Lady Gaga da vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por isso que, ao longo da história, a mídia sempre brigou contra poetas e profetas, pois ambos jamais beberam nos cálices da mesma, jamais prostituíram suas vocações no bordel do mercado, jamais trocaram suas almas pelos famigerados "quinze minutos de fama". Que Deus continue levantando poetas e profetas!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não confie totalmente na mídia. Questione. Avalie criticamente. Pense, pense, pense. Não seja marionete nas mãos sujas dos manipuladores da informação. Não venda seu cérebro. Não seja infectado pelo vírus da infoxicação, a intoxicação que vem pelo excesso de informação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como diz um provérbio antigo: &lt;em&gt;"Enquanto a verdade calça as botas, a mentira já deu duas voltas ao redor da terra".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4262591771643876080?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4262591771643876080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/nao-confie-na-midia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4262591771643876080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4262591771643876080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/nao-confie-na-midia.html' title='Não confie na mídia'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TMlh3-aeEII/AAAAAAAAAWc/3YwAr0COt1g/s72-c/globo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4984627581697851</id><published>2010-10-18T17:42:00.004-02:00</published><updated>2010-10-18T17:51:05.448-02:00</updated><title type='text'>Casamentos sólidos, sociedade curada</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TLylE6cu1OI/AAAAAAAAAWU/o3RMsUdUQMU/s1600/amor.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529475946331952354" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TLylE6cu1OI/AAAAAAAAAWU/o3RMsUdUQMU/s320/amor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TLykdZ8ZWYI/AAAAAAAAAWM/OAIn4Ec0cgk/s1600/casamento1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Assim como pela criação Deus de um fez dois, pelo casamento, ele de dois fez um”. (Thomas Adams)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é o criador do casamento. Ninguém consegue se casar longe do olhar supremo de Deus. Não há nada tão belo quanto o esplendor de duas almas unidas pelo vínculo do amor. Em pleno século XXI, as pessoas ainda buscam aquele olhar que desafia e encanta, aquela pessoa que faz perder o fôlego, aquela música que estimula os sonhos, aquele amor que faz a vida acontecer.&lt;br /&gt;Pobre é o ser que não se encanta, que não sabe o que é o amor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vivemos dias onde a fantástica celebração do amor está sendo ameaçada pela mediocridade de uma geração viciada em consumismo, sensualidade abusiva e taras desprovidas de respeito e afeto. Quanto mais perto da violência sexual (falar de amor sem amor, usar o outro como objeto, casar por aventura, etc.), mais longe do ideal de Deus para o casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A intimidade despedaçada&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Numa época onde os valores são deturpados a todo instante, viver o amor que Deus sonha para nós é revolucionário. Estamos num tempo onde impera a lógica do absurdo: é preciso tirar proveito de tudo! Essa lógica/doença despedaça a intimidade, estilhaça a alma, quebra os vínculos que constroem os sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os sintomas dessa desconstrução da vida estão por toda parte: casamentos descartáveis, que duram somente na estação do êxtase. Famílias destruídas no cerne do afeto, onde as relações (quando existem) são apenas monetárias, o bolso é o centro, não o coração. Sexualidade sem vida, onde o que se tem é uma tragédia de lençóis e não a celebração do encontro humano mais profundo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Essas anomalias são frutos de uma rebelião contra a moralidade e a verdadeira identidade humana. Não somos animais que, em nome do instinto de sobrevivência, fazem da vida uma barbárie sem amor. Somos seres nos quais Deus escolheu habitar, seres que podem ser cheios de Sua glória. Seres que amam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda há esperança&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como cristãos, apesar de toda a feiura do momento atual, podemos ter/ser a esperança. Temos/somos faróis de Deus no oceano dos frustrados. Nossos casamentos sólidos são rastros de Deus numa sociedade adoecida, numa sociedade em busca de cura. Nosso chamado é restaurar as certezas, apontar na vida e na voz a esperança que nunca se vai.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pela imensa graça de Deus podemos ser dignos de confiança, ter uma família que se respeite, que se ame, que se dedique à vocação de Deus para a vida: ser sal e luz num tempo histórico apodrecido. Deus conta conosco, acredita em nós, ama nossos casamentos, compreende nossas fraquezas e aposta em nós como construtores de uma nova história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como disse Thomas Brooks: &lt;em&gt;“A esperança consegue ver o céu através das mais densas nuvens”.&lt;/em&gt; Nossos olhos podem focalizar o melhor de Deus para o nosso casamento, basta que eles sejam lubrificados pelo colírio da Palavra e fixados um no outro como no dia do casamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4984627581697851?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4984627581697851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/casamentos-solidos-sociedade-curada.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4984627581697851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4984627581697851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/casamentos-solidos-sociedade-curada.html' title='Casamentos sólidos, sociedade curada'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TLylE6cu1OI/AAAAAAAAAWU/o3RMsUdUQMU/s72-c/amor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4192357696428076893</id><published>2010-10-08T16:48:00.003-03:00</published><updated>2010-10-08T17:01:56.372-03:00</updated><title type='text'>Qualquer pessoa pode se tornar um fariseu</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK94VeQz7_I/AAAAAAAAAWE/8_EuzA5DctU/s1600/O-FARI~1.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525767578103050226" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK94VeQz7_I/AAAAAAAAAWE/8_EuzA5DctU/s320/O-FARI~1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O germe do farisaísmo está dentro de nós.&lt;/strong&gt; O dualismo carne x espírito. Para o apóstolo Paulo era uma guerra entre duas forças opostas (Gl. 5. 17), era o terrível dilema da condição humana. Os judeus tinham uma doutrina de &lt;em&gt;“yetser hatobh e yetser hara”&lt;/em&gt;, a natureza boa e a má. Essa ideia era de que havia no homem duas naturezas, o que deixava esse homem na condição de um ser sempre atraído para duas direções ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse conflito é, na verdade, o nosso &lt;em&gt;“inimigo implacável”&lt;/em&gt;, inclusive por seu caráter de intimidade, secreto. No mito do Fedro, Platão descreve a alma como o carroceiro cuja tarefa é dirigir em arreios duplos, dois cavalos, um dos quais é &lt;em&gt;“nobre e de raça nobre”&lt;/em&gt;, e o outro é &lt;em&gt;“o oposto na raça e no caráter”.&lt;/em&gt; O cavalo nobre é a razão e o cavalo indócil é a paixão; o cavalo de natureza má &lt;em&gt;“sobrecarrega o carro”&lt;/em&gt;, e o arrasta para a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os romanos também expressaram esse conflito em sua literatura, Ovídio, deu seu famoso suspiro de frustração: &lt;em&gt;“Vídeo meliora, proboque; deteriora sequor”&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;“Vejo as coisas melhores, e concordo com elas, mas sigo as piores”&lt;/em&gt;). Sêneca escreveu: &lt;em&gt;“Os homens amam e odeiam seus vícios ao mesmo tempo”&lt;/em&gt;. Por essas e outras ideias, a tendência maior foi colocar o corpo como o mal, Filolao, escreveu que &lt;em&gt;“o corpo é uma casa de detenção onde a alma é aprisionada para expiar seu pecado”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo antigo era repleto de uma atitude de horror ao corpo, uma guerra que o declarava como prisão da alma. O pensamento platônico era de que o convívio com o corpo perturba a alma e a impede de atingir a verdade e a sabedoria. Esse conflito chega ao Novo Testamento com toda a sua acidez, tanto que Jesus trabalha todo o Sermão da Montanha (Mt. 5-7) no âmbito da interioridade, uma vez que os fariseus trabalhavam a exterioridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tensão da existência acaba contribuindo para uma busca da autocompreensão, uma peregrinação à intimidade, onde nos achamos e nos perdemos nos realizamos e nos anulamos quase que na mesma proporção e violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O homem e seus conflitos interiores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Somente uma vida santificada, orientada pelo Espírito é capaz de olhar esse conflito de frente. Essa vida no Espírito é tão significativa, determinante e essencial ao cristão que o próprio Cristo foi e é nosso maior exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síntese perfeita desse conflito está na cruz. Tanto as miserabilidades humanas quanto a graça de Deus se encontram e se concretizam. A cruz é o encontro que resolve o conflito. Ela propaga a espiritualidade do encontro. No Cristo crucificado morre também a hegemonia monstruosa do pecado, e no Cristo ressuscitado nasce toda a plenitude de uma vida no Espírito, pelo Espírito, para o Espírito, com o Espírito e em Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das inquietações humanas, o homem, principalmente o homem pós-moderno, é levado a constantes encontros/desencontros provocadores de toda a desconstrução do projeto humano e suas ânsias. Por isso é que afirmo: qualquer um de nós pode se tornar um fariseu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que possamos compreender o alcance do pensamento paulino na problemática da carne e na teologia do Espírito, é necessário o mergulho nas inquietações humanas e em toda a gênese do conflito do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo: um ex-fariseu fazendo a radiografia do farisaísmo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das palavras que Paulo utiliza para &lt;em&gt;“carne”&lt;/em&gt; é a palavra grega &lt;strong&gt;sarx&lt;/strong&gt;. Esta é uma das palavras características do apóstolo, uma das que mais percorrem suas cartas, especialmente a carta aos Romanos, aos Gálatas e aos Coríntios. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;sarx&lt;/strong&gt; (carne) é a inimiga mortal do &lt;strong&gt;pneuma&lt;/strong&gt; (espírito). São duas forças opostas dentro da experiência humana. Paulo usa a palavra com o sentido de que viver na carne é exatamente o inverso de ser um cristão (Rm. 8. 9, 12). Estar na carne é estar sujeito ao pecado (Rm. 7. 14). Nesse ponto, ser dominado pela carne e ser escravo do pecado são a mesma coisa. O farisaísmo nasce dentro de seres carnais, seres que, apesar de &lt;em&gt;“confessarem”&lt;/em&gt; a Cristo, vivem sob o legalismo asfixiante, que anula a obra da cruz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na carne não habita nada de bom (Rm. 7. 18), aqui reside a diferença entre corpo e carne (&lt;strong&gt;soma&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;sarx&lt;/strong&gt;), o corpo pode tornar-se instrumento do serviço e da glória de Deus, porém a carne não pode; o corpo pode ser purificado e até mesmo glorificado, contudo a carne deve ser eliminada e erradicada. Essa batalha é a mais impressionante de todas, pois ocorre nos domínios da intimidade, nas dependências mais secretas do homem. O fariseu vive acorrentado à prisão da sarx, por isso rejeita qualquer aproximação ou exortação que ele não julgue ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carne é o inimigo íntimo, aquele que fica do lado de dentro abrindo o caminho para o inimigo que quer convite para também arrasar nossa interioridade, o inimigo que está forçando a porta. Ela é aquilo que o homem fez de si mesmo, seu próprio desastre, sua própria tragédia, em contraste com o homem conforme Deus o fez. É o homem em conformidade com aquilo que permitiu que viesse a ser, em contraste com o homem conforme Deus pretendeu que ele fosse. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A carne é a natureza humana conforme se tornou através do pecado. Ela é o homem em desesperado estado de contradição. Qualquer pessoa pode se tornar um fariseu. Portanto, cuidado!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4192357696428076893?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4192357696428076893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/qualquer-pessoa-pode-se-tornar-um.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4192357696428076893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4192357696428076893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/qualquer-pessoa-pode-se-tornar-um.html' title='Qualquer pessoa pode se tornar um fariseu'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK94VeQz7_I/AAAAAAAAAWE/8_EuzA5DctU/s72-c/O-FARI~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7478693577404601918</id><published>2010-10-07T16:21:00.005-03:00</published><updated>2010-10-07T16:36:31.951-03:00</updated><title type='text'>Esposa de pastor: a crise de ser</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK4gfHtBQhI/AAAAAAAAAV8/M8kVZr4zmIc/s1600/anja.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 311px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525389511846085138" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK4gfHtBQhI/AAAAAAAAAV8/M8kVZr4zmIc/s320/anja.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem é essa mulher? Guerreira, anônima ou solitária? Ou seria um híbrido das três? Percebo uma mulher marcada, incompreendida, exageradamente cobrada. Tenho visitado muitos sites, blogs e redes sociais, lido muitos artigos sobre essa figura emblemática, contudo, em sua grande maioria paira a mesma tônica: uma mulher cujos olhos estão machucados pelas luzes que intensamente brilham sobre seus maridos, mas que não afastam a penumbra de sua crise. É a dor da invisibilidade no mundo dos holofotes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A esposa do pastor ainda é uma mulher em contradição. Tem a missão de Eva num mundo de serpentes, as lágrimas de Ana em igrejas de Peninas e, como diz o título de um livro, tem “o coração de Maria num mundo de Marta”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Vamos observar algumas das mais sérias crises que a esposa do pastor enfrenta na guerra da vida, na cotidianidade da fé: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crise da perfeição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em muitos lugares a esposa do pastor é escrava da perfeição. É condenada ao êxito sempre. Não pode falhar, errar, sofrer, sentir alguma dor. O pior é que nunca chega a essa perfeição dela cobrada. Se olha feio, é má; se sorri para todos, é falsa! Se tem amigos, faz acepção! Ela é proibida de sentir aquela tristeza sagrada de todo humano. A tentação da esposa perfeita ainda mata muitas mulheres que tinham tudo para marcar uma geração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A crise do resultado: a obsessão de funcionar&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para o imaginário popular é inadmissível uma esposa de pastor que não tenha alguma ocupação. É a tentação do ativismo. É a desumanização, a mania do desempenho de máquinas. Ela fica como alvo principal da língua de todos: o sucesso do pastor é sua obrigação; o fracasso, é sua culpa! É a clonagem ministerial: uma esposa à imagem e semelhança do seu &lt;em&gt;“dono”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A crise do retorno: escrava da aprovação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitas são as esposas frustradas por não se sentirem aceitas. No afã da aprovação, sacrificam sua identidade e sufocam a alma. Vivem apenas pelo retorno. Sofrem demais quando percebem um certo desprezo à sua sofrida obra. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crise da solidão: o medo da confiança&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ela vive no chão da suspeita. Não pode abrir a casa pra todo mundo, mas também não pode fechar! É a encruzilhada do medo. Como disse um escritor antigo: &lt;em&gt;“O medo é um gigente que se nutre da carência”&lt;/em&gt;, e carência é o que a esposa do pastor mais possui. Ela é conhecida da multidão, mas não tem o afeto de indivíduos dissociados da massa. Sofre, pois não sabe quando a aproximação é feita por interesses. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que Deus diz a essas mulheres? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você é aceita pela graça assim como é!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A graça liberta da tirania da perfeição. É Maria, uma moça simples, grávida, fazendo história pra Deus! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus jamais te medirá pelos resultados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tudo que fazemos só é possível porque Ele já trabalhou em nós! É Raquel, marcada pela tradição e esterilidade, mas amada – os filhos nascem por um poder que ela não possui!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Deus conhece o seu coração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ele sabe do seu desejo sincero de servir. É isso o que Ele mais aprova. Thomas Merton dizia que &lt;em&gt;“O desejo de Te agradar, já Te agrada”&lt;/em&gt;. É Tamar: no turbilhão das crises, entra na genealogia do Messias. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nos braços do Pai, a solidão termina&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Pai que nos vê no secreto (Mt. 6. 6) é o que nos sustenta em amor. É Ana: chorando sozinha, mas para aquele que pode resolver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo numa sociedade de crises, a esposa do pastor ainda faz grande diferença. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7478693577404601918?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7478693577404601918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/esposa-de-pastor-crise-de-ser.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7478693577404601918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7478693577404601918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/esposa-de-pastor-crise-de-ser.html' title='Esposa de pastor: a crise de ser'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TK4gfHtBQhI/AAAAAAAAAV8/M8kVZr4zmIc/s72-c/anja.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6979920322516703401</id><published>2010-10-05T20:38:00.002-03:00</published><updated>2010-10-05T21:05:33.673-03:00</updated><title type='text'>Quando o pensar ameaça</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKu9Qn9wPAI/AAAAAAAAAV0/C3fVhirjdQE/s1600/burra.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 225px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5524717461203598338" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKu9Qn9wPAI/AAAAAAAAAV0/C3fVhirjdQE/s320/burra.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A igreja tem medo de pensar. A verdade assusta. Muitos são os que amam a ignorância porque não querem assumir as consequências do pensar. Muitos sofrem da síndrome do presídio: o medo da liberdade - por viver tantos anos preso o indivíduo, uma vez liberto, cometerá outro crime só para voltar ao único mundo que conhece - o mundo das regras e punições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de fobia é o prato predileto dos políticos, dos coronéis sagrados, dos mini-Hitlers da fé, de todos que detém poder sobre a massa. É muito mais fácil governar uma massa burra, uma massa de manipulação garantida. Quando a massa pensa também ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nível de leitura do evangélico brasileiro é horroroso. Sua teologia é tão vulnerável quanto seu compromisso. O nome da hora é confusão: o que somos? Protestantes, evangélicos, cristãos, crentes, gospel? Nossa (in)definição é tão turva quanto nossas (in)certezas. A coqueluche da prosperidade é só um efeito colateral da burrice gospel aliada à malandragem tupiniquim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um teste: coloque um cartaz bem grande na frente de sua igreja com os seguintes dizeres: &lt;strong&gt;"Campanha do pensamento teológico no mês da Reforma"&lt;/strong&gt;. O que você acha que acontecerá? Parece que vejo alguém perguntando: &lt;em&gt;"Ih! O pastor já vai fazer outra reforma no templo?"&lt;/em&gt; Pensar dói...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. A. Torrey disse: &lt;em&gt;"Uma teologia frouxa leva a uma moralidade igualmente frouxa"&lt;/em&gt;. Esse é o retrato do que se chama "evangélico" hoje. Como pode indivíduos charlatães se proliferarem como praga nas igrejas e isso ser normal? Como pode programas de tv absurdamente mercenários serem vistos por uma miríade de pessoas que ainda ajudam finaceiramente essa fábricas de ilusões? Como pode um pregador à lá Silvio Santos empobrecido levar plateias ao delírio? Como?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pensar ameaça. Quem pensa é condenado à solidão. Ao ostracismo (que, convenhamos, dependendo da igreja, é uma bênção). Quem pensa incomoda, &lt;em&gt;"puxa o tapete"&lt;/em&gt; dos &lt;em&gt;"Ali Babás e seus milhares de ladrões"&lt;/em&gt;. Quem pensa desespera os &lt;em&gt;"irmãos metralhas"&lt;/em&gt; da celestialidade bandida. Pensar é uma arma de grosso calibre deflagrando cápsulas de realidade na cara feia dos magos do poder.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pense!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6979920322516703401?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6979920322516703401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/quando-o-pensar-ameaca.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6979920322516703401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6979920322516703401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/quando-o-pensar-ameaca.html' title='Quando o pensar ameaça'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKu9Qn9wPAI/AAAAAAAAAV0/C3fVhirjdQE/s72-c/burra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4111172460815318041</id><published>2010-10-03T16:43:00.003-03:00</published><updated>2010-10-03T16:56:41.708-03:00</updated><title type='text'>Desespero profético: a obrigatoriedade da fala</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKjfqBQraoI/AAAAAAAAAVs/Zl5RHNrHNTA/s1600/megafone++III.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 296px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523910855955802754" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKjfqBQraoI/AAAAAAAAAVs/Zl5RHNrHNTA/s320/megafone++III.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No desespero profético é uma aberração um profeta que passe alguns dias sem “mensagem”. Pisar em qualquer igreja, qualquer “solo sagrado” é sinônimo de mensagem. Encontrar alguém em crise (principalmente se esse alguém for rico) é engatilhar uma mensagem animadora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No desespero profético não há espaço para o silêncio. Todos os sons precisam estar ligados. Os profetas circunstanciais não podem ter o luxo de perder uma oportunidade. Se a profecia falhar, foi o outro que duvidou. Essa é a perfeita rota de fuga da irresponsabilidade profética.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A coqueluche profética odeia o silêncio porque ele confronta. Chama para a intimidade mais nua, e os profetas da atualidade são viciados em multidões – conspiram contra a intimidade. O quarto vazio assusta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Edgar Morrin criou uma expressão intrigante para designar alguns lugares da atualidade: “no place” (numa tradução direta: “não-lugar”). Lugares do não-pertencimento, como os shoppings centers. Lugares de todos e de ninguém. Muitas igrejas estão se tornando “no places”, lugares onde a busca por outros interesses tira Deus do foco e das ânsias. Não pertencer a Deus é não pertencer a nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando a espiritualidade é forjada num chão de obrigatoriedades o desespero humano se impõe. A igreja precisa compreender que há uma implicação muito maior entre o profetismo verbalizado e a vivência profética. Entre um vocabulário profético e uma história de vida que leve os homens a Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O desespero profético é o efeito colateral do status sobre a teologia deformada dos dons. Deus procura servos. Homens e mulheres que possam honrá-lo não somente no marketing da frase: “eu profetizo”, mas sim na alegria de servir aos amados na comunhão sincera da igreja.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O desespero profético é o vazio tatuado de poder. É a mania de procurar afirmação no retorno do povo. Essa tentação do retorno escraviza muita gente. Quando minha vocação é legitimada no que o povo quer de mim, então sirvo a outro senhor. Quando minha alma é honesta diante do Pai, então abomino os aplausos e corro para o abraço do meu Consolador. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como escreveu Henry Scougal, professor de teologia na Universidade de Alberdeen, Alemanha, que morreu aos vinte e oito anos (1650-1678): &lt;em&gt;“A vida de Deus dentro de nós, longe de prejudicar ou ferir alguém, nos leva a sentir qualquer mal que sobrevenha aos outros, como se tivesse acontecido conosco”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse deve ser o espírito do profeta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4111172460815318041?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4111172460815318041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/desespero-profetico-obrigatoriedade-da.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4111172460815318041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4111172460815318041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/desespero-profetico-obrigatoriedade-da.html' title='Desespero profético: a obrigatoriedade da fala'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKjfqBQraoI/AAAAAAAAAVs/Zl5RHNrHNTA/s72-c/megafone++III.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3996679545979424137</id><published>2010-10-01T10:40:00.003-03:00</published><updated>2010-10-01T10:53:03.843-03:00</updated><title type='text'>Política x politicagem: "diga-me com quem andas..."</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKXndt-smvI/AAAAAAAAAVk/rxN8cH0Y2nU/s1600/anedota+de+politicos+e+ladroesuntitled.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 237px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523075015784569586" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKXndt-smvI/AAAAAAAAAVk/rxN8cH0Y2nU/s320/anedota+de+politicos+e+ladroesuntitled.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O problema do Brasil não é a política, mas a &lt;strong&gt;politicagem&lt;/strong&gt;. Entendo por politicagem a malandragem que deturpa essências. É o mentiroso que, vestido com a roupa linda da verdade, oculta sua lepra moral. É o sorriso falso que envenena o olhar que o recebe. É o estelionato das emoções. O &lt;strong&gt;politiqueiro&lt;/strong&gt; é um ladrão de sonhos, um gigolô de desejos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quando o câncer da politicagem entra em metástase o primeiro a definhar é o voto. Aquele eleitor sincero, que sonha com um país honesto e digno é simplesmente assaltado em sua alma, tem sua retina prejudicada pelas luzes ofuscantes dos espetáculos que os magos da politicagem promovem, cujo ápice do show é a mágica de sumir com o dinheiro público. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Política é (um pouco) diferente. Nela cabem alguns honestos (note: &lt;strong&gt;alguns!&lt;/strong&gt;) A política é uma arte, e como toda arte exige talento – e talento é para poucos. A verdadeira política é ambiente de vocacionados, nunca de aproveitadores. É lugar de se trabalhar com projeções, com esperanças e futuro. É um híbrido de profetismo com poesia. &lt;strong&gt;É para alguns.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Bíblia tem os dois: política e politicagem. Tem um Davi e um Moisés, mas também tem um Saul e um Herodes. Em sua profunda liberdade, a Bíblia não esconde os erros de Davi e Moisés (política verdadeira assume seus erros), nem oculta as maracutaias de Saul e Herodes (e outros). A Bíblia é o livro dos humanos – assim mesmo, humanos! Com toda sua bagagem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que temos hoje no Brasil é muita politicagem, pouca política. Muita ilusão, pouca verdade. É o voto como barganha, negociação pífia. Moeda de troca. É o politiqueiro em sua irritante mania de achar que pode dispor da população e de seu voto como bem entender, que faz de seu mandato um passeio pela terra da falta de vergonha. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a república de Odorico Paraguaçu, personagem da obra de Dias Gomes, &lt;em&gt;O bem amado&lt;/em&gt;, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira, a inauguração de um cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras, do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladimir, dono do jornaleco da cidade. Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Nem mesmo a chegada de Ernesto - um moribundo que não morre - e a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho. Odorico arma situações para que alguém morra, mas o primeiro corpo a ser sepultado em Sucupira será o do próprio prefeito. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Se o ditado popular utilizado no título desse post fosse observado na hora de votar, acredito que muitos politiqueiros seriam descartados. Enterrados em suas próprias covas. Quem sabe um dia a política vença a polticagem, até lá que que Deus nos ajude... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3996679545979424137?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3996679545979424137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/politica-x-politicagem-diga-me-com-quem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3996679545979424137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3996679545979424137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/10/politica-x-politicagem-diga-me-com-quem.html' title='Política x politicagem: &quot;diga-me com quem andas...&quot;'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKXndt-smvI/AAAAAAAAAVk/rxN8cH0Y2nU/s72-c/anedota+de+politicos+e+ladroesuntitled.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4270589803462652781</id><published>2010-09-28T23:33:00.004-03:00</published><updated>2010-09-28T23:44:47.263-03:00</updated><title type='text'>"Eu profetizo": uma radiografia do desespero profético</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKKnq6vkzAI/AAAAAAAAAVc/_45n5bBUids/s1600/o-profeta-de-araque.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522160448874793986" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKKnq6vkzAI/AAAAAAAAAVc/_45n5bBUids/s320/o-profeta-de-araque.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Profetizar é negócio perigoso para os que não são objeto de inspiração”.&lt;/em&gt; (R. L. Dabney)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo Paulo fez uma pergunta aos gálatas: &lt;em&gt;“Quem vos fascinou?”&lt;/em&gt; (Gl. 3.1). &lt;strong&gt;Fascínio.&lt;/strong&gt; Essa é uma das armas mais utilizadas na &lt;strong&gt;profetomania.&lt;/strong&gt; O status que os dons carregam é prato cheio para os caçadores de holofotes. É preciso tomar muito cuidado com o fascínio. A pergunta de Paulo precisa ter ressonância urgente hoje. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os dons – sejam quais forem – são para a &lt;em&gt;“utilidade de todos”&lt;/em&gt; (Ef. 4. 11, 12). Quando Paulo escreve aos coríntios acerca dos dons (I Co. 12-14), não é por acaso que o capítulo 13 versa sobre a excelência do amor. O que o apóstolo está enfatizando é um padrão divino: os dons precisam ser exercidos em amor. O círculo paulino é claro: &lt;strong&gt;amor, verdade, dons e serviço.&lt;/strong&gt; O amor produz o serviço; esse serviço vai usar os dons; o dom mais elevado é o ensino da verdade, e a verdade, por sua vez, deve ser dita em amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É raro encontrarmos hoje as duas dimensões juntas: a profecia e o amor. Quando essa dicotomia se faz realidade o produto final é sempre destrutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre a fala e a vida: a contradição perigosamente tolerada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quantas vezes você já ouviu a seguinte frase: &lt;em&gt;“Ele prega muito bem, mas a vida não condiz com a pregação, fazer o quê... o povo gosta”&lt;/em&gt;. O que é terrível é que o &lt;em&gt;“pregador”&lt;/em&gt; descrito continua &lt;em&gt;“pregando”&lt;/em&gt; e sendo agendado. Tolera-se a contradição em &lt;em&gt;“respeito”&lt;/em&gt; aos talentos que ele tem. Atitude, no mínimo, perigosa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma espécie de tolerância inevitável: convivemos com esses profetas da duplicidade não porque os aprovamos, mas simplesmente porque não conseguimos ignorá-los, evitá-los. Em nome de uma &lt;em&gt;“necessidade”,&lt;/em&gt; assistimos de camarote as peripécias proféticas de indivíduos sem autoridade existencial. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por causa da falta de um apurado senso crítico (bereano), ouvimos a fala profética e a divorciamos do profeta que fala. Essa quebra gera a raiz das deformações. Abrimos todas as portas de nossa intimidade para palavras soltas sem o embasamento de uma vida. O chamado profético genuíno jamais pode se legitimar no paradoxo que fala da vida sendo uma morte.&lt;br /&gt;Essa contradição é o outro nome da hipocrisia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A palavra &lt;em&gt;“hipócrita”,&lt;/em&gt; em grego, é sinônimo de ator. O teatro comportamental dos profetas da atualidade é pródigo em multiplicidade. Os profetas da mutação não se cansam de trocar de pele. As muitas faces variam de acordo com o momento, a pessoa (alvo da profetada) e a própria &lt;em&gt;“mensagem”&lt;/em&gt; profética. Mascarados e beirando o cinismo, os adeptos da profetomania brincam com as emoções e prestam um perigoso culto ao espelho distorcido das ilusões. Alguém disse que &lt;em&gt;“a ilusão é a mentira que a mágica conta para os olhos”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O clima de decepção com as chamadas &lt;em&gt;“profetadas”&lt;/em&gt; gera um desconforto com as grandes promessas de Deus. Se pequenas profecias não se cumprem, os pequenos desapontamentos tendem a crescer. O desespero profético da atualidade conturbada faz nascer o germe da desconfiança e do indiferentismo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa escreveu: &lt;em&gt;“Estou farto de semideuses!&lt;/em&gt;”. A igreja não precisa de entidades espirituais (des)encarnadas, mas gente de carne e osso no chão da história. Não precisamos de gente se achando divina, mas de uma gente santa, com coragem para assumir que é pecadora. É perigosamente possível que essa confusão profética seja apenas &lt;em&gt;“a ponta do iceberg”&lt;/em&gt; de um problema ainda mais grotesco: o abandono das essências. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A inversão teológica é outra marca dessa contradição: os profetas bíblicos profetizavam em nome do Senhor Jeová, os da atualidade já começam com seu próprio egocentrismo traduzido na expressão: &lt;em&gt;“eu profetizo”.&lt;/em&gt; Eugene Peterson diz que o &lt;em&gt;“eu é a alma sem Deus”.&lt;/em&gt; Contradição pior é quase impossível: uma alma sem Deus falando em nome de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentar olhar desconfiadamente para o universo profético da igreja é abrir espaço para a artilharia pesada dos clichês (&lt;em&gt;“não toque nos ungidos”&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;“teólogo só faz polêmica”&lt;/em&gt;, etc.), e também para o ódio teológico que é sempre crescente em nossos quintais &lt;em&gt;“santos”&lt;/em&gt;. A mania profética (profetomania), além de chata, é perigosa. Ela alimenta o charlatanismo religioso que compra e vende emoções baratas, além de dar um &lt;em&gt;“toque”&lt;/em&gt; divino nas mais bizarras experiências. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, cansei. Não consigo mais conviver passivamente com toda essa divinização duvidosa. É triste ver pessoas entrando e saindo dos templos com expectativas irreais do tipo: &lt;em&gt;“quando é que essa profecia vai se cumprir?”&lt;/em&gt;, quando sei que na maioria das vezes a frustração vai destruir essa expectativa com uma ferocidade assustadora. Não consigo mais &lt;em&gt;“engolir”&lt;/em&gt; profetas sem testemunho de vida, ou profetas sem espelho. Essa coisa toda dá uma enorme dor de cabeça... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4270589803462652781?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4270589803462652781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/eu-profetizo-uma-radiografia-do.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4270589803462652781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4270589803462652781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/eu-profetizo-uma-radiografia-do.html' title='&quot;Eu profetizo&quot;: uma radiografia do desespero profético'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TKKnq6vkzAI/AAAAAAAAAVc/_45n5bBUids/s72-c/o-profeta-de-araque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3604686935706716149</id><published>2010-09-20T23:46:00.002-03:00</published><updated>2010-09-20T23:58:54.915-03:00</updated><title type='text'>Apenas mais um... ou um a mais?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJgfYllxPTI/AAAAAAAAAVU/mA9l0KhuBM0/s1600/destaque.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 219px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519195850610392370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJgfYllxPTI/AAAAAAAAAVU/mA9l0KhuBM0/s320/destaque.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um crente, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; na senda do mestre?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um ouvinte, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; na arriscada tarefa de encarnar a verdade?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um crítico, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; oferecendo cura?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um teólogo, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; tirando o pó da banalidade rotineira da estante?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um... ou um a mais?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um vendedor do sagrado, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; virando as mesas dos cínicos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um cantando mantras evangélicos vingativos, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; salmodiando?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um pedindo ofertas, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; entregando a alma?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um dizendo o que fazer, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; fazendo sem dizer?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um... ou um a mais?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um no rol de membros, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; no Corpo de Cristo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um poderoso, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; na lista desprezível dos servos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um no pódio, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; na região dos aflitos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um nos devaneios de uma espiritualidade drogada, ou &lt;em&gt;um a mais&lt;/em&gt; ao pé da cruz?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apenas mais um...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um a mais?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"Para que todos sejam um..."&lt;/em&gt; (João 17. 21) &lt;strong&gt;Um a mais!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3604686935706716149?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3604686935706716149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/apenas-mais-um-ou-um-mais.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3604686935706716149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3604686935706716149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/apenas-mais-um-ou-um-mais.html' title='Apenas mais um... ou um a mais?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJgfYllxPTI/AAAAAAAAAVU/mA9l0KhuBM0/s72-c/destaque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7381994881235457372</id><published>2010-09-19T11:24:00.003-03:00</published><updated>2010-09-19T11:49:31.821-03:00</updated><title type='text'>A maldição do "puxa-saco"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJYiZSqIrPI/AAAAAAAAAVM/HB0MoofQG18/s1600/bajulador.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; DISPLAY: block; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518636211289763058" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJYiZSqIrPI/AAAAAAAAAVM/HB0MoofQG18/s320/bajulador.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Maquiavel dizia: &lt;em&gt;"Fuja dos bajuladores, pois eles são como o carvão: apagado suja, aceso queima!"&lt;/em&gt; Os rótulos variam: de puxa-saco a baba-ovo, o bajulador tem a mesma essência: a &lt;strong&gt;falsidade&lt;/strong&gt;. Ele luta por seus próprios interesses, é um hipócrita disfarçado de amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plutarco, em sua obra Moradia, trabalha em um de seus 83 textos, o intrigante &lt;em&gt;"Como distinguir o amigo do bajulador"&lt;/em&gt;. Ele chega a dizer que &lt;em&gt;"o amigo é aquele que nem sempre aprova tudo que fazemos, o bajulador é aquele que sempre simula sua mudança de opinião, demonstrando com extrema clareza que suas opiniões são volúveis e interesseiras"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tenho verdadeiro nojo de bajuladores. Não suporto aquela expressão de rosto que denuncia o puxa-saquismo. Como é deprimente ver pessoas fazendo esforços hercúleos para demonstrarem admiração, paixão, quando, na verdade, escondem interesses rasteiros. &lt;strong&gt;A bajulação é a arma do incompetente&lt;/strong&gt;. Cada tapinha nas costas evidencia punhaladas futuras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bajulador projeta conquistas à base de elogios e cinismo. Ele sabe que de outra forma jamais teria sucesso, pois é incompetente, fraco, apela ao sentimentalismo porque sabe que não possui o caráter necessário para o confronto. Ele aplaude os erros de seu alvo, assina todas as promissórias da culpa, é o perfeito "laranja", o testa-de-ferro, o puxa-saco, o filhote do trono.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se não fosse pela &lt;em&gt;"habilidade"&lt;/em&gt; de puxar o saco, jamais conseguiria êxito. Aproveita o que todo poderoso tem de sobra: o desejo de ser aplaudido, elogiado, adorado. O bajulador dá ao poderoso o que ele mais ama: a &lt;strong&gt;fascinação!&lt;/strong&gt; Eles montam um esquema perfeito: um poderoso e um bobo da corte! O circo montado! Bem que Napoleão dizia que &lt;em&gt;"a cada 10 bajuladores do rei, 9 morrem enforcados"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na igreja, infelizmente, ainda há MUITOS bajuladores. Em alguns lugares há &lt;em&gt;"famílias de bajuladores".&lt;/em&gt; Gente que adora mais o pastor do que o Cristo que o chamou. No âmbito da igreja é ainda pior, pois &lt;strong&gt;a esmagadora maioria dos pastores adora ser adorado!&lt;/strong&gt; Une-se então o inútil ao desagradável, e o resultado disso para a obra de Deus é desastroso!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por favor, fuja dos bajuladores! O mundo sem eles seria muito melhor!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7381994881235457372?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7381994881235457372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/maldicao-do-puxa-saco.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7381994881235457372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7381994881235457372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/maldicao-do-puxa-saco.html' title='A maldição do &quot;puxa-saco&quot;'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TJYiZSqIrPI/AAAAAAAAAVM/HB0MoofQG18/s72-c/bajulador.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3015317578523516670</id><published>2010-09-06T15:52:00.004-03:00</published><updated>2010-09-06T16:57:31.543-03:00</updated><title type='text'>Pequei!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TIVFzyQnQOI/AAAAAAAAAVE/hNcI74pNuA8/s1600/vergonha.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 291px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5513890074752139490" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TIVFzyQnQOI/AAAAAAAAAVE/hNcI74pNuA8/s320/vergonha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em II Samuel 11 e 12 encontramos a narrativa detalhada sobre o pecado de Davi com Bate-Seba e a repreensão feita pelo profeta Natã. Um texto provocativo, arrepiante, doloroso e profundamente humano, feito para mim, pecador. Dois nomes estão intimamente ligados a Davi: Golias e Bate-Seba. Mesmo quem não tem um conhecimento mais amplo dos textos sagrados facilmente associa um ao outro nesse círculo perigoso entre a glória e o sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos levaram Davi ao campo de batalha. Ambos tiveram acesso ao coração de Davi. O gigante e a mulher entraram na história de Davi em extremos opostos: Golias aparece quando Davi é jovem e inexperiente; Bate-Seba, quando ele é um rei e experiente. Quando Davi encontra Golias, ainda não está atrelado aos mecanismos do poder, ainda respira o ar do pastorado singelo. Quando encontra Bate-Seba, sua vida está integrada às engrenagens do trono, aos desmandos imperiais. Aliás, percebemos grandes mudanças nesse tempo entre o gigante e a cama oculta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Deuteronômio 17. 14-17, Deus dá uma série de diretrizes para quando Israel tivesse um rei, dentre essas diretrizes há alguns lembretes sobre não acumular &lt;em&gt;"mulheres, cavalos e dinheiro"&lt;/em&gt;, a receita infeliz do fracasso de um sucesso: &lt;strong&gt;dinheiro, poder e sexo&lt;/strong&gt;. As tramas que engoliram Davi. Ele vencia inimigos, subjugava nações, mas sucumbiu à tríade implacável: dinheiro, poder e sexo. Ele evitou o primeiro, foi tocado pelo segundo, mas o terceiro roubou seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um olhar fez o que Golias não conseguiu: derrubou Davi. Dietrich Bonhoeffer, em seu livro "Tentação", diz: &lt;em&gt;"Em nossos membros há uma inclinação adormecedora na direção do desejo que é tanto repentina quanto feroz. Com poder irresistível, o desejo detém domínio sobre a carne. De repente, um fogo secreto, efusivo, é aceso. A carne queima, e ei-la em chamas! Neste momento Deus é muito irreal para nós... e o único desejo para a criatura é real... Satanás aqui não nos enche com ódio de Deus, mas com esquecimento de Deus... A luxúria assim envolve a mente e a vontade do homem em escuridão profunda. Os poderes do claro discernimento e da decisão nos são tirados. É aqui que tudo dentro de mim ergue-se contra a Palavra de Deus"&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Davi passa a utilizar os mecanismos do poder. Usa fraudes. Abusa do verbo "mandar": manda Urias dormir com Bate-Seba, a fim de que todos sejam envolvidos nas teias do engano. Essa insistência em "mandar" retrata o uso impessoal do poder. Walter E. Brown, estudioso do A. T. observou bem o uso desse verbo: "mandar". Duas outras ocorrências do verbo na história, sutilmente nos preparam para a verdade de que Davi, em todo o exercício de seu poder impessoal, não estava no controle, como supunha: Bate-Seba "mandou" um recado: &lt;em&gt;"estou grávida"&lt;/em&gt; (II Sm. 11. 5), e Joabe "mandou" um relatório da batalha (v. 18 ss), dando a entender, pela mensagem, que sabia perfeitamente o que Davi estava fazendo. No último e decisivo "mandar" dessa história, é Deus que entra em cena: &lt;em&gt;"mandou/enviou a Davi o profeta Natã"&lt;/em&gt; (II Sm. 12. 1). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A raiz de todos os pecados está relacionada à nossa vontade de ser deus, assumir o controle da nossa vida e da vida dos outros: mandar! Quando Natã repreende a Davi, a frase bíblica é decisiva: &lt;em&gt;"Este homem é você!"&lt;/em&gt; (II Sm. 12. 7). &lt;strong&gt;O pecado nunca é sobre outra pessoa; é sempre sobre mim! &lt;/strong&gt;Nunca é uma verdade genérica, mas sempre específica. O pecado nunca é um comentário sobre ideias, culturas ou condições; mas sempre sobre pessoas de verdade, de carne e osso, dor de verdade, problemas reais, pecado mesmo: &lt;strong&gt;é sempre sobre mim!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É perfeitamente confortável transformar o pecado num pronunciamento religioso genérico. Isto é o que Davi estava fazendo: ouvindo Natã pregar um sermão sobre o pecado de alguém e se indignando com a conduta alheia, a condição de uma outra pessoa. É para isto que servem os profetas: eles nos jogam para o centro da história: &lt;strong&gt;é sobre mim!&lt;/strong&gt; Quando &lt;em&gt;"a ficha cai"&lt;/em&gt; Davi dá um brado: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Pequei!"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (II Sm. 12. 13). Quebram-se as abrangências gerais da religiosidade que julga. O rei está no banco dos réus! Culpado!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nossa tarefa prioritária na vida cristã &lt;strong&gt;não é&lt;/strong&gt; evitar o pecado, pois isso é impossível, mas &lt;strong&gt;reconhecê-lo&lt;/strong&gt;, pois isso nos leva até à graça! O Salmo 51 é escrito depois da visita de Natã. Ainda hoje repito essa oração: &lt;em&gt;"Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença, e não retires de mim o teu Espírito Santo"&lt;/em&gt; (Sl. 51, 10 e 11).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3015317578523516670?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3015317578523516670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/pequei.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3015317578523516670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3015317578523516670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/09/pequei.html' title='Pequei!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TIVFzyQnQOI/AAAAAAAAAVE/hNcI74pNuA8/s72-c/vergonha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3681051428629038990</id><published>2010-08-23T09:24:00.003-03:00</published><updated>2010-08-23T10:04:22.477-03:00</updated><title type='text'>Sobre a idolatria evangélica</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/THJxiS2B-_I/AAAAAAAAAU0/C89lUzIuuho/s1600/jesus-statue.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508590128215489522" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/THJxiS2B-_I/AAAAAAAAAU0/C89lUzIuuho/s320/jesus-statue.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O evangélico é idólatra!&lt;/strong&gt; Tenho ministrado em alguns grandes congressos e o nível de idolatria assusta. Basta o cantor (ou pregador) ser famoso e pronto, está deflagrado o processo idólatra. Olhinhos brilhando, tietagem, lágrimas, milhares de fotos, celulares brotando do chão, em alguns lugares gritos eufóricos tiram Cristo do foco e assassinam o sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mentalidade evangélica do show não é mais novidade - e a idolatria também não - tanto que já não choca, não "escandaliza" ninguém. Já não se respeita o lugar do culto, a ambiência do sagrado, o momento da adoração. O que importa é tirar fotos com o ídolo, abraçar, chorar, entronizar o novo deus do instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chamados "artistas gospel" adoram isso tudo! Basta ver em seus rostos a expressão de êxtase por estarem na mira dos holofotes. Notei o &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt; desses deuses de hoje: as mesmas técnicas dos "artistas" seculares em seus shows: &lt;em&gt;"Joga a mão pra cima!"&lt;/em&gt; Enquanto o "culto" se desenrola em sua forçada normalidade, o povo tenta esconder sua alarmante ansiedade pelo show, até que chega o momento esperado: &lt;em&gt;"com vocês: o nosso deus!" &lt;/em&gt;E o povo... abraça a idolatria em sua mais nefasta expressão - a substituição do Deus verdadeiro pela cópia bizarra do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eugene Peterson escreveu: &lt;em&gt;"Gostamos dos ídolos porque gostamos secretamente da ilusão de controlá-los. São deuses destituídos de divindade para que nós possamos continuar a ser deuses de nós mesmos. A adoração de ídolos (em todas as dimensões: céu, terra, embaixo da terra) sempre foi o jogo religioso predileto. A adoração de ídolos é o vazio batizado de espiritualidade"&lt;/em&gt; Dt. 5. 8-10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso lembrar que a idolatria é um pecado que fere profundamente o coração de Deus, preciso? O grande problema na adoração aos ídolos é a inversão teológica que é feita. Passa-se a adorar o objeto criado ao invés do Criador de todas as coisas (Rm. 1.19-23). Alguns estudiosos trabalham com a ideia de que o deus de uma pessoa é aquilo a que ela dedica seu tempo, seus bens e seus talentos; aquilo a que ela se entrega. A ideia teológica dessa linha de pensamento é a de que sempre que alguém, ou algum objeto, ou até mesmo alguma função ocupa o lugar central em nosso coração, mente e intenção, torna-se um ídolo, porque tomou o lugar que pertence a Deus (Mt. 22.37).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há problema em gostar do trabalho de alguém, ou mesmo tirar uma foto com ele(a), mas a questão é: dentro do templo? No ambiente do culto? Qual é a intenção em celebrar tão desesperadamente alguém? Em matéria de idolatria, todo cuidado é pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A W Tozer disse: &lt;em&gt;"Um ídolo na mente é tão ofensivo a Deus quanto um ídolo na mão"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3681051428629038990?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3681051428629038990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/sobre-idolatria-evangelica.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3681051428629038990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3681051428629038990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/sobre-idolatria-evangelica.html' title='Sobre a idolatria evangélica'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/THJxiS2B-_I/AAAAAAAAAU0/C89lUzIuuho/s72-c/jesus-statue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1515324098039678759</id><published>2010-08-16T10:06:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T10:26:55.984-03:00</updated><title type='text'>Verdades libertadoras sobre a Graça</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGk8Jo-CwSI/AAAAAAAAAUs/s-HRpUAox2w/s1600/vasodebarro.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 211px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505998155751276834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGk8Jo-CwSI/AAAAAAAAAUs/s-HRpUAox2w/s320/vasodebarro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O simples fato de que Deus derrama sua graça sobre nós já é uma verdade libertadora, tranqüilizadora, transformadora, abençoadora e digna de confiança. Mas, há mais algumas dessas verdades esplêndidas que nos revelam ângulos magníficos do amor e do caráter de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça não excepcionaliza ninguém:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus ama os autênticos! A graça não procura os excepcionais, mas os honestos. Seja qual for o seu pecado, sua crise, seu cárcere, a graça o alcança – é para você! Frente à graça somos confrontados para sermos libertos. É quando assumimos quem somos – pecadores – que a graça dá seu espetáculo. Um pregador puritano costumava dizer: &lt;em&gt;“Se não estás perdido, de que te serve um salvador?”&lt;/em&gt; A graça é para todos porque ela não depende do que nós fizemos para Deus, mas sim, do que Ele já fez por nós. O mérito da graça é o mérito que não temos. A igreja, como casa da graça, não pode ter privilegiados, prediletos ou caciques e suas excentricidades – ela deve ser de todos, porque é casa da Graça!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A graça é a resposta para o dilema de Deus: um Deus santo amando pecadores:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Deus nos ama, mas nosso comportamento o enoja. Ele é santo, nós pecadores. Deus é justo e nós absurdamente injustos. Como é para Deus lidar com isso? Como se aproximar ao máximo de nós se o pecado e sua podridão nos afasta dele? Aqui é que entra a graça! A grande graça está no fato marcante e decisivo de que Deus não desistiu e não desiste de nós. Na cruz, ele resolve o dilema. Absorve o pecado em Cristo e nos liberta para a plenitude da vida. Como escreveu um pensador: &lt;em&gt;"A graça é a lente através da qual Deus nos enxerga".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça nos liberta dos cárceres da alma: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não há carrasco pior do que o nosso coração. A graça é capaz de eliminar as toxinas da culpa porque nos garante a assombrosa verdade de que Deus nos ama como somos, sem disfarces ou máscaras, sem as tatuagens da religião, sem as sombras do passado. A graça nos liberta para sermos nós mesmos, mas agora transformados por Deus, através do encontro com Cristo. Quando Deus nos transforma, não nos faz sermos aquilo que nunca fomos, pois isso seria admitir uma falha no processo primário da nossa criação. Quando Deus nos transforma, Ele nos devolve à forma original, a que ele pensou, com amor, ao nos criar.&lt;br /&gt;Como escreveu Brennan Manning: &lt;em&gt;“No homem Jesus, vemos a face humana de Deus”&lt;/em&gt;. Jesus é a graça encarnada no chão da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça é a mais extraordinária possibilidade existencial (Is.48)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto de Isaías 48 é feito num tom sofrido, pois é Deus tratando a natureza de Israel. A nação de Israel é toda forjada na conflitividade. São filhos do conflito. Israel nasce da luta entre um homem e Deus no Jaboque (Gn.32.22-32). Jacó é a constituição humana de Israel. Essa constituição é extremamente complicada, porque a vida de Jacó é um turbilhão de emoções e sensações. Ele é um homem complicado, um ser em fúria. Parece até uma contradição: o povo escolhido por Deus nasce de homens em crise com Deus. Jacó é um rosto para assumir essa graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há algumas verdades nesse texto que atestam para a graça como a mais extraordinária possibilidade existencial:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Você não é um susto para Deus: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Deus não nega suas escolhas. É gente que ele escolhe, não seres perfeitos. Ele resolveu trabalhar conosco. Deus escolhe gente real, de carne e osso. Gente da pior espécie, gente que precisa de Deus. Se você quiser saber com quem Deus anda, olhe para o Jesus do Novo Testamento: de publicanos e pescadores à mulher samaritana, ele ganhou a fama de&lt;em&gt; “amigo de pecadores”&lt;/em&gt; (Mt.11.19). O teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, disse: &lt;em&gt;“Jesus foi o homem dos outros”&lt;/em&gt; Esse conflito entre o que somos e o que graça quer fazer de nós é chamado de &lt;em&gt;“tensão da graça”&lt;/em&gt;: Deus sabe que somos pecadores, mas se nega a deixar que continuemos assim. Mudanças e transformações são especialidades de Deus. Ele nos dá a possibilidade de ser, só para a gente mudar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A graça quebra as neuroses da vida:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ela triunfa sobre a síndrome do fatalismo. Transforma os cenários mais trágicos da alma. Ela nos alimenta com a esperança. Através da graça, podemos olhar dentro de nós e almejar a pureza. Ela nos faz encarar os monstros da alma. Nos piores momentos, Deus afirma sua presença. Mesmo nos dias onde tudo à nossa volta aponta para a dolorosa ausência de Deus, ainda assim, a graça nos revela o abraço eterno de um Deus que jamais fica ausente. Deus vê todos os processos de nossa vida, toda a construção histórica que somos é encarada com seriedade e amor pelo Deus que nos criou à sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na graça é que podemos experimentar a paz: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando estamos conscientes da atuação sempre fiel da graça de Deus, desfrutamos perfeita paz, pois não estaremos livres das crises, mas aprenderemos com cada uma delas. Não esperaremos que a dor desapareça para que possamos descansar, mas no caos da dor, seremos livres para adorar ao Deus que nos ensina as preciosas lições de sua constante orientação. É o que Davi, no magistral Salmo 23, nos afirma: &lt;em&gt;“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo”&lt;/em&gt;. Ele não muda o vale, mas o divide comigo. Ele não faz do vale um céu, mas leva o céu para andar comigo no vale, porque Deus sabe que eu preciso do vale para meu crescimento e aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;John Newton disse: &lt;em&gt;"Não sou o que posso ser, não sou o que devo ser, não sou o que quero ser, não sou o que espero ser; mas agradeço a Deus porque não sou o que outrora era, e posso dizer com o grande apóstolo: 'Pela graça de Deus, sou o que sou'"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1515324098039678759?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1515324098039678759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/verdades-libertadoras-sobre-graca.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1515324098039678759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1515324098039678759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/verdades-libertadoras-sobre-graca.html' title='Verdades libertadoras sobre a Graça'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGk8Jo-CwSI/AAAAAAAAAUs/s-HRpUAox2w/s72-c/vasodebarro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3819403917233649518</id><published>2010-08-12T11:14:00.002-03:00</published><updated>2010-08-12T11:34:57.101-03:00</updated><title type='text'>Ministério: resgatando a originalidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGQGedyzfPI/AAAAAAAAAUk/40-59tFheHE/s1600/pastor.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 222px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504531765017148658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGQGedyzfPI/AAAAAAAAAUk/40-59tFheHE/s320/pastor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ministério é serviço. A palavra “ministro” vem do termo latino “minister”, que por sua vez, deriva de “minus”, ou seja, “menos”. O “minister” era o servo, o homem do serviço. Na antiguidade, havia o “minister cubiculi”, que era o servo encarregado de arrumar os quartos da casa; havia também o “minister vini”, que era o servo encarregado de manter as taças cheias de vinho nos banquetes. O ministro é chamado para servir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em João 13, Jesus dá o grande exemplo: deixa a mesa principal e parte para o serviço. Esse ato nos dá a dimensão maior do ministério: &lt;strong&gt;somos chamados para servir&lt;/strong&gt;. O apóstolo Paulo mostra no texto de I Tm. 6.11, uma lista de qualidades que o ministro deve ter:&lt;strong&gt; justiça, piedade, fé, amor, paciência, mansidão&lt;/strong&gt;. Todas são qualificações para a prestação de um serviço digno. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ministério não é vitrine para um desfile de uma personalidade doentia, marcada pela vaidade; não é para os viciados em bajulação. Ministério é para trabalhadores da seara, servos. Um pastor antigo dizia: &lt;em&gt;“O símbolo do ministério é o avental sujo”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos algumas dimensões do ministério verdadeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Caráter:&lt;/strong&gt; o fundamento do ministério (Fp.2.14-16)&lt;br /&gt;2. &lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt; a natureza do ministério (II Tm.2.3, 4)&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;Amor:&lt;/strong&gt; o motivo do ministério (Rm.12.9-11)&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;Sacrifício:&lt;/strong&gt; a medida do ministério (Sl.40.5-9)&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;Submissão:&lt;/strong&gt; a autoridade do ministério (Fp.2.5-8)&lt;br /&gt;6.&lt;strong&gt; Glória de Deus:&lt;/strong&gt; o propósito do ministério (I Co.10.30-32)&lt;br /&gt;7. &lt;strong&gt;Palavra e oração:&lt;/strong&gt; as ferramentas do ministério (Hb.4.11-13)&lt;br /&gt;8. &lt;strong&gt;Crescimento da obra:&lt;/strong&gt; O privilégio do ministério (Mt.13.31, 32)&lt;br /&gt;9.&lt;strong&gt; Espírito Santo:&lt;/strong&gt; o poder do ministério (Ef.5.18-20)&lt;br /&gt;10. &lt;strong&gt;Cristo:&lt;/strong&gt; o modelo do ministério (Hb.7.22-27)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para a crise de vocação e chamado, uma pergunta insiste em ficar: &lt;strong&gt;Quem é o homem que Deus chama?&lt;/strong&gt; (II Tm.1.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles costumava dizer: &lt;em&gt;“Onde as necessidades do mundo e suas habilidades se cruzam, aí está sua vocação”&lt;/em&gt;. Vocação é aquilo que somos, não apenas o que fazemos. Aquele que não sabe ao certo quem é, não sabe ao certo o que deve fazer nem como fazer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vocação e chamado são duas faces da mesma moeda. Que moeda é essa? Propósito! O propósito de Deus para nós é o que nos chama, nos vocaciona para que nossas vidas sejam plenas de significado. Para que aquilo que somos seja a verdade maior, e assim, não nos tornemos uma contradição. Assim, não somos destruídos pelo vazio da atualidade e nem fazemos uma série de coisas para abafar o grito de socorro da alma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Deus chama gente marcada pela graça. Seres vocacionados pelo amor, chamados para a “boa obra”, o “bom combate”, que tenham desprendimento das “coisas desta vida”, e que saibam viver para a glória de Deus. Deus chama seres que possam ser seguidos, que tenham as marcas da cruz. Uma frase muito sábia diz: &lt;em&gt;“Liderar não é dar ordens, é ser seguido”&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ministério é muito mais do que invencionices neopentecostais, é serviço!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3819403917233649518?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3819403917233649518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/ministerio-resgatando-originalidade.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3819403917233649518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3819403917233649518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/ministerio-resgatando-originalidade.html' title='Ministério: resgatando a originalidade'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGQGedyzfPI/AAAAAAAAAUk/40-59tFheHE/s72-c/pastor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4719162817877710710</id><published>2010-08-10T10:39:00.004-03:00</published><updated>2010-08-10T11:23:01.248-03:00</updated><title type='text'>Deus o Diabo e Eu: conflito de poderes?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGFgoXdYKhI/AAAAAAAAAUc/3BSDBeBHWlM/s1600/conflito.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503786466231724562" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGFgoXdYKhI/AAAAAAAAAUc/3BSDBeBHWlM/s320/conflito.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Minutos atrás li uma &lt;a href="news:http://www1.folha.uol.com.br/esporte/780473-visual-arrojado-dos-jogadores-de-mano-escancara-diferencas-com-os-atletas-de-dunga.shtml"&gt;matéria&lt;/a&gt; onde o jornalista enfatizava as diferenças entre a seleção de Dunga e a de Mano Menezes. E o motivo principal do fracasso da seleção de Dunga, segundo o "gênio" da matéria foi o grande número de jogadores evangélicos. Nas palavras de Paulo Cobos, autor da matéria: &lt;em&gt;"Saem a 'caretice' e o fervor religioso do time que fracassou na Copa da África para entrar um grupo cheio de 'estilo', com histórico recente de baladas e que não põe Deus em qualquer assunto".&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Após a leitura desta pérola do preconceito religioso, algumas perguntas ficaram em minha mente: por que sempre culpam Deus? Por que nunca se fala no Diabo, por exemplo? Por que é "caretice" acreditar em Deus, mas &lt;em&gt;cult&lt;/em&gt; acreditar em vampiros, bruxas, duendes, gnomos, demônios e personificações do mal? Você já viu algum jornalista afirmar que algum acidente, bomba, crime hediondo ou catástrofe foi culpa do Diabo???? E se for?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Diabo é um ser extremamente inteligente. Gênio do marketing, sabe perfeitamente como manipular, seduzir, encantar, ocultar-se atrás dos punhos fechados contra Deus. Engana-se muito quem pensa que o Diabo está em guerra contra Deus - NÃO - ele sabe que já perdeu! Sua guerra é para desmoralizar, zombar, destruir a verdade de que Deus é amor, bondade, justiça e paz! É muito mais fácil e garantido para ele culpar Deus por tudo, desencadeando processos de fúria, do que chamar para si a atenção. Os desavisados comem em seu prato. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;R H Charles, em &lt;em&gt;The apocrypha and pseudepigrapha of the Old Testament&lt;/em&gt;, Oxford: Clarenden, 1913, p. 136, diz que &lt;em&gt;"para iludir Eva, a serpente sobe aos muros do Paraíso e canta hinos celestiais como um anjo - uma vez que, anteriormente, ele próprio foi um dos arcanjos de Deus"&lt;/em&gt;. Essa tática da sedução ainda é largamente utilizada. Ainda há gente capaz de acreditar nas mais diabólicas mentiras, mas não no amor de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Diabo sempre soube se promover. Na França, prevalece a ideia de que nos grandes mistérios não deveria haver menos de quatro diabos, origem da expressão &lt;em&gt;"fazer o Diabo a quatro"&lt;/em&gt;. Sem falar nos &lt;em&gt;"quintos dos infernos"&lt;/em&gt;, nos nomes mirabolantes que se inventam no imaginário popular. Na qualidade de imitador de Deus, o Diabo se delicia em invadir os corpos e possuí-los, zombando assim da encarnação de Cristo, o gesto grandioso de Deus. Rubem Alves diz que a possessão demoníaca é força sem amor, é quando o Diabo faz com o corpo o contrário do que faria o amor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não estou dizendo que tudo de ruim que acontece é culpa do Diabo. Mas também não é culpa de Deus. Há um terceiro poder envolvido - Eu. O homem tem sua parcela de culpa. A terra agoniza em sujeira e corrupção porque homens inescrupulosos não medem esforços nem consequências quando o assunto é o lucro. Aliás, esse é um deus com imenso poder - Dinheiro! Em nome da Trindade Substituta: Eu, Dinheiro e Poder, inúmeros males são deflagrados todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de culpar Deus, pense: quem&lt;em&gt; realmente&lt;/em&gt; está agindo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4719162817877710710?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4719162817877710710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/deus-o-diabo-e-eu-conflito-de-poderes.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4719162817877710710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4719162817877710710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/deus-o-diabo-e-eu-conflito-de-poderes.html' title='Deus o Diabo e Eu: conflito de poderes?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TGFgoXdYKhI/AAAAAAAAAUc/3BSDBeBHWlM/s72-c/conflito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7585813595865713202</id><published>2010-08-07T20:08:00.002-03:00</published><updated>2010-08-07T21:06:12.878-03:00</updated><title type='text'>Inveja: a monstruosidade do íntimo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TF304tT50gI/AAAAAAAAAUU/UmL1j4PPNPQ/s1600/sem+alma.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502823574789542402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TF304tT50gI/AAAAAAAAAUU/UmL1j4PPNPQ/s320/sem+alma.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguém disse que &lt;em&gt;"o ódio é assinado, mas a inveja é anônima"&lt;/em&gt;. Essa clandestinidade, esse caráter oculto, acaba por criar uma armadilha mortal, pois não conseguimos perceber que nossos atos e palavras, às vezes, são motivados pela mesma inveja que facilmente diagnosticamos na conduta do outro. Como disse William Hazlitt, &lt;em&gt;"nós facilmente convertemos nossos vícios em virtudes, e as virtudes dos outros em vícios"&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A inveja sempre foi um assunto estranho. Sempre gerou reações. É difícil falar ou ler sobre ela sem ser atingido pelo assunto. A inveja tem a capacidade de esconder-se, agir sem despertar aplausos. Zuenir Ventura escreveu: &lt;em&gt;"O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde"&lt;/em&gt;. O professor Gabriel Perissé acertou em cheio quando escreveu o que pensa um invejoso: &lt;em&gt;"que ninguém veja a minha inveja... nem eu"&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O invejoso vive ruminando angústias, mastigando amarguras. Nunca confessa sua inveja, pois é humilhante demais reconhecer que inveja o outro. É uma verdadeira tortura. O cúmulo da inveja é quando o invejoso passa a invejar os que conseguiram livra-se da inveja! É um ciclo do mal. Uma praga que habita a intimidade. Uma espécie de diabolização que faz com que tudo que o outro possuir despertará a dor da alma. Uma frase antiga diz: "Não grite alto a tua vitória, pois a inveja tem o sono leve!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ivonne Bordelois definiu que do ponto de vista etimológico, a inveja é cegueira em diversos sentidos. Um primeiro sentido possível de &lt;em&gt;"in"&lt;/em&gt; + &lt;em&gt;"videre"&lt;/em&gt; (ver): a partícula &lt;em&gt;"in"&lt;/em&gt; tem aqui a ideia de oposição, ou seja, ver invejosamente é ver &lt;em&gt;"contra".&lt;/em&gt; Ver torcendo contra. É alegrar-se discretamente quando a pessoa invejada perde os bens que possuía. Em alemão, a alegria de ver o fracasso alheio tem um nome: schadenfreud - numa tradução livre, &lt;em&gt;"o amigo-da-onça".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A cada vez que o invejado faz sucesso, o invejoso morre um pouco, mas também renasce quando a desgraça se abate sobre o outro. Esse é outro sentido para a palavra inveja. Atribuindo à partícula &lt;em&gt;"in"&lt;/em&gt; a ideia de penetração. O olhar invejoso perfura o invejado, quer matá-lo, perfurá-lo, ferí-lo com esse olhar-faca, olhar do rancor, olhar doente. Esse é o legítimo &lt;em&gt;"olho gordo"&lt;/em&gt;, o olho descomunal, inchado por sua doença secreta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um terceiro sentido, é quando atribuímos à partícula &lt;em&gt;"in"&lt;/em&gt; a negação: inveja é in-visão, o não-ver, a cegueira! Perissé escreveu que &lt;em&gt;"quanto maior a inveja, menor o coração"&lt;/em&gt;. É a cegueira da alma. Giovanni Papini, escritor italiano, disse que &lt;em&gt;"a inveja é a sombra obrigatória do gênio e da glória".&lt;/em&gt; Não é fácil desempenhar uma missão quando estamos sob a mira fria dos invejosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A monstruosidade do íntimo ainda atinge muita gente. Portanto, costumo brincar dizendo que se você estiver olhando para o sucesso de alguém usando óculos escuros, cuidado, a inveja pode ter cravado suas garras em você, pois como definiu Plutarco:&lt;em&gt; "a inveja é como os olhos que se irritam diante de tudo que tem brilho".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7585813595865713202?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7585813595865713202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/inveja-monstruosidade-do-intimo.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7585813595865713202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7585813595865713202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/inveja-monstruosidade-do-intimo.html' title='Inveja: a monstruosidade do íntimo'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TF304tT50gI/AAAAAAAAAUU/UmL1j4PPNPQ/s72-c/sem+alma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-5378830601218298141</id><published>2010-08-02T13:40:00.002-03:00</published><updated>2010-08-02T14:04:57.444-03:00</updated><title type='text'>"Louvado seja EU": sobre o homem como centro da hinologia contemporânea</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TFb6nTUs0aI/AAAAAAAAAUM/ifdlz0HpNsg/s1600/apostolos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500859547988578722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TFb6nTUs0aI/AAAAAAAAAUM/ifdlz0HpNsg/s320/apostolos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faz muito tempo que Deus não é louvado na igreja brasileira. A esmagadora maioria dos "hinos" cantados são focados única e exclusivamente no homem, em seus anseios mais infantis, em seus delírios consumistas. No reinado da mesmice musical, as frases, os determinismos, sempre giram em torno dessa &lt;strong&gt;autoajuda empobrecida&lt;/strong&gt; que se alastrou pelas igrejas. Os novos mantras da musicalidade e(vã)gélica invasiva dos cultos, não tratam Deus como Deus, mas como um serviçal sagrado, cada vez mais vítima dos desmandos de uma gente mandona!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não suporto mais a coreografia gospel do: &lt;em&gt;"vire para o seu irmão e profetize!"&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;"dá glória!"&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;"determine!"&lt;/em&gt; Estive observando a repetitividade das frases de efeito: &lt;em&gt;"Você é um campeão"&lt;/em&gt; (campeã das frases). &lt;em&gt;"Você nasceu pra vencer"&lt;/em&gt; (agora, se &lt;strong&gt;dez &lt;/strong&gt;pessoas estiverem orando por &lt;strong&gt;uma &lt;/strong&gt;vaga de emprego, nove serão perdedores, né?). &lt;em&gt;"Você nasceu pra brilhar"&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;"Você é uma estrela";&lt;/em&gt; &lt;em&gt;"Seus inimigos não vão morrer enquanto você não for exaltado na terra!"&lt;/em&gt; (essa é a teologia Bin Ladeniana, onde o que importa não é vencer, mas sim humilhar os que perderam).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não suporto mais o culto invasivo. Quero ter o direito de ficar sentado. Quero poder estar triste no culto! Quero ter o direito de &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; cantar. Não preciso ficar em pé, abraçar o indivíduo ao meu lado ou levantar a mão para que todos saibam que estou cultuando, ou que sou vitorioso. Não preciso provar nada pra ninguém! E tem mais: se o culto é pra Deus, somente Ele pode julgá-lo bom ou ruim, e não os tais "ministros de louvor".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso sem falar no choro sem lágrima, a nova modalidade de "quebrantamento" utilizada pelos gurus musicais das igrejas. Aquela ladainha melosa, misturada a uma fungadinha aqui outra lá. Gente passando o lenço no rosto pra enxugar lágrimas tão falsas quanto seu ministério. Enquanto isso Deus chora - e com muitas lágrimas - por ver ao que reduzimos o louvor ao seu nome. Ele sofre pela tragédia musical da atualidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O homem contemporâneo tornou-se o deus de seu próprio louvor. Quando isso acontece, biblicamente só há um nome: &lt;strong&gt;idolatria!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por essas e outras é que ainda amo o louvor do silêncio...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-5378830601218298141?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/5378830601218298141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/louvado-seja-eu-sobre-o-homem-como.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5378830601218298141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5378830601218298141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/08/louvado-seja-eu-sobre-o-homem-como.html' title='&quot;Louvado seja EU&quot;: sobre o homem como centro da hinologia contemporânea'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TFb6nTUs0aI/AAAAAAAAAUM/ifdlz0HpNsg/s72-c/apostolos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-3382443001855493537</id><published>2010-07-26T16:08:00.002-03:00</published><updated>2010-07-26T16:39:51.253-03:00</updated><title type='text'>Confissões de um cristão cansado</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TE3kZtZFbSI/AAAAAAAAAUE/IWxEH6hPH7U/s1600/morte+natural.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498301850421914914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TE3kZtZFbSI/AAAAAAAAAUE/IWxEH6hPH7U/s320/morte+natural.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sinto-me um sobrevivente. Alguém que precisa de sombra. Meu caminhar já não é tão contagiante quanto antes. Não tenho mais aquele entusiasmo. Cansei de lutar por verdades num século de mentiras. Cansei de tentar ser, numa época do não-ser. Dói profundamente trabalhar tanto e não ver resultados práticos. A igreja, em sua maioria, é um terreno de cansados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vejo muita gente tão cansada quanto eu. Não suporto mais os mesmos "cânticos", principalmente quando são todos feitos da mesma moldura. Os mesmos trejeitos, a mesma entonação de voz, as mesmas idiossincrasias, o eterno culto invasivo do &lt;em&gt;"faça isso",&lt;/em&gt; &lt;em&gt;"levante-se"&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"diga ao seu irmão"&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"glorifique"&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"declare!"&lt;/em&gt; A sensação que tenho é de que nunca sou livre para prestar um culto do meu jeito, se não enveredar pelas mandingas evangélicas, não é culto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cansei do misticismo exacerbado das igrejas: fetiches demonizantes, aparatos "sagrados", uma infinidade de "unções", uma espécie de animismo evangélico que cada vez mais aprisiona. Essa mentalidade mística tem gerado uma gama enorme de gurus da celestialidade imbecilizada, um número demasiado de bobos da corte de um reinado da decadência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cansei da teologia de gabinete que é "feita" na maioria das igrejas. Teologias que não aceitam questionamentos. Gente metida a teólogo, mas que não tem leitura, nem gasta tempo debruçado sobre os grandes temas, e quando o faz, é apenas num exercício de "caça às bruxas" que desafiam o status quo de sua ideologia igrejeira. Gente que é viciada em teologias de receita de bolo, do tipo: &lt;em&gt;"não toque nos ungidos"&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"cuidado, isso é heresia"&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;"quantas almas você já ganhou?"&lt;/em&gt;, como se o reino de Deus fosse medido pelas calculadoras da culpa que os fariseus de hoje adoram usar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou profundamente decepcionado com a hereditariedade escravizadora que assaltou as igrejas. Sobrenome vale mais do que chamado. É a "vocação do DNA", onde o que persiste é o cargo passado de pai para filho, de filho para neto, de neto para cunhado, de cunhado para irmão, de irmão (de sangue, diga-se de passagem) para tio, e por aí vai... As ramificações familiares abortam sonhos ministeriais de muita gente ungida, chamada e talentosa em nosso meio, mas que, por causa desses cárceres genéticos, são condenadas ao anonimato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou decepcionado comigo mesmo por não poder fazer mais nada! Todo o poder que tenho vem dessas pequenas armas: a caneta (computador) e a imaginação. Minha arma é o texto. Como lutar usando palavras contra sistemas e esquemas bélicos altamente mortais? Quem sou eu para provocar alguma mudança? Que triste senda a que estou trilhando: sonhar com uma igreja livre das tiranias do poder e das famílias! Guardem o troféu de "bobo da vez" para mim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se eu não amasse a Deus, não estaria mais na igreja.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse é meu lamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-3382443001855493537?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/3382443001855493537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/confissoes-de-um-cristao-cansado.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3382443001855493537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/3382443001855493537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/confissoes-de-um-cristao-cansado.html' title='Confissões de um cristão cansado'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TE3kZtZFbSI/AAAAAAAAAUE/IWxEH6hPH7U/s72-c/morte+natural.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-8968389341017588436</id><published>2010-07-20T16:40:00.003-03:00</published><updated>2010-07-20T17:10:21.986-03:00</updated><title type='text'>Para os que amam a leitura</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEYCUMGwG6I/AAAAAAAAAT8/wDNNTzHS8CI/s1600/livros.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496082941122452386" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEYCUMGwG6I/AAAAAAAAAT8/wDNNTzHS8CI/s320/livros.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre que ministro alguma aula ou em algum culto, pessoas me procuram com o mesmo pedido: &lt;em&gt;"Por favor, indique alguns livros"&lt;/em&gt;. Então, resolvi fazê-lo aqui. A seguir, &lt;strong&gt;listei alguns autores&lt;/strong&gt; que mais admiro e leio, prefiro indicar autores a livros propriamente ditos, pois assim, você fica livre quanto aos temas. Como toda lista, essa também &lt;strong&gt;não é definitiva&lt;/strong&gt;. É só um caminho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores que listei são espetaculares, portanto, o que você encontrar deles nas livrarias, fique à vontade para adquirir &lt;strong&gt;e ler!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martin Lloyd-Jones (principalmente &lt;strong&gt;"O sermão da Montanha"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;John Stott (principalmente &lt;strong&gt;"A cruz de Cristo"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;John McCarthur (principalmente &lt;strong&gt;"Com vergonha do evangelho"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;Oscar Cullmann&lt;br /&gt;Eugene Peterson (principalmente &lt;strong&gt;"A maldição do Cristo genérico"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;Philip Yancey (principalmente &lt;strong&gt;"Alma sobrevivente"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;E M Bounds&lt;br /&gt;Erwin Lutzer (principalmente &lt;strong&gt;"A cruz de Hitler"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;Jacques Ellul&lt;br /&gt;N T Wright&lt;br /&gt;C S Lewis (principalmente &lt;strong&gt;"Cristianismo puro e simples"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;A W Tozer (principalmente &lt;strong&gt;"A tragédia da igreja: ausência de dons"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;Alister McGrath&lt;br /&gt;Francis Schaeffer&lt;br /&gt;John Piper (principalmente &lt;strong&gt;"Irmãos, nós não somos profissionais"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;C René Padilla&lt;br /&gt;Ricardo Barbosa&lt;br /&gt;Paulo Brabo (principalmente &lt;strong&gt;"Em 6 passos, que faria Jesus?"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;Rubem Alves&lt;br /&gt;Thomas Merton&lt;br /&gt;J I Packer&lt;br /&gt;Thomas à Kempis (principalmente &lt;strong&gt;"A imitação de Cristo"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;José Comblin&lt;br /&gt;Augustus Nicodemus&lt;br /&gt;Juan Luis Segundo&lt;br /&gt;Gustavo Gutierrez&lt;br /&gt;Jean Delumeau&lt;br /&gt;Andrés Torres Queiruga&lt;br /&gt;Ivoni Richter Reimer (principalmente &lt;strong&gt;"Imaginários da divindade"&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos outros autores fantásticos, principalmente na chamada "literatura secular". Invista em poesia: Fernando Pessoa, Neruda, Drummond. Leia Clarice Lispector, Muriel Barbery e principalmente o magistral Mia Couto, (comece pelo esplêndido &lt;strong&gt;"O fio das miçangas"&lt;/strong&gt;). Aproveite para ler &lt;strong&gt;biografias&lt;/strong&gt;, inclusive as do movimento puritano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delicie-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-8968389341017588436?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/8968389341017588436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/para-os-que-amam-leitura.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8968389341017588436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/8968389341017588436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/para-os-que-amam-leitura.html' title='Para os que amam a leitura'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEYCUMGwG6I/AAAAAAAAAT8/wDNNTzHS8CI/s72-c/livros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7584249528831342011</id><published>2010-07-18T23:13:00.003-03:00</published><updated>2010-07-18T23:44:18.643-03:00</updated><title type='text'>Desmascarando o Cristo falsificado</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEO766kM2II/AAAAAAAAAT0/sfLZmnmdQ-s/s1600/Falsidade.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 212px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495442591150037122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEO766kM2II/AAAAAAAAAT0/sfLZmnmdQ-s/s320/Falsidade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Um pensador antigo dizia: &lt;em&gt;“A vida oferece apenas duas alternativas: crucificação com Cristo ou autodestruição sem ele”&lt;/em&gt;. Quando a originalidade é negligenciada, impera a falsificação. É o domínio das aparências: forma sem conteúdo. Sósia. O Cristo falsificado nada tem de Deus. Ele é diabólico e demoniza as relações. O germe da falsificação vem lá do Éden (Gn.3.1-5): distorção da Palavra de Deus; negação da Palavra de Deus; questionamento do caráter de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem é o Cristo falsificado?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo falsificado é um Cristo sem cruz:&lt;/strong&gt; Ele não suporta a idéia da dor. Por isso assume a “prosperidade”. Ele é obcecado por medalhas e troféus. Ele abomina a renúncia – ou a falsifica – dando uma renúncia que não dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo falsificado é o Cristo das ilusões:&lt;/strong&gt; É a pergunta de Paulo em Gl.3.1&lt;em&gt; “Quem vos fascinou?”&lt;/em&gt; Ele é uma espécie de mágico cósmico, cujo truque maior é alargar a distância entre ética e estética. Ele não suporta a verdade. Ele usa as ilusões, a sedução como fuga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo falsificado é viciado em grandeza:&lt;/strong&gt; Ele é míope! Não consegue enxergar o que é pequeno. Ele traz em si o delírio de Lúcifer. Ele compra a fé das pessoas. &lt;em&gt;“Se me adorares...”&lt;/em&gt; A igreja de Simão. É viciado em suntuosidades, em castelos e pompas. Iludido pelas vitrines sedutoras da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo falsificado muda de acordo com as circunstâncias:&lt;/strong&gt; Ele é regido pela antiética do camaleão. Ele tira proveito de tudo, seu lema é &lt;em&gt;“tirar vantagem de tudo”&lt;/em&gt;. Ele é o Cristo da malandragem, da máscara, da politicagem. É mestre na arte de enganar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diante disso surgem três perguntas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Onde esse Cristo falsificado atua?&lt;/em&gt; No cristianismo adoecido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Como desmascara-lo?&lt;/em&gt; Conhecendo e vivendo o Cristo autêntico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Quem é o Cristo autêntico?&lt;/em&gt; Respondo a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo que nos ajuda a carregar a cruz: &lt;/strong&gt;Um Cristo vitorioso, que baseado em sua vitória, nos garante êxito. Um Cristo que conhece as nossas fraquezas e dores, mas que nos dirige no aperfeiçoamento de nossa fé. Um Cristo que vai trocar nossa cruz de dores por uma coroa de glória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo que nos guia na verdade:&lt;/strong&gt; Um Cristo que é a verdade. Ele mesmo afirmou ser &lt;em&gt;“a luz do mundo”. &lt;/em&gt;Um Cristo que nos livra da tirania das aparências, pois nos leva à sua própria imagem. Um Cristo que nos ilumina para que sejamos seus astros brilhando numa sociedade em trevas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Cristo dos pequenos: &lt;/strong&gt;Um Cristo que ouve o gemido dos aflitos. Um Cristo da graça, que responde ao necessitado que clamar (Sl.72) Um Cristo que não olha o que temos, mas o que somos e seremos nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Cristo que não muda:&lt;/strong&gt; Um Cristo que não sofre com a passagem do tempo – Ele é Senhor do tempo. Um Cristo que não se vende de acordo com o momento. Ele é eterno. Um Cristo que não nos usa por política, mas por amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qual Cristo estamos servindo? Que o Cristo autêntico ainda seja o nosso único e suficiente salvador e Senhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7584249528831342011?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7584249528831342011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/desmascarando-o-cristo-falsificado.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7584249528831342011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7584249528831342011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/desmascarando-o-cristo-falsificado.html' title='Desmascarando o Cristo falsificado'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEO766kM2II/AAAAAAAAAT0/sfLZmnmdQ-s/s72-c/Falsidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6364878990968973131</id><published>2010-07-17T17:39:00.002-03:00</published><updated>2010-07-17T18:07:04.310-03:00</updated><title type='text'>Eu odeio política!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEIbW5pfkTI/AAAAAAAAATk/dSMNkagljIc/s1600/meu-dinheiro1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 299px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494984575591354674" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEIbW5pfkTI/AAAAAAAAATk/dSMNkagljIc/s320/meu-dinheiro1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo mundo tem uma posição radical sobre alguma coisa. A minha é essa: &lt;strong&gt;eu odeio política!&lt;/strong&gt; Sempre que penso sobre esse "mal (des)necessário", uma questão me inquieta: eu comeria uma maçã - ainda que limpa - se ela estivesse em um cesto de lixo? Não. É assim que vejo os cristãos na política. Ameaçados por ambientes de sujeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A grande desculpa teológica dos que se envolvem nas tramas da polítca é: &lt;em&gt;"Daniel era político".&lt;/em&gt; Contudo, esquecem que Daniel &lt;strong&gt;NÃO&lt;/strong&gt; se candidatou a nenhum cargo, era escravo, condição que o impedia de negar sua indicação a qualquer posto político. Daniel tinha um caráter acima de qualquer suspeita, já os políticos de hoje...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odeio política.&lt;/strong&gt; Meu ódio é uma mistura de raiva e frustração. Fúria e angústia. Vejo nas arenas políticas muito mais destruição do que construção. Muito mais medo do que virtude. Muito mais máfia do que unidade para algum fim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odeio política &lt;/strong&gt;porque liberta o pior que habita o homem: ambições desmedidas. Em nome dessas ambições atropela-se toda a agenda da esperança. O que os políticos querem não é o bem-estar do povo, mas salários estratosféricos, tráfico de influências, manipulação midiática, idolatria institucional, prostituição eleitoreira, todo tipo de engano. No jogo sujo da política quem perde é sempre o povo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu sei que existem, eventualmente, alguns poucos políticos honestos, mas a proporção de malandros é tão avassaladoramente maior que chega a ser covardia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lênin dizia que &lt;em&gt;"a democracia é o regime político no qual o povo escolhe aqueles que vão oprimi-lo nos próximos quatro anos"&lt;/em&gt;. É muito raro o encontro de um discurso político e da Verdade num mesmo palanque. A mentira é o sobrenome da política. Ser político é vivenciar a arte de ludibriar mentes frágeis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odeio política&lt;/strong&gt; porque ela inverte valores: recebe profanos nos púlpitos, e condena ao silêncio santos nos bancos. Veste mentiras com roupas da verdade. Em nome do dinheiro vende a alma para acobertar a clandestinidade dos caixas 2. Usa a fé sincera do povo para propagar esperanças irreais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odeio política!&lt;/strong&gt; Essa é a minha radicalidade. Voto porque ainda sou cidadão, mas só Deus sabe o sacrifício que faço para votar. Vou para a urna com a sensação de quem está comendo a maçã estragada pelo ambiente da sujeira. Sinto no peito o impacto do que vaticinou Carlos Drummond de Andrade: &lt;em&gt;"O voto, a arma do cidadão, dispara contra ele"&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Definitivamente, &lt;strong&gt;odeio política!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6364878990968973131?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6364878990968973131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/eu-odeio-politica.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6364878990968973131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6364878990968973131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/eu-odeio-politica.html' title='Eu odeio política!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TEIbW5pfkTI/AAAAAAAAATk/dSMNkagljIc/s72-c/meu-dinheiro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-113033273220875501</id><published>2010-07-14T00:19:00.003-03:00</published><updated>2010-07-14T00:36:38.867-03:00</updated><title type='text'>Uma oração</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TD0wCFr97jI/AAAAAAAAATc/rkqVCSUvVm4/s1600/ao+p%C3%A9+da+cruz.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 319px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493599932906335794" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TD0wCFr97jI/AAAAAAAAATc/rkqVCSUvVm4/s320/ao+p%C3%A9+da+cruz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eterno,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanta ousadia! Um homem como eu, frágil, pequeno frente a vastidão da existência, dirigindo-lhe o coração em palavras. Nem sei, ao certo, o que é orar. Atropelo-me em palavras outras, perco o fio da meada, distraio-me em devaneios, falo sem pensar. Oro porque não posso deixar de orar. Sinto que é parte de minha nova natureza esse divino conversar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que diria a Ti? És mais íntimo que a própria intimidade. Quando olho para mim o que vejo assusta. Sou pecador, trago no peito desejos perigosos, uma espécie de fúria da alma habita minha retina. O ato de ajoelhar-me é um sacrifício, pois leva-me a dobrar não apenas o corpo, mas vontades que guerreiam nas esquinas sombrias que tenho. Não é fácil orar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Peço-te a gentileza do auxílio. Há uma infinidade de coisas que não posso sozinho. Careço da graça. Não sei perdoar, não sei amar. O que sei vem marcado por imperfeições, visto que é desse material que sou composto. Se não for a tua bondosa ajuda, perco-me nas trilhas que eu mesmo invento pra fugir de mim. Eu sei o quanto careço de direção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Thomas Merton dizia que &lt;em&gt;"o desejo de te agradar, de fato te agrada"&lt;/em&gt;. Procuro por esse desejo. Quero querer. Livra-me da tentação de possuir uma teologia sem tua presença. Entendimento sem zelo. Possuir sem amar. Livra-me das amarras de uma idolatria institucional, onde o que vale é ir ao templo sem ser Templo do teu Espírito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que de alguma forma eu possa revelar a tua glória.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Amém&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-113033273220875501?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/113033273220875501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/uma-oracao.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/113033273220875501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/113033273220875501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/uma-oracao.html' title='Uma oração'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TD0wCFr97jI/AAAAAAAAATc/rkqVCSUvVm4/s72-c/ao+p%C3%A9+da+cruz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4622945347916150596</id><published>2010-07-10T18:13:00.003-03:00</published><updated>2010-07-10T18:29:33.470-03:00</updated><title type='text'>Em busca da palavra perfeita...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDjl3s_utYI/AAAAAAAAATU/PaCx_IdkWOI/s1600/Pnobel_literatura.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492392490712348034" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDjl3s_utYI/AAAAAAAAATU/PaCx_IdkWOI/s320/Pnobel_literatura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Procuro:&lt;/strong&gt; Seria essa a palavra? Procurar... Sugere um caminho sem grandes perspectivas, ou repleto delas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Confuso:&lt;/strong&gt; Palavra ou não-palavra? A confusão é uma con-fusão para qual nova realidade?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Realidade:&lt;/strong&gt; Orfão da Matrix, ainda não sei se o real é este que escreve, ou o que dita no murmúrio da minha mente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mente:&lt;/strong&gt; A mentalidade ou o mentir? Quem mente, eu ou minha mente?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Internet:&lt;/strong&gt; Roubando a metáfora do mar, navegamos pra onde?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Navegar:&lt;/strong&gt; É mais que uma palavra, é um desafio ao chão. É desafiar medos antigos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Medo:&lt;/strong&gt; Talvez seja a palavra que melhor defina o humano. Mas, afinal, eu tenho medo ou o medo tem a mim?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ideias:&lt;/strong&gt; Meninas travessas que adoram badernas e orgias da mentalidade. Não são dóceis. Não são castas. Não são...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Não-ser:&lt;/strong&gt; Palavra ou conceito? Quem é sabe que é? Saber ser é saber ser-se?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Eu:&lt;/strong&gt; Não é uma palavra, é um protesto. Um jeito de tentar ser.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;hrjhgjgbsjbs:&lt;/strong&gt; ? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não consigo achar uma palavra perfeita... Achar? Perfeição? Amor? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dor.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4622945347916150596?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4622945347916150596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/em-busca-da-palavra-perfeita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4622945347916150596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4622945347916150596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/em-busca-da-palavra-perfeita.html' title='Em busca da palavra perfeita...'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDjl3s_utYI/AAAAAAAAATU/PaCx_IdkWOI/s72-c/Pnobel_literatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-1726983574776156318</id><published>2010-07-08T17:33:00.002-03:00</published><updated>2010-07-08T17:39:59.536-03:00</updated><title type='text'>Jônatas e Davi: poucos sabem amar</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDY3kAaCpkI/AAAAAAAAATM/X4U2MAP5-B8/s1600/p%C3%A9s.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 317px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491637887348942402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDY3kAaCpkI/AAAAAAAAATM/X4U2MAP5-B8/s320/p%C3%A9s.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A amizade é um dos aspectos mais subestimados da espiritualidade. Vivemos na era dos conteúdos esvaziados, dias onde tudo é marcado pela penumbra da suspeita. Os relacionamentos são marcados por pitadas de maldade. Não são poucos os que leem o texto sobre a amizade entre Jônatas e Davi e acreditam numa provável relação homossexual entre eles. O que me intriga é que, geralmente não se valoriza o que a Bíblia diz (principalmente quando ela é normativa em questões de relacionamentos), contudo, buscam-se desesperadamente textos bíblicos que legitimem as práticas homossexuais. Então, valoriza-se a Bíblia ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiz dessa problemática está na abismal incapacidade do homem pós-moderno em manter amizades leais, a incapacidade de pertencer. Não é por acaso que os psicólogos e psiquiatras estejam sendo vistos como “amigos profissionais”. É a tragédia da amizade descartável, uma espécie de relação utilitarista e monetária que, movida pela estética do fingimento, termina quando o dinheiro (ou o prazer) acaba. Um provérbio italiano diz: “Amizade que termina, nunca começou”. Eugene Peterson diz: “um Jônatas faz acontecer um Davi”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor que a Bíblia define na relação de Jônatas e Davi vai muito além da famigerada “opção sexual” – é uma forma de santidade. No texto bíblico de I Samuel 20. 42, Jônatas diz a Davi: “O Senhor seja testemunha entre mim e ti”, esse amor torna a experiência humana em algo santo. Essa amizade permitiu um milagre: de maneira radicalmente oposta a seu pai, Saul, Jônatas discerniu a presença de Deus em Davi. A amizade de Jônatas conseguiu enraizar-se na alma de Davi de uma forma que o ódio de Saul jamais conseguiu. Foi uma amizade baseada no “vínculo da paz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator Jônatas é a aliança, o pacto, o “amor de almas”, que cria vínculos na sociedade dos solitários. Muitos pactos de amizade – o fator Jônatas – ainda são vividos nas atuais “cortes de Saul” que se tornaram alguns casamentos, postos de trabalho, famílias, igrejas, lugares que vivem em condições hostis a esse tipo de propósito. Entretanto, a vitória está na permanência da aliança e não na vulnerabilidade das circunstâncias e opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo texto, I Samuel 20. 42, Jônatas diz a Davi: “Vai-te em paz”: uma amizade libertadora, não opressiva, digna do amor que permite ao outro a potencialidade de suas asas. Não vejo qualquer conotação homossexual entre Jônatas e Davi – nenhuma tentativa “romanceada” de sexualizar, erotizar ou “casar” esses dois corações. O que há é uma abençoada convergência de admiração mútua. Um perfeito pacto de vida. Um amor que poucos – homossexuais ou heterossexuais – descobriram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já encontrou seu Jônatas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-1726983574776156318?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/1726983574776156318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/jonatas-e-davi-poucos-sabem-amar.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1726983574776156318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/1726983574776156318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/jonatas-e-davi-poucos-sabem-amar.html' title='Jônatas e Davi: poucos sabem amar'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDY3kAaCpkI/AAAAAAAAATM/X4U2MAP5-B8/s72-c/p%C3%A9s.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4848265065683072175</id><published>2010-07-06T19:34:00.003-03:00</published><updated>2010-07-06T19:52:23.999-03:00</updated><title type='text'>Uma carta de Deus à igreja da atualidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDOy9ZyvzZI/AAAAAAAAATE/0AuIIuDm92k/s1600/poesia+pura.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490929138660265362" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDOy9ZyvzZI/AAAAAAAAATE/0AuIIuDm92k/s320/poesia+pura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Minha amada,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Contemplo tua luta. Em meio a tantos deslizes, enganos e crises, percebo tua garra na denúncia dos males. Meu coração te aplaude. Vejo que ainda é bom. Conheço tuas dúvidas em meio a tantas teologias distorcidas que apenas criam ficções em meu nome. Como é lindo ver tua procura pela minha verdade!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Amo tua complicada configuração humana. Vejo tua relação nervosa com a minha Palavra, que embora sendo divinamente inspirada é humanamente lida, e isso nem sempre esclarece seu sentido, reconheço. Lembre-se, meu Espírito - seu guia - ainda está aí. Peça seu auxílio. Tenho notado, com grande pesar, teu não-compromisso com a oração. O que está havendo? Cansou das nossas conversas? Eu ainda sou teu Pai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sei da descaracterização absurda que muitos fazem do meu evangelho, zombando da cruz. Mas também sei dos milhares de servos que com seriedade levantam a bandeira do meu reino. Não tenho compromisso com esquemas religiosos nem sistemas ditos "divinos", meu compromisso é com gente, esse povo-chão que me honra com a vida. Eu conheço os que escolhi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na qualidade de Pai nunca desampararei você. Sei das dores que você passa quando precisa andar na contramão desse século. Como me alegro em ver tua força. Minha força em você! Eu sou grande nos pequenos, forte nos fracos, santo em pecadores redimidos. Eu amo tua inocência, que permanece pura no mundo da impiedade. Sei que o joio foi semeado pela falsidade dos injustos na calada da noite, mas saiba, chegará o dia da tua exaltação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não abandone a fé. Combata o bom combate. Ame. Medite em minha Palavra de dia e de noite. Não negligencie meu amor. Exercite a misericórdia. Perdoe. Cresça em santidade todos os dias. Olhe para Jesus, autor e consumador da fé. Viva para a minha glória. Faça com que tua vida ecoe na eternidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com amor, seu Pai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4848265065683072175?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4848265065683072175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/uma-carta-de-deus-igreja-da-atualidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4848265065683072175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4848265065683072175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/07/uma-carta-de-deus-igreja-da-atualidade.html' title='Uma carta de Deus à igreja da atualidade'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TDOy9ZyvzZI/AAAAAAAAATE/0AuIIuDm92k/s72-c/poesia+pura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-885484678586813280</id><published>2010-06-30T08:48:00.003-03:00</published><updated>2010-06-30T09:00:58.223-03:00</updated><title type='text'>Liberdade...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCsxruYqXUI/AAAAAAAAAS8/4V1KsO-Y9wE/s1600/ilustracaoSoftLivre.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488535198136687938" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCsxruYqXUI/AAAAAAAAAS8/4V1KsO-Y9wE/s320/ilustracaoSoftLivre.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O primeiro voo do pássaro, mesmo que seja o último.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Juntar as letras pela primeira vez, encantar-se com a descoberta do significado de uma frase.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os primeiros passos da infância, assim como os últimos da velhice, com toda sua bagagem de vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O corpo que dança...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Poder errar, não ser escravo dos acertos, do sucesso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Perceber o mundo pelas mãos de um cego, num poema de toques.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Ouvir" palavras que os mudos constroem com gestos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sentir saudade, sinal humano de pertencimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É sentir a água do banho lavando o cansaço da rua.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É me redescobrir nos traços do meu filho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É voltar pra casa depois de uma viagem... velhos cheiros fazem tão bem à alma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É ser igreja sem precisar comprar produtos divinos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É viver pela fé... que insiste em duvidar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É o sono de uma criança.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É não terminar esse texto...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-885484678586813280?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/885484678586813280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/liberdade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/885484678586813280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/885484678586813280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/liberdade.html' title='Liberdade...'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCsxruYqXUI/AAAAAAAAAS8/4V1KsO-Y9wE/s72-c/ilustracaoSoftLivre.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-5393482449912749121</id><published>2010-06-27T14:10:00.003-03:00</published><updated>2010-06-27T14:41:13.430-03:00</updated><title type='text'>Sou subversivo, e daí?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCeMsVAmTLI/AAAAAAAAAS0/-4FWyMSBfVQ/s1600/revolucionario.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 275px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487509364156026034" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCeMsVAmTLI/AAAAAAAAAS0/-4FWyMSBfVQ/s320/revolucionario.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre questionei. Nasci com o instinto furioso da discordância. Nunca nutri qualquer simpatia para com as ditaduras, não interessa qual configuração. Toda ditadura, todo absolutismo me provoca. Detesto imposições. Amo a proposta, a dúvida, a crítica, o pensar. Sou um amante da liberdade!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre detestei a injustiça, seja ela qual for. Não suporto sistemas e esquemas totalitários, gente metida a Deus, "riquinhos" e sua esnobe mania de ostentar empáfias e futilidades. Sempre fui pobre, filho da periferia, coberto pela poeira da vida, marcado pela falta de padrinhos, nunca tive "as costas quentes". Condenado à sobrevivência, fui fazendo das palavras minha arma de grosso calibre. Ainda são poucos os que me leem, mas ainda acredito...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre amei a poesia, a filosofia, a teologia e a arte, ainda que todas estejam unidas na mesma subversão! Amo tudo que é, que não afirma sua existência no que tem, mas no que sabe ser. Amo gente que já viveu mais do que eu, que carrega nos cabelos a neve do tempo. Adoro seus conselhos e até aquela dose de desilusão que acompanha os que já se gastaram na luta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estudei em escola pública, andei de ônibus - muito - na guerra urbana entre sair de casa e não saber se volta. Cheguei ao ministério sem ter pai pastor, sem ser indicado pelos figurões da teologia de "tio Patinhas". Pregando mensagens perigosas desafiei alguns pequenos impérios. Ainda estou aqui. Tentando, acreditando, utopicamente sonhando...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero a companhia dos poetas e dos profetas. De gente que se contorce com as mesmas dores que atingem os oprimidos. Quero acreditar que um dia, da massa que não pensa, surgirão pequenos gritos. Quero escrever, ainda que no rodapé das páginas da história, frases que acordem o exército dos subversivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que não me venham apregoar a morte das tentativas! Sou subversivo, morro acreditando!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-5393482449912749121?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/5393482449912749121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/sou-subversivo-e-dai.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5393482449912749121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/5393482449912749121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/sou-subversivo-e-dai.html' title='Sou subversivo, e daí?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCeMsVAmTLI/AAAAAAAAAS0/-4FWyMSBfVQ/s72-c/revolucionario.png' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-977743919306284691</id><published>2010-06-22T09:49:00.002-03:00</published><updated>2010-06-22T10:24:45.137-03:00</updated><title type='text'>Seria o cristianismo o túmulo do Deus vivo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCC5hTo_5EI/AAAAAAAAASs/G0R7VCqf6l8/s1600/rose5.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485588327996318786" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCC5hTo_5EI/AAAAAAAAASs/G0R7VCqf6l8/s320/rose5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um pensador antigo dizia que &lt;em&gt;"o cristianismo matou Jesus. Os judeus não o conseguiram; eles o crucificaram, naturalmente, mas falharam, não puderam matá-lo (...) Onde os judeus falharam, os cristãos foram bem-sucedidos, mataram-no sem qualquer crucificação. Eles o mataram através do dogma, da organização. Os seguidores e apóstolos conseguiram êxito onde os inimigos falharam"&lt;/em&gt;. Triste retrato de uma dor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O momento que o cristianismo vive é doloroso. Crise é a palavra do momento: tanto nos quintais católicos (é só observar as questões relacionadas ao Papa, inclusive com pedidos de sua renúncia, algo impensável anos atrás) quanto nos evangélicos (esse termo causa náuseas). Como não faço parte do catolicismo, vou direcionar meu olhar (e minha liberdade enquanto ser que pensa) para o lado de cá, o ambiente da confusão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Confusão é o sobrenome do evangelicalismo (prefiro esse termo) no Brasil de hoje. Já fomos chamados de "protestantes", de "crentes" (intrigante era a própria construção popular do termo: "passar para a lei de crente..." era lei mesmo, tudo era proibido!), fomos chamados de "evangélicos", "gospel", e agora nem consigo encontrar um termo que englobe o emaranhado eclesiástico da babel pós-moderna: o que somos? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De um lado temos uma idolatria institucionalista: gente que não consegue entender o reino de Deus sem a etiqueta de algum gueto religioso. Do outro lado temos um híbrido do pior tipo de evangelicalismo junto com o mais cínico misticismo: neo pentecostais e a idiotização da fé. Do guarda-roupas sagrado (até as peças de roupa são "ungidas") aos altares de Mamóm, Deus foi sendo paulatinamente expulso de sua própria casa. Ou você acha que ele convive passivamente com toda essa descaracterização da fé?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes que algum irritadinho gospel espume sua raiva, aviso: não sou o dono da verdade (apenas acredito conhecê-lo), não tenho uma receita pronta para saírmos desse desastre (não sou uma espécie de chef religioso dos fast-food eclesiástico). Já passei da fase de querer mudar o mundo, hoje uso meu blog como megafone da esperança (é o quanto consigo crer). É que não consigo conviver com a morte. Não me sinto à vontade na casa de Deus quando sei que o próprio foi impedido de entrar. É o retorno de Laodiceia, Apocalipse 3. 20: &lt;em&gt;"Eis que estou à porta, e bato"&lt;/em&gt;, o cristianismo ainda funciona sem Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero que você pense: para onde estamos caminhando? Isso que está aí é a igreja de Deus? Existe amor aí? Existe fidelidade à Palavra de Deus, na íntegra? Sei que há hipocrisia, erros, enganos, pois somos humanos, mas como lidamos com isso? Deus tem liberdade em nossos ambientes? o Deus vivo estaria sepultado no mausoléu eclesiástico? Pense, pense, pense!!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-977743919306284691?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/977743919306284691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/seria-o-cristianismo-o-tumulo-do-deus.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/977743919306284691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/977743919306284691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/seria-o-cristianismo-o-tumulo-do-deus.html' title='Seria o cristianismo o túmulo do Deus vivo?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TCC5hTo_5EI/AAAAAAAAASs/G0R7VCqf6l8/s72-c/rose5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-892532110049326362</id><published>2010-06-17T10:48:00.003-03:00</published><updated>2010-06-17T11:30:27.109-03:00</updated><title type='text'>"Ainda que...": a espiritualidade da permanência</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TBoxXbPQIpI/AAAAAAAAAR4/34mVPGtrVmw/s1600/destino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483749774795481746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 245px; CURSOR: hand; HEIGHT: 245px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TBoxXbPQIpI/AAAAAAAAAR4/34mVPGtrVmw/s320/destino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que é permanência? Seria a pura insistência? Seria apenas a postura firme, a radicalidade que não recua? Talvez seja uma mistura de tudo isso, entretanto, prefiro defini-la como &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"a intimidade das raízes"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Permanência é produto da discrição das raízes. Estamos numa sociedade em crise com a permanência. Uma época marcada pela transitoriedade de tudo. É a fuga do outro, enquanto pessoas e situações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observando alguns textos bíblicos, notei a insistência abençoadora do permanecer. A expressão &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt; permeia a textura de diversas construções teológicas das Escrituras. Analise, com calma, esses caminhos de permanência:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em I Coríntios 13, Paulo escreve um dos mais espetaculares textos sobre o amor, marcado pela expressão &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt;. Seu convite à permanência no amor precisa de eco em nossa espiritualidade monetária da atualidade. &lt;strong&gt;"Ainda que" &lt;/strong&gt;todos os êxtases estejam presentes, sem a permanência do amor, tudo é vazio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O profeta Habacuque, pontua seu poema (3. 17) com faces magistrais do &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt;. Ele desafia o processo natural da vida: &lt;strong&gt;"Ainda que"&lt;/strong&gt; a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt; o produto da oliveira minta, os campos não produzam mantimento. &lt;strong&gt;"Ainda que"&lt;/strong&gt; o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado... &lt;em&gt;"Todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação"&lt;/em&gt;. Sua permanência insiste na alegria quando as estações das crises determinam a esterilidade. Habacuque significa "abraço", é a permanência no abraço de Deus que nos ajuda a vencer dias tempestuosos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Salmo 23 também tem seu &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt;. É a presença que desafia o vale. No vale da suspeita, &lt;em&gt;"a sombra da morte"&lt;/em&gt; não tem a última palavra, pois apesar do &lt;strong&gt;"ainda que"&lt;/strong&gt;, a presença do Mestre garante descanso. É o pastor que não desiste da ovelha frágil. É o pastor que não comercializa suas ovelhas, mas que protege-as do mal (João 17. 15).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também tenho minha lista de &lt;strong&gt;"ainda que":&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt; Deus não responda, permaneço orando, pois falar com o Pai já é milagre da graça;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt; as pessoas mudem, permaneço amando, pois o amor do Pai, em mim, liberta-me para amar sem esperar retorno (João 13. 34: &lt;em&gt;"Como eu vos amei..."&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt; sonhos não se realizem, permaneço sonhando, pois a vida sem o ingrediente estimulante da utopia seria insuportável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt; as flores deixem de nascer, continuarei percebendo as cores da existência e o perfume do amanhã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt; ninguém leia o que escrevo, permaneço rabiscando páginas que a história guarda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ainda que&lt;/strong&gt;... a fantástica espiritualidade da permanência!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alan Brizotti &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-892532110049326362?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/892532110049326362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/ainda-que-espiritualidade-da.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/892532110049326362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/892532110049326362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/ainda-que-espiritualidade-da.html' title='&quot;Ainda que...&quot;: a espiritualidade da permanência'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TBoxXbPQIpI/AAAAAAAAAR4/34mVPGtrVmw/s72-c/destino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-4660791112262918044</id><published>2010-06-09T11:51:00.002-03:00</published><updated>2010-06-09T12:28:31.000-03:00</updated><title type='text'>E se o sistema eclesiástico, como conhecemos, morresse?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TA-zBqBGiAI/AAAAAAAAARw/MDtB5Tm_w4U/s1600/Morte+-+caveira.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 154px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480796112573335554" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TA-zBqBGiAI/AAAAAAAAARw/MDtB5Tm_w4U/s320/Morte+-+caveira.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um processo natural da vida: tudo que nasce, morre. Elienai Cabral Jr. em seu ótimo livro "Salvos da Perfeição" (Editora Ultimato), escreveu: &lt;em&gt;"Se Deus se esvaziou sendo Deus, como recusar o esvaziamento de nossas instituições, pretensas divindades? Se quem é escolheu deixar de ser, nós que não somos que outra opção mais legítima podemos ter?"&lt;/em&gt; Será que não está na hora desse sistema eclesiástico, como conhecemos, morrer?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que vemos do sistema eclesiástico hoje é nocivo, enfermo, perigoso e triste. Entendo por "sistema eclesiástico" esse híbrido de igreja/empresa que violenta o bolso e a alma dos pobres. Essa prost-instituição que assume para si prerrogativas divinas para mandar no imaginário coletivo. "Sistema eclesiástico" é o corpo sem alma, a organização sem organismo, o templo sem igreja, a massa sem rosto, o cristianismo sem Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dia desses fiquei lutando com uma ideia estranha que assaltou minha mente: você já imaginou o que aconteceria se Deus enviasse um avivamento dentro da igreja católica? Pergunto: o que impede Deus de "esquecer" tudo isso que chamamos de "igreja" e levantar outra expressão de fé? Ele já fez isso na história. Lembre-se que Israel passou por isso. Acredito piamente que toda essa babel eclesiástica nada mais é, senão Deus babelizando outra vez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se esse "sistema eclesiástico" morresse, Deus jamais ficaria sem testemunho na história. Ele não é refém da igreja. O que Deus procura - ainda - são os verdadeiros adoradores (Jo. 4. 23). Deus não procura gerentes divinos, nem mágicos da religião de poder e mídia, mas um povo humilde, digno, feliz. Um povo que, institucionalizado ou não, possui compromisso com o Deus de toda a verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lembre-se, Deus não tem compromisso com institucionalismos desalmados, nem com esquemas, sistemas e programas - Deus tem compromisso com gente, de carne e osso, transformando o chão da história. Não sei o que Deus irá fazer, pois sei que enquanto humanos, precisamos de associações, somos seres da coletividade, contudo sei que esse sistema que aí está, faliu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A única certeza feliz que tenho é que sempre que Deus babeliza, a história muda para melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-4660791112262918044?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/4660791112262918044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/e-se-o-sistema-eclesiastico-como.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4660791112262918044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/4660791112262918044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/e-se-o-sistema-eclesiastico-como.html' title='E se o sistema eclesiástico, como conhecemos, morresse?'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TA-zBqBGiAI/AAAAAAAAARw/MDtB5Tm_w4U/s72-c/Morte+-+caveira.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-558382237629447871</id><published>2010-06-07T10:11:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T11:00:39.101-03:00</updated><title type='text'>Quatro maldições na igreja de hoje</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAz7Yh1zGbI/AAAAAAAAARg/0bx1h3j4cTU/s1600/tentacao2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 229px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480031245422500274" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAz7Yh1zGbI/AAAAAAAAARg/0bx1h3j4cTU/s320/tentacao2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração"&lt;/em&gt; (Malaquias 2. 1, 2).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na igreja da atualidade parece existir somente maldição financeira. É como se toda a atenção do inferno fosse canalizada para o nosso bolso. Outras áreas são simplesmente preteridas. Na teologia monetária dos agentes bancários de deus, maldição é sinônimo de pobreza. O livro de Malaquias, por exemplo, só é lembrado em questões de dízimos e ofertas, e sempre para enfatizar o "fato" de que se você doar até o último centavo de sua violentada carteira, deus (é minúsculo mesmo!) vai encher sua casa de grana!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esses investidores da bolsa de valores da fé esquecem do texto acima! Principalmente da promessa que poucos percebem: &lt;em&gt;"... &lt;strong&gt;amaldiçoarei as vossas bênçãos&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt;. Pense por um momento: se Deus amaldiçoar as bênçãos, então tudo é maldito! Isso é muito sério! A bênção de um falso profeta é uma maldição completa! Deus não tem compromisso com todo esse charlatanismo religioso dos vendedores de promessas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resolvi pensar um pouco mais sobre quatro maldições que assolam a igreja da atualidade, e que Deus nos guarde desse mal (João 17. 15):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A maldição da politicagem:&lt;/strong&gt; isso é visto como bênção, naquelas frases do tipo: &lt;em&gt;"temos que ter um irmão para nos representar"; "fulano é um grande homem que Deus levantou na política"&lt;/em&gt;, e por aí vai... Uma pergunta: &lt;strong&gt;você comeria uma maçã que estivesse dentro de um saco de lixo, mesmo sabendo que ela é limpa?&lt;/strong&gt; O cristão, na política, é uma maçã no meio do lixão. É uma pérola no meio dos porcos. Acredito que um ou outro homem ou mulher de Deus possa ser levantado como uma espécie de estadista, gente séria que ame a Deus e trabalhe pelo reino, contudo, são "agulhas no palheiro", e &lt;strong&gt;não servem&lt;/strong&gt; como desculpa para que qualquer um, de quatro em quatro anos, venha encher nossos púlpitos de hipocrisia, mentiras e ilusões.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A maldição do imediatismo:&lt;/strong&gt; gente que confunde Deus com uma máquina qualquer respondendo a comandos e senhas divinas. Gente que não consegue mais andar no abençoado caminho da paciência, principalmente porque não passa por lutas e tribulações, que segundo a Bíblia, produzem-na (Rm. 5. 3). O imediatismo é o grande vício da igreja de hoje. Essa espiritualidade drogada não suporta um dia normal, um culto sem carnavalizações folclóricas e pirotécnicas, muito menos a bendita espera. São filhos mimados de uma divindade exibicionista. Quando aprendemos a esperar no Senhor, trabalhamos a glória da dependência e abrimos mão de sermos controlados pela sociedade da pressa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A maldição do analfabetismo bíblico:&lt;/strong&gt; pastores e pregadores que adulteram textos bíblicos ao sabor de suas neuroses. Gente que faz aplicações levianas dos textos bíblicos. O efeito colateral dessa doença hermenêutica é o surgimento de tanta teologia destruidora: teologia da confissão positiva, da prosperidade, do profetismo visionário das "mães dinás de deus", dos milagreiros da religiosidade de mídia e massa. Essas Meduzas teológicas são heranças malditas do nanismo bíblico. Para curar essa anomalia só há um jeito: dedicação à Palavra, sem reservas! E isso, sim, é possível!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A maldição da hereditariedade obrigatória dos cargos:&lt;/strong&gt; que existem filhos de pastores com chamado divino não posso negar, contudo o que vejo é um percentual alarmante de aproveitadores e malandros, que usam o ministério como saída para sua falta de talento na vida. Gente que, se não fosse o pai ser alguém, não seria absolutamente nada! Gente que faz do púlpito sua empresa, da igreja seu curral, e da fé sua "galinha dos ovos de ouro". Esse nepotismo eclesiástico atropela a verdade do evangelho. Quantos homens de Deus são deixados de lado porque o "filho do dono" herdou o trono! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que Deus nos ajude a permanecer igreja, lutando contra essas demonizações travestidas de bênçãos que invadem o arraial dos santos. &lt;strong&gt;Deus dará um basta em tudo isso!&lt;/strong&gt; A Obra é Dele! Ele amaldiçoará as bênçãos dos falsos cristos que se amontoam como praga infestando a "lavoura de Deus" (I Co. 3. 9).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-558382237629447871?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/558382237629447871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/quatro-maldicoes-na-igreja-de-hoje.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/558382237629447871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/558382237629447871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/06/quatro-maldicoes-na-igreja-de-hoje.html' title='Quatro maldições na igreja de hoje'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAz7Yh1zGbI/AAAAAAAAARg/0bx1h3j4cTU/s72-c/tentacao2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-6786875418238758853</id><published>2010-05-30T13:47:00.002-03:00</published><updated>2010-05-30T14:41:58.913-03:00</updated><title type='text'>Coisas que Deus nunca prometeu</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAKjTVPholI/AAAAAAAAARY/ZsHlNCcmfc4/s1600/dinheiro2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5477119649351049810" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAKjTVPholI/AAAAAAAAARY/ZsHlNCcmfc4/s320/dinheiro2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lista das coisas que Deus nunca prometeu é enorme. A criatividade duvidosa dos vendedores da fé ultrapassa todos os limites. Prometem o que Deus nunca prometeu, vendem o que Ele nunca comprou e dizem - em nome de Deus - o que o próprio jamais disse. Esse é o estelionato religioso, produto mercadológico dos "irmãos Metralhas" da celestialidade bandida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quantas vezes você já ouviu um pregador prometer milhões de coisas antes de pregar? Aí pergunto: e se Deus não quiser fazer nada naquela noite? Quem poderá forçá-lo a fazer? Por causa do surto milagromaníaco que invade as igrejas/empresas da autoajuda sagrada de hoje, esses camelôs eclesiásticos insistem em vender quinquilharias religiosas aos moribundos psicológicos que frequentam os shoppings/templos cotidianos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Virou mania chamar para si prerrogativas divinas. Já não basta ser apenas um homem de Deus, é preciso ser uma espécie de super-herói, de quebra-galhos divino, um mágico celestial que confunde Deus com um gênio da lâmpada. Muitos preferem ser uma espécie de anjo Gabriel com surto de idiotice a ser gente de Deus andando na terra sobre o chão da humildade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Deus nunca prometeu facilidades.&lt;/strong&gt; A vida cristã é caminho de cruz. É andar nas trilhas íngremes das tribulações. É aprender a morrer. Jesus chama seus discípulos e avisa: &lt;em&gt;"Vou rogar ao Pai e ele vai enviar outro Consolador"&lt;/em&gt; (Jo. 14. 16). Ora, consolo não é para quem está na festa, no shopping ou no parque de diversões, mas para quem está no luto, na crise, na dor. Essa é a promessa que Jesus fez: &lt;strong&gt;Preparem-se para as perdas!&lt;/strong&gt; O Consolador é uma certeza!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Deus nunca prometeu sucesso em tudo.&lt;/strong&gt; Principalmente o sucesso sob o ponto de vista da sociedade estranha de hoje. Sucesso para Deus é um retorcido numa cruz salvando o mundo de seus pecados! A lista das bem-aventuranças mostra o tipo de gente que Jesus abençoou com o adjetivo "Felizes": pobres de espírito, os que choram, mansos, famintos e sedentos por justiça, misericordiosos, puros de coração, pacificadores, sofredores e os injuriados e perseguidos pela causa de Cristo (Mt. 5. 3-11). Ou seja, dessa lista exclui-se grande parte dos líderes religiosos dessa igreja/circo da atualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Deus nunca prometeu uma série de outras coisas que se inventam todos os dias nas igrejas.&lt;/strong&gt; Por exemplo, ele nunca prometeu compensação imediata em troca das ofertas (o próprio termo "ofertar" já implica um doar desinteressado). Ofertas, na Bíblia, sempre vêm acompanhadas de sacrifício (viúva pobre, por exemplo (Lc. 21. 1-4)). Hoje, oferta-se não mais com a dor do sacrifício, mas com a ansiedade do retorno. Já não é oferta, mas investimento no banco da celestialidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não quero as promessas dos empresários de deus.&lt;/strong&gt; Quero permanecer firme nas promessas do meu salvador. Principalmente na maior de todas: &lt;em&gt;"Eis que venho sem demora" &lt;/em&gt;(Ap. 22. 12).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-6786875418238758853?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/6786875418238758853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/05/coisas-que-deus-nunca-prometeu.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6786875418238758853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/6786875418238758853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/05/coisas-que-deus-nunca-prometeu.html' title='Coisas que Deus nunca prometeu'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/TAKjTVPholI/AAAAAAAAARY/ZsHlNCcmfc4/s72-c/dinheiro2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-7034580779037134500</id><published>2010-05-27T10:03:00.005-03:00</published><updated>2010-05-27T10:42:53.920-03:00</updated><title type='text'>Carnaval, Copa do Mundo e Eleições: 2011 será o ano da ressaca!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S_519BaiwsI/AAAAAAAAARQ/VPpvjig9UZI/s1600/brasil_palha_o.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S_51ryMq_6I/AAAAAAAAARI/yDCm0adE9hM/s1600/brasil_palha_o.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; DISPLAY: block; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475943591998848930" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S_51ryMq_6I/AAAAAAAAARI/yDCm0adE9hM/s320/brasil_palha_o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2010: carnaval, Copa do mundo e eleições, quem suporta tudo isso? O Brasil fica espremido entre a erotização desvairada que só se acalma com a chegada das "águas de março", como cantava Tom Jobim, o frenesi "patriótico" que a Copa imprime no imaginário popular e a chatice interesseira do discurso político e suas mesmices. Preciso de uma aspirina!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Na igreja, o carnaval é substituído pela euforia do "c": cruzadas, cruzeiros, congressos e campanhas.&lt;/strong&gt; É nosso jeito de recuperar o tempo perdido... quem não pulou carnaval "lá fora", pula aqui dentro! Quanto à Copa do Mundo a gente até torce, vibra, mas disfarça com um certo "ar de desinteresse", afinal nosso discurso teológico impede-nos de "ir pra galera". Já em matéria de Eleição "o bicho pega!" Rola de tudo: conchavos políticos dos mais rasteiros, troca de favores descaradamente indecentes, hipocrisia animalesca e aquele número cada vez maior de polítiqueiros que se "convertem" à lá Constantino, para abocanhar os votos dos tolos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Todo mundo sabe que no Brasil o ano começa mesmo em Abril, quando a Globo apresenta sua "programação de ano novo", &lt;/strong&gt;mas em ano de Copa do Mundo e Eleições, o ano nem sequer começa, apenas arrasta-se numa espécie de feriadão hiper-mega-prolongado. A república de Zé Carioca alimenta-se da curtição, do veraneio, da malandragem que assassina o trabalho, da política do jeitinho, da antiética dos espertalhões, da espiritualidade da mágica, que vende milagres imediatistas a consumidores do divino cada vez mais impacientes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fico desesperado só de imaginar como vai ser daqui a alguns dias quando terminar a Copa do Mundo. &lt;strong&gt;Seremos alvos de toda a atenção dos políticos.&lt;/strong&gt; Campanha eleitoral violentando nossas casas. As mesmas mentiras, as mesmas frases feitas, os mesmos discursos vazios e anacrônicos, a mesma sensação de que me acham um idiota útil. Como escreveu Carlos Drummond de Andrade: &lt;em&gt;"O voto, a arma do cidadão, dispara contra ele"&lt;/em&gt;. Esse tiro a gente tá cansado de tomar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou dizer apenas três coisas: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Não deem ouvidos aos políticos.&lt;/strong&gt; A não ser que você conheça algum sério, aí é outra história. Caso contrário, esqueça-os, são desprezíveis, classe rasteira que vive da mania brasileira de levar vantagem em tudo. Ignore-os, despreze-os. Só vote naqueles que você acompanha, naqueles que tem ficha limpa! Eu acredito em milagres, kkkk&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Não se iluda:&lt;/strong&gt; a Copa do Mundo é legal, interessante, lúdica, mas é puro negócio, comércio, grana viva! Não acredite nesse patriotismo todo, porque esse é o milagre que o dinheiro sabe operar. Eu vou assistir, vou criticar como todo brasileiro metido a técnico, mas não me iludo. Eu sei que o salário mínimo &lt;strong&gt;ainda é mínimo!&lt;/strong&gt; Que a fila dos aposentados continua seu calvário. Nenhum gol da seleção é capaz de entorpecer minha mente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Não se desespere:&lt;/strong&gt; depois das eleições vem o Natal! Seu dinheiro não tem descanso!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os cristãos, qual é pior: não torcer pra nenhuma escola de samba (ainda que os pés desobedeçam toda vez que o samba-enredo passa na TV), o Brasil perder a Copa para Argentina, ou a Dilma ser eleita? Façam suas apostas!!!!!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alan Brizotti&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4406812428581082427-7034580779037134500?l=alanbrizotti.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/feeds/7034580779037134500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/05/carnaval-copa-do-mundo-e-eleicoes-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7034580779037134500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4406812428581082427/posts/default/7034580779037134500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/05/carnaval-copa-do-mundo-e-eleicoes-2011.html' title='Carnaval, Copa do Mundo e Eleições: 2011 será o ano da ressaca!'/><author><name>Alan Brizotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02288133784038421552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-wy0RvLf1mmI/Tx70Yo34t9I/AAAAAAAAAds/yAycDERb8-o/s220/Goi%25C3%25A2nia%2B%2528Abril%2529%2B098.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S_51ryMq_6I/AAAAAAAAARI/yDCm0adE9hM/s72-c/brasil_palha_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4406812428581082427.post-2624281102390216839</id><published>2010-05-01T20:28:00.003-03:00</published><updated>2010-05-01T21:00:15.782-03:00</updated><title type='text'>Minha declaração de (não) fé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S9y_7zjWaAI/AAAAAAAAARA/Yag7oQamcbU/s1600/SER_1_~1.PNG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 302px; DISPLAY: block; HEIGHT: 284px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466455081892603906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_AI1_LWG030c/S9y_7zjWaAI/AAAAAAAAARA/Yag7oQamcbU/s320/SER_1_~1.PNG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resolvi fazer uma lista de coisas nas quais &lt;strong&gt;não creio&lt;/strong&gt;, uma espécie de não-credo, de declaração de falta de fé, ausência total de comprometimento com as tais, são elas:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio na fé sem amor:&lt;/strong&gt; não é fé, mas apenas discurso religioso adoecedor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio na teologia sem amor:&lt;/strong&gt; não é teologia, mas apenas acúmulo de informação religiosa neurotizante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio na igreja sem amor:&lt;/strong&gt; não é igreja, mas apenas ajuntamento de pessoas sob a pseudo aura do "sagrado".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio no ministério sem amor:&lt;/strong&gt; não é ministério, mas apenas serviço burocrático de indivíduos com mania de divindade exibicionista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio nas profetadas e suas bizarrices batizadas de "santidade":&lt;/strong&gt; não são profecias, mas apenas o ridículo disfarçado de unção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio nas bênçãos dos profetas da prosperidade:&lt;/strong&gt; não são bênçãos, porque só quem abençoa é Deus e Ele não compra minha fé.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio nas maldições dos profetas da Al Qaeda divina:&lt;/strong&gt; não são maldições, são apenas um revanchismo sagrado movido a vingancinhas medíocres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em qualquer um...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em milagre todo dia:&lt;/strong&gt; milagre não é rotina, se assim for já não é milagre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em gente que cai no "espírito"&lt;/strong&gt; mas não consegue andar no Espírito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em línguas esquisitas&lt;/strong&gt; quando a mesma língua ainda não foi transformada pelo Espírito da Palavra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em "massagens de púlpito"&lt;/strong&gt;, mas em Mensagens do céu!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Não creio em encontros de casais erotizados e vulgares&lt;/strong&gt;, produtos envergonhados de uma importação da mídia em sua sens
